Dernière minute
DEUSA beenden Angriffe gegen Iran – Teheran droht mit VergeltungDEUSA greifen nach Angriffen auf Handelsschiffe Ziele im Iran anKR1호선 일부 구간 단전으로 출근길 대란…용산역 등 인파 몰려KR미군, 이란 상선 공격 대응해 80개 이상 표적 타격 완료CN美軍針對伊朗發動新一波空襲,打擊80多個目標CN巴威颱風逼近!龜山島9日起預警性封島4天ARالولايات المتحدة تلغي رفع العقوبات النفطية عن إيران وتؤكد "تصرفات طهران غير مقبولة"CN2026国际武联第四届武术套路世界杯在海口开赛,中国队暂列榜首JP大谷翔平、メジャー通算300号まであと1本 ドジャース監督「非常に速く感じる」INअर्जेंटीना के ख़िलाफ़ मिली हार के बाद मिस्र ने क्यों कहा- 'हुई नाइंसाफ़ी', मेसी पर भी साधा निशानाDEUSA beenden Angriffe gegen Iran – Teheran droht mit VergeltungDEUSA greifen nach Angriffen auf Handelsschiffe Ziele im Iran anKR1호선 일부 구간 단전으로 출근길 대란…용산역 등 인파 몰려KR미군, 이란 상선 공격 대응해 80개 이상 표적 타격 완료CN美軍針對伊朗發動新一波空襲,打擊80多個目標CN巴威颱風逼近!龜山島9日起預警性封島4天ARالولايات المتحدة تلغي رفع العقوبات النفطية عن إيران وتؤكد "تصرفات طهران غير مقبولة"CN2026国际武联第四届武术套路世界杯在海口开赛,中国队暂列榜首JP大谷翔平、メジャー通算300号まであと1本 ドジャース監督「非常に速く感じる」INअर्जेंटीना के ख़िलाफ़ मिली हार के बाद मिस्र ने क्यों कहा- 'हुई नाइंसाफ़ी', मेसी पर भी साधा निशाना
Newsgather
BackRecursos do conglomerado Master foram para grandes bancos, diz BC
Recursos do conglomerado Master foram para grandes bancos, diz BC
ACTU
Agência Brasil Economia25.05.2026Business2 dk okumaBrazil

Recursos do conglomerado Master foram para grandes bancos, diz BC

L'essentiel

Relatório do Banco Central indica que a maior parte dos R$ 37,7 bilhões pagos pelo FGC a clientes do conglomerado Master foi destinada a bancos de grande porte (S1 e S2), sem gerar risco sistêmico ao sistema financeiro nacional.

Résumé généré par IA

Pourquoi c'est important

O conglomerado Master passou por liquidação extrajudicial, e o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) ressarcou R$ 37,7 bilhões a seus clientes. O Banco Central (BC) divulgou o Relatório de Estabilidade Financeira (REF) do segundo semestre de 2025, analisando os desdobramentos.

Taille de police

Os recursos ressarcidos a clientes do conglomerado Master foram destinados principalmente para bancos de maior porte após a liquidação extrajudicial das instituições do grupo, informou nesta segunda-feira (25) o Banco Central (BC).

A avaliação consta no Relatório de Estabilidade Financeira (REF) do segundo semestre de 2025, divulgado pela autoridade monetária.

Segundo o documento, o episódio não provocou efeitos sistêmicos no Sistema Financeiro Nacional (SFN).

“A liquidação extrajudicial de instituições integrantes do conglomerado Master não gerou efeitos sistêmicos no SFN”, destacou o relatório do BC.

Recursos migraram

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) pagou R$ 37,7 bilhões a clientes do Master, Master BI e Letsbank de 19 de janeiro a 27 de fevereiro deste ano.

Desse total, R$ 20,77 bilhões, equivalente a 55,1%, foram destinados a títulos emitidos por instituições financeiras.

Outros R$ 1,47 bilhão foram aplicados em títulos privados, enquanto R$ 15,46 bilhões tiveram outras destinações.

Segundo o Banco Central, os maiores bancos do sistema financeiro concentraram a maior parte dos recursos devolvidos pelo FGC.

Instituições classificadas como S1, categoria que reúne bancos com ativos equivalentes a pelo menos 10% do PIB ou forte atuação internacional, absorveram 40,9% dos valores.

Já os bancos S2, de grande porte e relevância sistêmica, receberam 24,2% dos recursos.

Risco sistêmico

Durante apresentação do relatório, o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino, afirmou que a migração dos recursos foi acompanhada detalhadamente pela autoridade monetária.

“Os recursos foram direcionados principalmente para instituições classificadas como S1 e S2”, declarou. Segundo Aquino, o BC monitorou a movimentação “CPF por CPF e CNPJ por CNPJ”.

O diretor também afirmou que a liquidação “não gerou efeito no sistema financeiro” e destacou que o conglomerado Master representava cerca de 0,1% dos ativos totais do sistema bancário brasileiro.

Na semana passada, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também minimizou o risco sistêmico envolvendo o caso.

“Um banco S3, na terceira divisão do futebol do sistema financeiro, não oferece risco sistêmico”, afirmou Galípolo.

Sistema sólido

O Banco Central reiterou no relatório que o sistema financeiro brasileiro permanece sólido mesmo em um ambiente de juros elevados e aumento da inadimplência.

“O BC considera que não há risco relevante para a estabilidade financeira. O SFN permanece com capitalização e liquidez confortáveis”, diz o documento.

Segundo o Relatório de Estabilidade Financeira, os testes de estresse indicam que os bancos mantêm capacidade de resistência em cenários adversos.

A autoridade monetária também afirmou que a rentabilidade das instituições financeiras ficou praticamente estável no segundo semestre de 2025.

“O crescimento dos resultados operacionais, ainda que em ritmo menor, compensou o aumento do custo com provisões”, avaliou o BC.

Crédito desacelera

O relatório mostra ainda que o crédito perdeu ritmo em 2025, tanto para famílias quanto para empresas.

Entre as pessoas físicas, o Banco Central identificou aumento do comprometimento da renda e avanço da inadimplência em todas as modalidades de crédito.

“A trajetória de alta da probabilidade de inadimplência deve continuar na maior parte das modalidades”, informou a autoridade monetária.

Apesar disso, o BC afirmou que os bancos continuam com provisões adequadas para absorver perdas esperadas.

Pix cresce

O relatório também apontou crescimento do Pix no sistema de pagamentos brasileiro.

Segundo o Banco Central, a ferramenta respondeu por 29% das transações no varejo no segundo semestre de 2025.

Questions ouvertes

  • Qual a porcentagem exata dos recursos que foram para títulos emitidos por instituições financeiras?
  • Quais foram as outras destinações dos R$ 15,46 bilhões restantes?
  • Quais bancos específicos foram classificados como S1 e S2 que receberam os recursos?
  • Qual o impacto exato do aumento da inadimplência na rentabilidade dos bancos no médio prazo?

Sujets liés

This article was originally published by Agência Brasil Economia.

Articles liés

Plus sur ce sujetBanco Central