Dernière minute
ARإيران تهدد ببدء عمليات واسعة النطاق ضد قواعد أمريكيةUKUS Launches New Strikes on Iran After Trump Vows RetaliationDEUSA fliegen weitere Angriffe auf Ziele in IranITGuerra Iran, nuovi raid americani su Hormuz: "Diversi obiettivi colpiti". LIVEDETrump kündigt harte Maßnahmen gegen Iran anDEIran-USA-Konflikt eskaliert nach Tod von Ajatollah ChameneiARالاتحاد المصري لكرة القدم يوافق على تجديد عقد حسام حسن ويقدم شكوى ضد حكام مباراة الأرجنتينBRSpaceXAI Lança Grok 4.5, IA Focada em Programação e Tarefas de EscritórioBRColombiana encontrada morta na Bahia estava enrolada em colchão e com marcas de facadasJPAI時代におけるITエンジニアのキャリア意識・実態調査:約半数が転職を意識ARإيران تهدد ببدء عمليات واسعة النطاق ضد قواعد أمريكيةUKUS Launches New Strikes on Iran After Trump Vows RetaliationDEUSA fliegen weitere Angriffe auf Ziele in IranITGuerra Iran, nuovi raid americani su Hormuz: "Diversi obiettivi colpiti". LIVEDETrump kündigt harte Maßnahmen gegen Iran anDEIran-USA-Konflikt eskaliert nach Tod von Ajatollah ChameneiARالاتحاد المصري لكرة القدم يوافق على تجديد عقد حسام حسن ويقدم شكوى ضد حكام مباراة الأرجنتينBRSpaceXAI Lança Grok 4.5, IA Focada em Programação e Tarefas de EscritórioBRColombiana encontrada morta na Bahia estava enrolada em colchão e com marcas de facadasJPAI時代におけるITエンジニアのキャリア意識・実態調査:約半数が転職を意識
Newsgather
BackEstudante de 16 anos leva cultura e biodiversidade do Acre para Nova York
Estudante de 16 anos leva cultura e biodiversidade do Acre para Nova York
Monde
G118.06.2026Monde3 dk okumaBrazil

Estudante de 16 anos leva cultura e biodiversidade do Acre para Nova York

L'essentiel

  • Eduarda Mendes, 16 anos, apresentou oito pinturas inspiradas na fauna, rios e povos da Amazônia em Nova York.
  • A estudante, que morou em Cruzeiro do Sul (AC), busca mostrar a riqueza cultural e a biodiversidade do Acre, além de promover a reflexão sobre a preservação ambiental.

Résumé généré par IA

Pourquoi c'est important

Eduarda Mendes, uma estudante de 16 anos que morou no Acre, apresentou em Nova York pinturas inspiradas na fauna, rios e povos da Amazônia, promovendo a cultura acreana e a reflexão sobre a preservação ambiental.

Taille de police

A atividade foi conduzida pela estudante Eduarda Mendes, de 16 anos, que morou em Cruzeiro do Sul, no interior do estado, entre 2021 e 2023, e atualmente integra o Programa Jovens do MoMA, do Museu de Arte Moderna de Nova York.

Durante o evento, ela apresentou oito pinturas inspiradas na fauna, nos rios e nos povos da Amazônia, além de levar reflexões sobre preservação ambiental.

Eduarda Mendes, de 16 anos, morou em Cruzeiro do Sul levou ao público de Nova York informações sobre a biodiversidade e a cultura acreana — Foto: Cedida / Érika Fujyama

Entre os temas retratados estavam o monitoramento da onça-pintada, a relação entre uma espécie de borboleta e uma tartaruga amazônica e histórias ligadas à defesa da floresta, como as de Chico Mendes.

Ao g1, Eduarda contou que um dos objetivos da oficina foi mostrar que o Acre vai muito além dos estereótipos frequentemente associados ao estado.

“Espero que as pessoas saiam dessa experiência entendendo que o Acre é muito mais do que um lugar distante no mapa. É um lugar cheio de cultura, histórias e uma biodiversidade incrível. Também espero que elas percebam que a preservação da Amazônia é uma responsabilidade de todos nós, não importa onde vivemos”, afirmou.

LEIA MAIS:

Nascida no Rio de Janeiro, Eduarda se mudou para o Acre em 2022 por causa do trabalho desenvolvido pela mãe, Carol Bispo, na ONG Elas Existem com detentas. Atualmente, Carol acompanha a filha em Nova York e atua como pesquisadora visitante na Universidade da John Jay também apresentando o trabalho que fez no Acre.

"Abri uma sede em Cruzeiro do Sul para trabalhar com as mulheres em prisão e diminuir o índice de violência do Norte. Hoje minha ONG, além de estar no Rio de Janeiro e em Salvador, tem sede aqui em Nova York e deixamos políticas públicas voltadas para mulheres por ai", destacou Carol.

A experiência no interior acreano serviu de inspiração para Eduarda para boa parte das obras apresentadas em Nova York. “No período em que morei no Acre, o que mais me marcou foi o verde e a conexão com a floresta. Até o céu parecia ser mais perto. Também me chamou atenção a quantidade de elementos naturais presentes no dia a dia”, relembrou.

Eduarda Mendes, de 16 anos, morou em Cruzeiro do Sul levou ao público de Nova York informações sobre a biodiversidade e a cultura acreana — Foto: Cedida / Érika Fujyama

Exposição e visibilidade

A participação da adolescente no festival foi possível por conta do Programa Jovens do MoMA e sua atuação como curadora em uma exposição voltada a futuros imaginados.

O trabalho chamou a atenção da produtora cultural Angélica Walker, que convidou a estudante para desenvolver uma mostra relacionada ao Acre durante a programação da festa.

A exposição reuniu obras inspiradas em elementos da região, como o Rio Juruá, comunidades ribeirinhas, crianças indígenas e espécies da fauna amazônica.

Ainda segundo Eduarda, alguns dos temas abordados despertaram a curiosidade dos participantes da oficina.“Houve muitas perguntas sobre a borboleta que suga as lágrimas da tartaruga e também sobre a ameaça de extinção da onça-pintada causada pela ação humana”, contou.

À reportagem, Angélica Walker detalhou que a proposta buscou aproximar crianças e adultos de temas ambientais por meio da arte.

“Por meio da arte, o Acre foi apresentado como um território de biodiversidade extraordinária, de culturas vivas e de histórias que ajudam a compreender os desafios e as esperanças da Amazônia contemporânea”, destacou.

Eduarda Mendes, de 16 anos, morou em Cruzeiro do Sul levou ao público de Nova York informações sobre a biodiversidade e a cultura acreana — Foto: Cedida / Érika Fujyama

Além da exposição, a programação do festival reuniu apresentações musicais, dança, gastronomia, performances artísticas e atividades voltadas à valorização da cultura brasileira.

Para Márcia Oliveira, que participou da divulgação da exposição, a participação do estado em eventos internacionais ajuda a ampliar o conhecimento sobre a região.

“O Acre ganhou em informação cultural, divulgação e incentivo aos cuidados com o meio ambiente. Muitas pessoas tiveram contato com o Acre pela primeira vez e puderam conhecer mais sobre a cultura, a preservação da natureza e a importância da Amazônia”, completou.

VÍDEOS: g1

Ops!

Questions ouvertes

  • Quais foram as reações específicas do público às obras?
  • Houve alguma venda ou interesse comercial nas obras apresentadas?

Sujets liés

This article was originally published by G1.

Articles liés

Plus sur ce sujetAcre