Arquidiocese de Montes Claros inicia processo de beatificação de Madre Maria Angélica
A partir de agora, uma comissão vai investigar a vida, as virtudes e a fama de santidade da fundadora do Carmelo Maria Mãe da Igreja e Paulo VI.
L'essentiel
- A Arquidiocese e o Carmelo de Montes Claros iniciaram o processo de beatificação e canonização da Serva de Deus Madre Maria Angélica da Eucaristia.
- Uma comissão investigará a vida, virtudes e fama de santidade da religiosa, fundadora do Carmelo Maria Mãe da Igreja e Paulo VI.
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Pourquoi c'est important
A Arquidiocese e o Carmelo de Montes Claros iniciaram formalmente o processo de beatificação e canonização da Serva de Deus Madre Maria Angélica da Eucaristia, que fundou o Carmelo de Montes Claros em 1977 e faleceu em 2018.
A Arquidiocese e o Carmelo de Montes Claros iniciaram oficialmente o processo de beatificação e canonização da Serva de Deus Madre Maria Angélica da Eucaristia.
Uma comissão investigará a vida, virtudes e fama de santidade da religiosa, que foi descrita como detentora do "dom da escuta".
Nascida em 1931, Sophia Maria Esteves de Mello ingressou no Carmelo de Belo Horizonte em 1950, onde adotou o nome de Irmã Maria Angélica da Eucaristia.
A religiosa fundou o Carmelo de Montes Claros em 1977 e faleceu em 2 de junho de 2018, deixando um legado de oração e simplicidade.
O ato jurídico, chamado Rito de Instalação do Tribunal da Causa de Beatificação e Canonização, marca o começo da fase diocesana. A partir de agora, uma comissão vai investigar a vida, as virtudes e a fama de santidade da fundadora do Carmelo Maria Mãe da Igreja e Paulo VI.
A religiosa foi descrita pela Arquidiocese de Montes Claros como "mulher de profunda fé, amor incondicional à Igreja, dedicação absoluta à vida religiosa e amor ao próximo."
“Vamos visitar a vida, a história, o caminho percorrido por um membro da nossa Igreja, Madre Angélica da Eucaristia. E na vida dela queremos enxergar os traços que devem estar na vida de todos. A santidade é para todos”, disse o arcebispo Dom José Carlos.
Durante a cerimônia, o Frei Patrício Sciadini destacou as virtudes da religiosa. “Ela tinha o dom da escuta. Tinha o dom de participar do sofrimento dos outros, de não se cansar de escutar. Hoje nós precisamos escutar com amor. A escuta é gratuita”, afirmou.
A mesa de trabalhos do tribunal foi constituída pelo padre Gladysson Eduardo de Miranda Assis (delegado episcopal), o cônego Carlos Henrique Moreira de Souza (promotor de Justiça), Ronaldo Brigini (notário atuário), Analícia Ferreira (notária adjunta) e Paolo Vilotta (vice-postulador da causa).
Quem foi Madre Maria Angélica da Eucaristia
Nascida em 23 de dezembro de 1931, em Grão Mogol (MG), Sophia Maria Esteves de Mello se destacou por “uma vida marcada pela profunda intimidade com Deus, amor à Igreja e fidelidade ao carisma carmelita”, segundo a arquidiocese.
Em 1950, ela ingressou no Carmelo Nossa Senhora Aparecida, em Belo Horizonte, onde recebeu o hábito religioso e o nome de Irmã Maria Angélica da Eucaristia. Após professar os votos solenes, em 1956, integrou o grupo fundador do Carmelo de Olinda (PE).
A religiosa foi enviada a Montes Claros em 1977 para fundar o Carmelo Maria Mãe da Igreja e Paulo VI.
“Sua dedicação era marcada pela alegria no serviço, pela disposição em enfrentar desafios com serenidade e pela confiança irrestrita na Providência. Mesmo após concluir seu último triênio como priora em 2014, permaneceu ativa como vice-priora e mestra de noviças, acompanhando com carinho e sabedoria a formação das novas gerações”, destacou a arquidiocese.
Madre Maria Angélica da Eucaristia morreu em 2 de junho de 2018, em Montes Claros. De acordo com a Igreja, ela partiu “deixando um legado de oração, simplicidade e amor à Igreja que continua fecundando gerações”.
À surveiller
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A comissão investigará a vida, virtudes e fama de santidade de Madre Maria Angélica da Eucaristia.
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