Empreendedores brasileiros transformam cultura geek em negócios lucrativos
L'essentiel
- Empreendedores brasileiros estão capitalizando o crescimento da cultura geek, transformando paixões em negócios lucrativos.
- Exemplos incluem uma artista plástica em Natal com máscaras artesanais, uma loja de RPG em Porto Alegre com experiência imersiva, e um restaurante temático em São Paulo.
Résumé généré par IA
Pourquoi c'est important
A cultura geek tem crescido no Brasil, criando um terreno fértil para empreendedores que buscam transformar seus hobbies em fontes de renda.
Aproveitando o crescimento da cultura geek, empreendedores brasileiros vêm transformando hobbies e paixões pessoais em fonte de renda.
Em Natal (RN), a artista plástica Marina Souza encontrou no artesanato inspirado em personagens e cenários da cultura pop um caminho para empreender.
O negócio começou ainda na adolescência, quando ela produzia peças pequenas, como chaveiros, até evoluir para máscaras artesanais personalizadas voltadas ao público nerd. Hoje, os produtos custam entre R$ 230 e R$ 500.
Autodidata, Marina desenvolveu técnicas próprias de textura e acabamento que fazem as peças parecerem feitas de madeira.
Em 2025, produziu cerca de 30 máscaras e alcançou faturamento mensal de R$ 8 mil. Apesar de pensar em expandir o negócio, ela afirma que não abre mão da produção artesanal.
Já em Porto Alegre (RS), uma loja especializada em RPG, card games e jogos de tabuleiro aposta na experiência imersiva para conquistar clientes.
O espaço foi montado como um castelo medieval e reúne desde colecionadores até iniciantes curiosos pelo universo geek. O empreendimento, criado há mais de três décadas, hoje movimenta cerca de R$ 300 mil por ano.
Além da venda de produtos, como livros, jogos e canecas, a estratégia do negócio está nos eventos promovidos pela loja.
Parte deles é gratuita e voltada para fortalecer a comunidade de jogadores; outros ajudam a aumentar o consumo no espaço, que vende bebidas, comidas e produtos temáticos durante os encontros.
Em São Paulo, a paixão pela fantasia virou restaurante temático. Inspirado no universo de magia e bruxaria, o empresário Alexandre Silva criou uma hamburgueria imersiva que aposta em cenografia, bebidas que mudam de cor e pratos apresentados como “poções” e “feitiços”.
O negócio nasceu após quatro anos de planejamento e um investimento inicial de R$ 100 mil. Segundo Alexandre, o público nerd é exigente e valoriza experiências completas.
Por isso, o restaurante aposta em detalhes cenográficos, cardápios lúdicos e ambientes pensados para transportar os clientes para um universo de fantasia. Hoje, a marca já abriu novas unidades, ampliou o cardápio e expandiu o modelo por franquias.
Questions ouvertes
- Quais são os desafios específicos para a sustentabilidade desses negócios a longo prazo?
- Como a pandemia afetou ou impulsionou esse setor?





