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Mulher encontrada degolada após morte do marido em acidente em Itapetininga (SP)
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G117.06.2026Crime3 dk okumaBrazil

Mulher encontrada degolada após morte do marido em acidente em Itapetininga (SP)

L'essentiel

  • Sara Letícia Rodrigues, 25, foi encontrada morta em Itapetininga (SP) após seu marido, Diego da Silva Rodrigues, morrer em um acidente.
  • A polícia suspeita de feminicídio seguido de suicídio.
  • O casal estava em processo de divórcio.

Résumé généré par IA

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Sara Letícia Rodrigues, 25, foi encontrada morta em Itapetininga (SP) após seu marido, Diego da Silva Rodrigues, morrer em um acidente. A polícia suspeita de feminicídio seguido de suicídio.

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Sara Letícia Rodrigues, de 25 anos, foi encontrada degolada em Itapetininga (SP) na segunda-feira (16), após seu marido, Diego da Silva Rodrigues, morrer em um acidente.

A polícia tentou avisar Sara sobre o acidente de Diego, mas o irmão da vítima a encontrou morta na cama do casal, sob um tecido.

Investigadores suspeitam de feminicídio seguido de suicídio. O casal, que tinha um filho de um ano, assinaria o divórcio no dia do crime.

Diego teria deixado a criança com a avó paterna antes de cometer o crime. Documentos de separação foram encontrados na residência do casal.

O homem morreu ao bater de frente com uma carreta no quilômetro 185 da Rodovia Raposo Tavares (SP-270). A Polícia Civil tentou entrar em contato com Sara para avisá-la da morte do marido, que trabalhava como motorista de transporte escolar na cidade. No entanto, o irmão dela a encontrou degolada e encoberta por um cobertor na casa do casal.

Sara Letícia e Diego tinham um filho de um ano, que, segundo a Polícia Civil, foi deixado pelo pai na casa da avó momentos antes do acidente. Conforme informações preliminares apuradas pela corporação, o casal assinaria o divórcio naquele dia, e o homem, que deixou dois irmãos, não teria aceitado o fim do relacionamento.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Itapetininga como feminicídio seguido de suicídio.

O corpo de Diego foi sepultado no Cemitério Municipal de Alambari (SP), enquanto Sara Letícia foi enterrada no Cemitério São João Batista, em Itapetininga, na manhã desta quarta-feira (17).

Em processo de separação

Segundo o delegado Luiz Henrique Nunes, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itapetininga, após o acidente de Diego, os policiais entraram em contato com familiares do homem e tentaram avisar a esposa sobre o ocorrido. No entanto, ela não foi localizada por telefone.

"A esposa, então, se dá por desaparecida. Esse é o primeiro contato que chega para a Delegacia Seccional. Neste momento, um irmão da esposa, percebendo que realmente algo de estranho estava acontecendo, consegue entrar na casa do casal, pula o muro e, lá, descobre a irmã morta em cima da cama", explica o delegado.

Ainda segundo o delegado, a polícia encontrou, na residência da família, na Vila Asem, documentos que indicam que o casal estava em processo de separação e pretendia formalizar o divórcio. As autoridades seguem investigando se os dois iriam seguir com o processo.

"Existe essa notícia de que eles iriam assinar o divórcio. Tanto que em uma bolsinha dela separada estavam certidão de casamento, certidão do filho, documentos aparentemente reservados para serem levados a esse divórcio. Uma das possibilidades que nos norteiam é de que ele não aceitava o final do relacionamento e acaba por cometer este crime contra a ex-esposa", aponta o delegado.

A polícia investiga se Diego matou Sara e se matou. Ainda segundo o delegado, a suspeita é de que o homem deixou a criança aos cuidados da avó paterna para cometer o crime. Veja o que se sabe sobre o caso clicando nesta reportagem.

"O principal indício até o momento é de que ele tenha cometido o feminicídio, deixado o filho com a mãe e, em seguida, partido para o suicídio. Estamos trabalhando com indícios, e é importante destacar isso. Mas, neste momento, a linha investigativa aponta para um feminicídio seguido do suicídio do autor", afirmou.

O acidente

Em imagens feitas por motoristas que passavam pelo local, é possível observar que o carro de Diego ficou destruído após a batida. Em outro registro, a carreta envolvida no acidente aparece próxima a um barranco de terra às margens da pista.

Segundo a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), a carreta seguia pela rodovia quando, na altura do quilômetro citado, o carro invadiu a contramão. Sem tempo de desviar, os dois bateram de frente.

Questions ouvertes

  • O que motivou o crime?
  • O divórcio seria formalizado?
  • Houve violência prévia no relacionamento?

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This article was originally published by G1.

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