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Petrobras anuncia acordo para adquirir 50% do campo de exploração de petróleo Itaimbezinho
NOTICIA
10/6/2026Resumen IA

Petrobras anuncia acordo para adquirir 50% do campo de exploração de petróleo Itaimbezinho

A Petrobras anunciou um acordo para adquirir 50% do campo exploratório de petróleo Itaimbezinho, localizado no Polígono do Pré-Sal, na Bacia de Campos. A venda foi feita pela Equinor, e o valor do negócio não foi divulgado. A operação reforça a estratégia da Petrobras de recomposição de reservas e a parceria com a Equinor na região.

A
Agência Brasil Economia
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Petrobras atinge recorde de produção de 3,23 MMboed no primeiro trimestre de 2026
NOTICIA
1/5/2026Resumen IA

Petrobras atinge recorde de produção de 3,23 MMboed no primeiro trimestre de 2026

A Petrobras alcançou produção recorde de 3,23 milhões de barris de óleo equivalente por dia no Q1 2026, alta de 3,7% ante o Q4 2025 e 16,1% superior ao Q1 2025. O resultado foi impulsionado pela entrada em operação dos FPSOs P-78 (Búzios), Alexandre de Gusmão (Mero), Anna Nery e Anita Garibaldi (Marlim e Voador), além de 10 novos poços produtores.

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Agência Brasil Economia
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ANP aprova nova resolução para cálculo do preço de referência do diesel
NOTICIA
30/4/2026Resumen IA

ANP aprova nova resolução para cálculo do preço de referência do diesel

A ANP aprovou resolução para metodologia de cálculo do preço de referência para subvenção econômica ao diesel. A metodologia foi instituída por medida provisória em março e refere-se à importação de GLP. A mudança incorpora contribuições da consulta pública e reflete a influência do mercado estadunidense na precificação das importações de diesel.

A
Agência Brasil Economia
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Petrobras volta a produzir ureia em fábrica de fertilizante no Paraná
NOTICIA
30/4/2026

Petrobras volta a produzir ureia em fábrica de fertilizante no Paraná

A Petrobras voltou a produzir ureia – um dos tipos de fertilizantes mais utilizados no mundo – na fábrica da companhia Araucária Nitrogenados S.A. (Ansa), em Araucária, na região metropolitana de Curitiba. A unidade chegou a ficar seis anos sem produzir o insumo agrícola. A volta da produção, iniciada nesta quinta-feira (30), é vista como uma forma de o Brasil diminuir a importação de fertilizantes, dependendo menos do mercado externo, que enfrentou restrição de oferta e aumento de preços com a guerra na Ucrânia, iniciada em 2022. Notícias relacionadas:Petrobras retomará obras de unidade de fertilizantes em MS.Petrobras faz nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos.O Brasil é um dos principais consumidores de fertilizantes do mundo e importa cerca de 80% do volume que utiliza. Com amplo uso na agricultura, os fertilizantes são substâncias que levam nutrientes às plantas e favorecem o crescimento e, por consequência, na ampliação da produção de alimentos. O diretor industrial e presidente interino da Ansa, Marcelo dos Santos Faria, aponta que a produção de fertilizante é uma “operação estratégica”. “A Ansa volta a produzir ureia em um momento em que ampliar a capacidade interna desse insumo é cada vez mais relevante para o Brasil”, diz. Hibernada em 2020 A Ansa é uma subsidiária da Petrobras e estava hibernada, isto é, parada, desde 2020. À época, a justificativa para interrupção das atividades foi a de que a unidade operava com prejuízo.  A decisão de reativar a fábrica de Araucária foi anunciada em 2024. Na primeira entrevista após assumir o cargo, em maio de 2024, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, manifestou o interesse da estatal em investir na produção doméstica do insumo agrícola.  Para voltar a produzir fertilizantes em Araucária, a Petrobras investiu R$ 870 milhões. A fábrica passou por um ciclo de preparação, com manutenções, inspeções técnicas, testes operacionais e recomposição de equipes. Vizinha de refinaria A ureia é o terceiro produto a ser obtido pela fábrica reativada. A Ansa já produzia outro tipo de fertilizante, a amônia, além de Agente Redutor Líquido Automotivo (Arla 32), utilizado no controle de emissões de veículos a diesel. A unidade tem capacidade de produção de 720 mil toneladas/ano de ureia, o que corresponde a cerca de 8% do mercado nacional; 475 mil toneladas/ano de amônia e 450 mil m³/ano de Arla 32. A Araucária Nitrogenados fica ao lado da Refinaria Presidente Getulio Vargas (Repar), também da Petrobras. O gás natural é uma das matérias-primas para fabricação de ureia. Foco em fertilizantes A retomada da Ansa faz parte de uma ação mais ampla da Petrobras no mercado de fertilizantes no país. Em maio do ano passado, a estatal assinou acordo para reassumir a posse e a produção de duas fábricas de fertilizantes (Fafen), em Camaçari, na Bahia, e em Laranjeiras, em Sergipe, paradas desde 2023. As duas unidades tinham sido arrendadas à empresa privada Proquigel em 2019, mas foram hibernadas em 2023 por causa de dificuldades financeiras. A unidade da Bahia voltou a produzir em janeiro de 2026; a de Sergipe, em dezembro de 2025. Com a produção em Sergipe, Bahia e Paraná, a participação da Petrobras no mercado interno de ureia deve alcançar aproximadamente 20%, segundo estimativa da companhia. Ampliação de produção Além disso, a Petrobras segue com a conclusão da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III), em Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, que deve iniciar operação comercial em 2029. Dessa forma, a participação da Petrobras no mercado nacional de ureia subirá para 35%.  O diretor de Processos Industriais da companhia, William França, reforça que o setor de fertilizantes é estratégico para a Petrobras. “Com as Fafens e, agora, a Ansa em pleno funcionamento, reduzimos a dependência externa de ureia e fortalecemos a cadeia produtiva do agronegócio e da indústria nacional”. A retomada da produção de ureia foi celebrada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), que representa 14 sindicatos de trabalhadores da indústria de óleo e gás. Trabalhadores A fase mobilização para retomar a produção gerou mais de 2 mil empregos. Segundo a estatal, cerca de 700 pessoas trabalharão na operação regular da fábrica. A coordenadora-geral da FUP, Cibele Vieira, afirmou, em nota, que “é com muita emoção que comemoramos o início da produção”. Para ela, é o maior símbolo de que “a luta vale a pena”. “Mesmo que no imediato não conseguimos impedir o fechamento da fábrica, a resistência possibilitou a retomada”, completou.

A
Agência Brasil Economia
ANP aprova estudos geoeconômicos do bloco Sul de Sapinhoá no pré-sal da Bacia de Santos
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26/4/2026Resumen IA

ANP aprova estudos geoeconômicos do bloco Sul de Sapinhoá no pré-sal da Bacia de Santos

A ANP aprovou estudos geoeconômicos sobre o bloco exploratório Sul de Sapinhoá, no Polígono do Pré-Sal da Bacia de Santos. Os documentos serão encaminhados ao MME para avaliação sobre a inclusão da área de 460 km² em futuras rodadas de licitações. Estimativas preliminares indicam condições viáveis técnica e financeiramente. Blocos podem ser arrematados via Oferta Permanente de Partilha de Produção, mediante autorização do CNPE.

A
Agência Brasil Economia
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Governo quer converter receitas extras com petróleo em desonerações
NOTICIA
23/4/2026

Governo quer converter receitas extras com petróleo em desonerações

O governo federal enviou nesta quinta-feira (23) ao Congresso o Projeto de Lei Complementar 114 de 2026, que cria um mecanismo para reduzir tributos sobre combustíveis caso haja aumento de arrecadação com receitas do petróleo. A proposta foi apresentada pelo líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta. Pouco antes das 16h, o Ministério da Fazenda tinha anunciado que a medida envolveria novos cortes diretos de impostos. No entanto, o ministro Dario Durigan corrigiu a informação. Notícias relacionadas:Porto de Santos prioriza desembarque de navios com combustível .Pacote para conter alta dos combustíveis inclui subsídios e isenções.Conflito no Oriente Médio é “guerra da insensatez”, afirma Lula.“Não estamos fazendo anúncio de redução tributária de nenhum tributo, e, sim, de um mecanismo discutido com o Congresso para minorar o impacto da guerra”, declarou o ministro, em referência aos efeitos do conflito no Oriente Médio sobre os preços de combustíveis. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Proposta A proposta prevê que receitas extraordinárias provenientes do petróleo, como royalties e venda de petróleo do pré-sal, sejam usadas para compensar reduções de impostos sobre combustíveis. Poderiam ser abatidas as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre diesel, gasolina, etanol e biodiesel. A proposta inicial prevê duração do regime enquanto durar a guerra no Oriente Médio. Assim que for constatado aumento de receitas, o presidente da República poderá editar um decreto com desonerações de combustíveis. As reduções de tributos valeriam por dois meses, com revisões após o fim do período. Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, isso permitirá a manutenção da neutralidade fiscal, sem impacto para as contas públicas. “Se houver aumento extraordinário da receita, esse aumento servirá de compensação para redução de tributos aplicáveis a esses combustíveis”, afirmou Moretti. De acordo com o ministro, a cada redução de R$ 0,10 nos tributos sobre a gasolina, por um período de dois meses, o impacto estimado é de R$ 800 milhões. Articulação A articulação política para a efetivação da medida envolve o Congresso Nacional. O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que o tema será discutido na próxima terça-feira com líderes da Câmara. Segundo ele, o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, demonstraram apoio à proposta. Medidas recentes Nos últimos meses, o governo tem adotado medidas para conter a alta dos combustíveis. Entre elas, a desoneração do PIS/Cofins sobre o diesel e a concessão de subsídios que chegaram a R$ 1,52 por litro para o diesel importado e a R$ 1,12 por litro para o nacional. Segundo a Petrobras, os tributos federais representam cerca de R$ 0,68 do valor final ao consumidor, no cálculo que considera um preço médio de R$ 6,77 o litro. Atualmente, o diesel e o biodiesel estão com PIS e Cofins zerado. A gasolina e o etanol, no entanto, continuam com a mesma tributação de antes do início da guerra.

A
Agência Brasil Economia
Estudo da WWF Brasil: exploração de petróleo na Foz do Amazonas pode gerar perda de R$ 47 bilhões
En desarrollo
Environment·23/4/2026Resumen IA

Estudo da WWF Brasil: exploração de petróleo na Foz do Amazonas pode gerar perda de R$ 47 bilhões

Estudo da WWF Brasil revela que escolher a exploração de petróleo na Foz do Amazonas pode custar ao Brasil R$ 47 bilhões em receita e benefícios perdidos em comparação com investimentos em energia renovável e biocombustíveis. A análise de 40 anos mostra que a rota petrolífera geraria perda líquida de R$ 22 bilhões ao considerar externalidades como emissões de 446 milhões de toneladas de CO₂. Já a eletrificação traria retorno positivo de R$ 25 bilhões e biocombustíveis seriam R$ 29,3 bilhões mais baratos que combustíveis fósseis.

A
Agência Brasil Economia
3 min de lectura