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China apoia soberania brasileira e propõe cooperação ampliada
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Agência Brasil Internacional02.06.2026Monde2 dk okumaBrazil

China apoia soberania brasileira e propõe cooperação ampliada

L'essentiel

  • China reafirmou apoio à soberania e independência do Brasil em Pequim, propondo ampliar cooperação em meio a ameaças de tarifas dos EUA.
  • Ministro Wang Yi defendeu comunidade China-Brasil para enfrentar desafios externos e fortalecer o Sul Global.

Résumé généré par IA

Pourquoi c'est important

China expressed support for Brazil's sovereignty, independence, and autonomy, proposing to expand cooperation with Brazil and other Latin American countries. This occurred during the China-Brazil Comprehensive Strategic Dialogue in Beijing.

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A China divulgou nesta terça-feira (2) uma nota de apoio à soberania, independência e autonomia brasileiras. De acordo com o Conselho de Estado chinês, o país está disposto a ampliar a cooperação que vem mantendo com o Brasil e com os demais países da América Latina

A manifestação chinesa em favor do Brasil ocorreu em Pequim, durante o evento Diálogo Estratégico Abrangente China-Brasil.

A aproximação entre os dois países foi reiterada em meio às ameaças dos Estados Unidos de taxar em 25% produtos brasileiros que não sejam considerados estratégicos para o mercado daquele país.

Cooperação e soberania

Segundo o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, a China sempre foi uma “amiga confiável dos países da América Latina e do Caribe” e está “pronta para trabalhar com os países da região, incluindo o Brasil, para aprofundar e expandir ainda mais a cooperação geral entre China e América Latina”.

Ele acrescentou que seu país “apoia o Brasil na defesa de sua soberania nacional, na manutenção da independência e autonomia e na busca por maior desenvolvimento”.

Enfrentamento conjunto

Wang defendeu que Brasil e China avancem na construção de uma comunidade China–Brasil, de forma a “enfrentar conjuntamente diversos desafios externos e gerar maior sinergia para os processos de modernização de ambos e para a união e o fortalecimento dos países do Sul Global”.

Na sequência, disse que os dois lados devem avançar nos intercâmbios e na cooperação em áreas como cultura, educação, turismo, esportes, regiões subnacionais, juventude e meios de comunicação.

Wang reiterou o posicionamento chinês de fortalecer a comunicação e coordenação em mecanismos multilaterais, incluindo as Nações Unidas e o Brics. Defendeu também a implementação de iniciativas globais no sentido de promover o desenvolvimento de um “sistema de governança global mais justo e equitativo”.

Chanceler

O chanceler brasileiro, Mauro Vieira, está em Pequim, participando do encontro. Ele afirmou que o Brasil compartilha do interesse chinês em ampliar a cooperação prática e a coordenação internacional entre os dois países.

Vieira disse ainda que o Brasil continuará a aderir ao princípio de “Uma Só China”. O termo está relacionado ao objetivo chinês de reaver Taiwan, ilha considerada “província rebelde”.

Questions ouvertes

  • What specific areas of cooperation will be prioritized?
  • How will the US respond to this strengthened China-Brazil alignment?
  • What are the potential economic impacts of increased China-Brazil cooperation?
  • Will other Latin American countries follow Brazil's lead in deepening ties with China?

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This article was originally published by Agência Brasil Internacional.

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