CMEI e escola fecham por 10 dias após surto de H1N1
L'essentiel
- CMEI e escola fecham por 10 dias devido a surto de H1N1.
- Crianças de 0 a 14 anos são as mais afetadas.
- Vacinação é insuficiente no município.
Résumé généré par IA
No primeiro momento, assim que a gente percebeu que a febre estava mais insistente, nós procuramos o pronto atendimento, levamos tanto o Inácio quanto a Natália, onde eles foram testados, passaram pela avaliação com a médica que estava lá no momento, foram testados e deu positivo. Positivo para H1N1", relatou.
Os filhos da professora, Natália, de 6 anos, e Inácio, de 13, apresentaram sintomas fortes, com destaque para a febre persistente. Eles seguem em recuperação após tratamento. Segundo Vânia, o fato de todos estarem vacinados contra a influenza pode ter ajudado a evitar um quadro mais grave.
"Até então não teve sobrecarga, porque todos os casos são leves até o momento. Desde o dia 15, que a gente notou o aumento dos casos positivos, aí todos os funcionários, tanto das unidades de saúde como das unidades de educação, todo mundo está fazendo uso de máscara, inclusive o motorista dos ônibus. A gente forneceu máscara para a escola municipal, para o CEMEI e para a escola estadual também", explicou.
Entre os casos confirmados, 14 são de crianças de 0 a 5 anos, nove entre 6 e 14 anos e 13 em pessoas com mais de 15 anos.
"A gente tinha em mente já, devido a propagação dos casos. Depois de uns 15 dias, foi aumentando os casos. Principalmente no CMEI, onde tem maior fluxo de crianças. E também na escola começou uns casos bem menores, mas por prevenção, a gente resolveu fechar esse ambiente. Então, no momento a gente está monitorando bem os casos. Como está bem leve, não tem casos mais graves, eu creio que dentro de mais ou menos uns 10 dias, eu creio que já deve estar liberado. Mas vai depender de como vai ocorrer nos próximos dias", disse.
Outro ponto de preocupação é a quantidade insuficiente de vacinas contra a influenza no município. Segundo a Secretaria de Saúde, foram recebidas 950 doses neste ano, número abaixo do necessário para atender o público prioritário, estimado em 1.297 pessoas.
"Infelizmente, a vacina vem insuficiente todo ano. O Ministério publica, manda as vacinas, mas não manda em um lote só. Então, ela vai vindo para a gente por remessas. Até hoje, nós recebemos quatro remessas, num total de 950 doses. Então, para nós, é insuficiente. E a gente tem que trabalhar com o grupo prioritário, primeiramente, né? Embora o Ministério já soltou aí nas redes sociais, que liberou para todos, né? Mas nós não temos essa vacina", explicou a enfermeira e coordenadora epidemiológica, Elenilce Aparecida Silva Pereira.






