Cães da Dibea de Florianópolis são enviados para escola de adestramento
L'essentiel
- A Diretoria de Bem-Estar Animal de Florianópolis enviou 50 cães para uma escola de adestramento e psicologia canina.
- O objetivo é ressocializar animais agressivos, reativos ou agitados para facilitar a adoção.
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Pourquoi c'est important
A Diretoria de Bem-Estar Animal de Florianópolis encaminhou 50 cães para uma escola de adestramento e psicologia canina com o objetivo de ressocializar animais com comportamentos difíceis para facilitar a adoção.
A Diretoria de Bem-Estar Animal (Dibea) de Florianópolis encaminhou 50 cães à espera de uma família para uma escola de adestramento e psicologia canina, segundo o município. O objetivo é ressocializar animais agressivos, reativos ou muito agitados.
O processo deve facilitar o recomeço para animais que aguardam adoção - alguns há vários anos -, mas têm o comportamento como um empecilho. Cachorros dóceis, mas com dificuldade de lidar com outros animais ou novos ambientes, também foram levados.
O processo de ressocialização começou neste mês e tem duração de dois anos. Os cães ficarão na escola em tempo integral.
Detalhes sobre o método de ensino não foram divulgados, mas, segundo a Dibea, o foco é "reorganizar o emocional deles e trabalhar a ressocialização".
Eles poderão ser adotados mesmo durante o treinamento, que poderá ser finalizado após a adoção, sem custo adicional para as famílias, informou a prefeitura.
Cães da Dibea de Florianópolis foram encaminhados a escola de adestramento e psicologia canina — Foto: Prefeitura de Florianópolis/ Divulgação
Entre os animais disponíveis para adoção que foram 'matriculados' na escolinha, estão:
Draco
Draco é um pitbull reativo e espera pela adoção desde 2022, quando foi resgatado. Segundo a Dibea, suas chances de ser adotado são menores por causa do comportamento.
Cão Draco está disponível para adoção na Dibea de Florianópolis — Foto: Prefeitura de Florianópolis/ Divulgação
Salvatore
Salvatore é um pastor alemão conhecido por frequentadores da Dibea. O cão foi resgatado há quatro anos, encontrado com uma corrente presa ao pescoço desde filhote até a idade adulta, o que causou um ferimento grave. A recuperação física aconteceu, mas o medo permanece.
Até hoje, Salvatore não aceita coleiras no pescoço e isso reflete em agressividade.
“É necessário um manuseio diário de carinho e comandos com o Salvatore. Esse cão tem um trauma forte, e o trauma se tira com paciência e técnica”, explica o especialista em comportamento canino Gustavo Fleury.
Cão Salvatore está disponível para adoção na Dibea de Florianópolis — Foto: Prefeitura de Florianópolis/ Divulgação
Limão
Limão é um chow-chow que também espera por adoção há alguns anos. Apesar do temperamento 'azedo', como brinca a equipe da Dibea, ele também sonha em encontrar um lar que adoce a sua vida.
Cão Limão é um chow-chow que está disponível para adoção na Dibea de Florianópolis — Foto: Prefeitura de Florianópolis/ Divulgação
Questions ouvertes
- Quais os detalhes do método de ensino?
- Haverá acompanhamento pós-adoção?






