Operação Pulso Firme desarticula quadrilha de roubo a carros de luxo em Pernambuco
L'essentiel
- Operação Pulso Firme desarticula quadrilha especializada em roubo de carros de luxo em Pernambuco.
- Criminosos usavam táticas para dificultar identificação e escalavam duplas de São Paulo para os assaltos.
Résumé généré par IA
Pourquoi c'est important
A quadrilha roubava carros de luxo em bairros nobres, visando ocupantes com relógios de alto valor. Criminosos usavam táticas para dificultar a identificação, como a troca de capacetes e adulteração de motos.
A investigação começou em janeiro deste ano, quando duas pessoas foram presas por um roubo em Boa Viagem, na Zona Sul.
Um deles era o chefe da quadrilha, que, segundo a polícia, escolhia as vítimas "em tempo real" e mandava um comparsa, que também foi preso, roubá-las.
Na Operação Pulso Firme, foram expedidos três mandados de prisão e um de busca e apreensão.
As buscas foram realizadas na casa de um integrante que dava suporte logístico aos criminosos, no bairro de Caixa D'Água, em Olinda.
O delegado João Paulo de Andrade, titular da Delegacia de Roubos e Furtos, afirmou que, após os roubos, os criminosos trocavam de capacete e adulteravam as motos utilizadas, para dificultar a identificação.
"Logo após as subtrações, eram guardadas as motocicletas adulteradas e roubadas, as armas de fogo utilizadas e empregadas nesse assalto, bem como também identificamos, através de apreensão de cupom fiscal, compras de capacetes que a cada roubo eram substituídos. Eles usavam novos capacetes para dificultar a identificação por parte da polícia", informou o delegado.
Ele disse, ainda, que a cada assalto, novas duplas de ladrões vindos de São Paulo eram "escaladas".
"Tem um imóvel em Caixa d'Água, que dava suporte a esse grupo criminoso, em que havia uma substituição de assaltantes naturais do estado de São Paulo. A cada assalto chegavam novas duplas para executar. Um executava a observação das vítimas em tempo real, passava essas informações sobre carros de luxo para um segundo integrante que realizava a abordagem armada", disse.
"Sempre atuavam em bairros nobres, normalmente observando carros de luxo, cujos ocupantes estavam na posse de relógios de alto valor. E aí vinha a ordem, após as vítimas serem escolhidas, para que um segundo integrante realizasse a abordagem armada. Havia uma espécie de olheiro treinado. O chefe dessa associação criminosa armada tinha o modus operandi profissionalizado para reconhecer, um olhar apurado para reconhecer esse tipo de relógio", declarou o delegado.
Questions ouvertes
- Quantos assaltos foram cometidos pela quadrilha?
- Qual o valor total dos bens roubados?
- Há outros membros da quadrilha foragidos?





