Dernière minute
KR양구군, 허영 의원 만나 고속철 교량화·국도 확장 등 건의CN中間淳太承諾2027年帶WEST.來台開唱CN蘇巧慧競辦駁斥民眾黨指控:蘇巧純非威如股東、員工或經理人RUСоздана многоуровневая система для борьбы с украинскими дронамиKR횡성군, 민선 9기 공약 이행 계획 구체화 및 현안 점검 보고회 개최KR선거무효 소청에 대해 중앙선관위, 지역 선관위 의견 제출 받아RUФСБ предотвратила атаку FPV-дронов на военные аэродромы в Амурской и Челябинской областяхDEAlexander Zverev über Knieverletzung nach Wimbledon-Finale: "Nicht so schlimm"TRKabine NATO Zirvesi Sonrası Toplanıyor: F-35, Terörle Mücadele ve Ekonomi MasadaKR유럽 폭염에 창원 냉방기기 기업들, 수출 물량 맞추느라 '총력'KR양구군, 허영 의원 만나 고속철 교량화·국도 확장 등 건의CN中間淳太承諾2027年帶WEST.來台開唱CN蘇巧慧競辦駁斥民眾黨指控:蘇巧純非威如股東、員工或經理人RUСоздана многоуровневая система для борьбы с украинскими дронамиKR횡성군, 민선 9기 공약 이행 계획 구체화 및 현안 점검 보고회 개최KR선거무효 소청에 대해 중앙선관위, 지역 선관위 의견 제출 받아RUФСБ предотвратила атаку FPV-дронов на военные аэродромы в Амурской и Челябинской областяхDEAlexander Zverev über Knieverletzung nach Wimbledon-Finale: "Nicht so schlimm"TRKabine NATO Zirvesi Sonrası Toplanıyor: F-35, Terörle Mücadele ve Ekonomi MasadaKR유럽 폭염에 창원 냉방기기 기업들, 수출 물량 맞추느라 '총력'
Newsgather
BackLenine expands his 'Eita' album and film's affection in São Paulo show
Lenine expands his 'Eita' album and film's affection in São Paulo show
Culture
G102.06.2026Culture4 dk okumaBrazil

Lenine expands his 'Eita' album and film's affection in São Paulo show

L'essentiel

  • Lenine's "Eita" show arrived in São Paulo, marking his return to the stage after a difficult period.
  • The concert featured entirely original songs, emphasizing his unique sound and identity, and included a strong political stance in defense of democracy.

Résumé généré par IA

Pourquoi c'est important

Lenine's "Eita" show arrived in São Paulo after premiering in Fortaleza, marking the artist's return to the stage after a period of personal difficulty. The show is based on his 2025 album and film of the same name.

Taille de police

♬ SÃO PAULO – Se Lenine entrelaçou os fios do afeto na teia do álbum e do filme “Eita” (2025), o artista expande essa teia amorosa no show homônimo que chegou à cidade de São Paulo (SP) no sábado, 30 de maio, após ter estreado em Fortaleza (CE).

Sensibilizado pela receptividade calorosa do público, carinho especialmente significativo pelo fato de a turnê do show “Eita” marcar a volta do artista à cena e à vida após período cinzento em que o cantor cogitou nunca mais pisar em palco, Lenine parecia à flor da pele e externou a emoção em falas dirigidas à plateia. Mas segurou a emoção para que o show fosse regido pela música.

Aberto com o canto em off de “Aos domingos” (2025), ouvido enquanto os músicos Bruno Giorgi (baixo), Gabriel Ventura (guitarra), Henrique Albino (sopros), Negadeza (percussão) e Pantico Rocha (bateria) se posicionavam no palco, o roteiro seguiu inteiramente autoral, enfatizando a marca e a identidade sonoras de um artista em que o modo como uma música é arranjada e tocada parece ser tão ou mais importante do que a música em si.

Já na primeira música com Lenine no palco, a canção “Confia em mim” (Lenine e Dudu Falcão, 2025), o violão de cadência percussiva se insinuou imponente. “Eu sou meu guia”, reforçou Lenine no título da música seguinte, parceria do artista com Bráulio Tavares apresentada no álbum “Na pressão” (1999).

Com toque psicodélico, o arranjo de “Eu sou meu guia” mostrou que o diretor musical do show “Eita”, o baixista da banda Bruno Giorgi, orquestrou um som... na pressão, turbinando músicas como “O último pôr do sol” (Lenine e Lula Queiroga, 1993), cuja onda quebrou na praia de “Miragem do porto” (Lenine e Bráulio Tavares, 1992), a música seguinte, apresentada ao Brasil na voz de Elba Ramalho, cantora que abriu janelas para o cancioneiro de Lenine antes de o artista ganhar o merecido lugar ao sol.

Lenine é um Leão do norte que veio ao mundo no Recife (PE) há 57 anos. Sem ranços tradicionalistas, a origem pernambucana do artista ressoou, por exemplo, no canto da “Ciranda praieira” (Lenine e Paulo César Pinheiro, 2008), no baque do maracatu ativista “O rumo do fogo” (Lenine e Lula Queiroga, 2025) – com Lenine excepcionalmente nas maracas – e na flauta evocativa dos pífanos de Caruaru soprada por Henrique Albino na canção “Meu xamego” (2025), de romantismo um pouco abafado pelo som.

À medida em que o cantor foi seguindo o roteiro de “Eita” com músicas como “Todas elas juntas num só ser” (Lenine e Carlos Rennó, 2004) – número de peso e ambiência rocker – e “Escrúpulo” (Lenine e Lula Queiroga, 1992), a marca de Lenine foi ficando cada vez mais soberana no show. O que nem causou surpresa, pois todos os discos e shows de Lenine sempre foram calcados na forte identidade autoral da música do artista, geralmente sem espaço para abordagens de composições alheias. No máximo, houve a habitual citação de “Chiclete com banana” (Gordurinha e Almira Castilho, 1958) em “Jack soul brasileiro” (1999) para saudar Jackson do Pandeiro (1919 – 1982), um dos reis do ritmo do Brasil.

No set de voz e violão, caracterizado por Lenine como “momento de intimidade”, ficou evidenciado que a lírica canção “Foto de família” (Lenine e João Cavalcanti, 2025) teve a grandeza atenuada neste bloco reservado às baladas como “Paciência” (Lenine e Dudu Falcão, 1999), “É o que me interessa” (Lenine e Dudu Falcão, 2008) – um dos pontos altos sob o prisma da interpretação – e “Leve e suave” (2018). Pela relevância no painel de afetos do álbum “Eita”, “Foto de família” merecia tratamento mais diferenciado no show para que a beleza da canção ficasse mais exposta.

Entre lembranças como “Ecos do ão” (Lenine e Carlos Rennó, 2004) e o já esperado caboclinho “Leão do Norte” (Lenine e Paulo César Pinheiro, 1993) e as 11 músicas do álbum “Eita”, cujo repertório foi inteiramente incluído em roteiro que apresentou a toada “Malassombro” (Lenine e Siba, 2025), o boi-bumbá “Boi Xambá” (2025) e a imperativa “Deita e dorme” (Lenine e Arnaldo Antunes, 2025), o artista foi reforçando o discurso político através do canto em sequência de “Envergo, mas não quebro” (Lenine e Carlos Rennó, 2011), “A balada do cachorro louco (Fere rente)” (Lenine, Lula Queiroga e Chico Neves, 1997), “O dia em que faremos contato” (Lenine e Bráulio Tavares, 1997), “Rosebud (O verbo e a verba)” (Lenine e Lula Queiroga, 2001) e “Rua da passagem (Trânsito)” (Lenine e Arnaldo Antunes, 1999).

A tomada de posição em defesa da democracia foi enfatizada, com humor, na apresentação dos músicos da banda, uns localizados no palco à direita do cantor e outros à esquerda, mas todos alinhados com a mesma posição política. E assim, entre a delicadeza do afeto e a firmeza da ideologia do artista, o show “Eita” caminhou para o fim sem perder o fôlego.

No bis, aberto com o canto de “Beira” (2025) em número climático feito somente com a voz de Lenine e a guitarra de Gabriel Ventura (parceiro do artista na composição), “O homem dos olhos de raio x” (2000) precedeu o hit “Hoje eu quero sair só” (Lenine, Mu Chebabi e Caxa Aragão, 1995).

Sempre pedida pelo público, “Hoje eu quero sair só” é música lançada por Daúde dois anos após Lenine chamar atenção com o álbum “Olho de peixe” (1993) – assinado com o percussionista Marcos Suzano – e dois anos antes de o cantor sair solo com “O dia em que faremos contato” (1997), álbum que começou a delinear a marca sonora autoral que Lenine, hoje já consagrado, evidencia no show “Eita” enquanto expande no palco a teia de afetos do disco e filme de 2025.

Questions ouvertes

  • What was the specific "grey period" Lenine experienced?
  • What was the audience's reaction to the political statements made during the show?
  • How does the "Eita" show differ from Lenine's previous live performances?
  • What is the significance of the song "Foto de família" in Lenine's discography?

Sujets liés

This article was originally published by G1.

Articles liés

Plus sur ce sujetLenine