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Lula confunde Mato Grosso do Sul com Mato Grosso em discurso sobre retomada de obras
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G125.06.2026Business2 dk okumaBrazil

Lula confunde Mato Grosso do Sul com Mato Grosso em discurso sobre retomada de obras

L'essentiel

  • O presidente Lula confundiu Mato Grosso do Sul com Mato Grosso em Três Lagoas, durante evento de retomada das obras da UFN-III da Petrobras.
  • O projeto, parado há 11 anos, receberá R$ 5 bilhões para produzir fertilizantes, gerar 8 mil empregos e reduzir a dependência de importações até 2029.

Résumé généré par IA

Pourquoi c'est important

A retomada das obras da UFN-III da Petrobras em Três Lagoas, paradas há 11 anos, faz parte da estratégia do governo federal para ampliar a produção nacional de fertilizantes e reduzir a dependência de importações.

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, confundiu Mato Grosso do Sul com Mato Grosso durante discurso em Três Lagoas (MS), na manhã desta quinta-feira (25). O erro aconteceu durante evento que marcou a retomada das obras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III), quando ele falava sobre investimentos e acabou sendo corrigido por pessoas da plateia.

Ao mencionar os recursos destinados aos municípios, Lula afirmou “qualquer cidade aqui do Mato Grosso”. Em seguida, participantes do evento gritaram “do Sul”, tentando corrigir o presidente. Ele, no entanto, não percebeu a correção e seguiu o discurso normalmente.

A cerimônia em Três Lagoas marcou a assinatura dos contratos para a conclusão das obras da UFN-III, que estão paradas há 11 anos. O empreendimento faz parte da estratégia do governo federal para ampliar a produção nacional de fertilizantes e reduzir a dependência de importações.

"Não tem explicação sobre o tempo que essa obra ficou parada. Uma coisa é você não começar uma obra, outra é você ter quase 85% da estrutura pronta e não concluir, e o Brasil pagando preços absurdos para importar fertilizantes que poderiam ser produzidos no país", disse Lula.

Segundo a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, as obras serão retomadas em julho, com investimento superior a R$ 5 bilhões. A expectativa é que o projeto gere cerca de 8 mil empregos diretos e indiretos, com previsão de início das operações em 2029.

A UFN-III é uma fábrica de fertilizantes da Petrobras voltada à produção de ureia e amônia para o agronegócio. Atualmente, o Brasil depende quase totalmente da importação de ureia, usada como principal fonte de nitrogênio na agricultura. O produto é aplicado em culturas como milho, cana-de-açúcar, trigo, arroz e café.

Capacitação de trabalhadores

Durante o evento, a presidente da Petrobras anunciou um programa de qualificação profissional para moradores de Três Lagoas, voltado à futura operação da fábrica.

"Estamos garantindo 8 mil postos de trabalho, entre diretos e indiretos, num lugar pequeno. Isso significa que temos que treinar pessoas. Aprovamos o projeto Autonomia e Renda Três Lagoas para que essa qualificação seja feita", afirmou Magda Chambriard.

Serão abertas 1,4 mil vagas em cursos de formação e capacitação profissional, em parceria com Sesi, Senai e institutos federais.

Sobre a UFN-III

As obras da unidade começaram em 2011, mas foram interrompidas em 2014. Em 2017, a Petrobras chegou a colocar o empreendimento à venda como parte do processo de desinvestimento no setor de fertilizantes.

Após idas e vindas jurídicas, o projeto foi retomado e agora volta a receber investimentos para conclusão. A previsão é de que a fábrica produza cerca de 1,2 milhão de toneladas de ureia e 70 mil toneladas de amônia por ano.

A localização deve atender produtores de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná e São Paulo, principais polos do agronegócio no país.

À surveiller

Perspective IA — des possibilités, pas des certitudes

  • As obras da UFN-III serão retomadas em julho.

    Très probable · En quelques mois

  • A fábrica iniciará operações em 2029.

    Probable · En quelques années

Questions ouvertes

  • Qual o cronograma detalhado das obras até 2029?
  • Como será a distribuição dos 8 mil empregos?
  • Quais os impactos ambientais da fábrica?

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This article was originally published by G1.

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