Seleção Brasileira: Ancelotti testa mudanças e Neymar pode voltar contra a Escócia
L'essentiel
- Com Raphinha lesionado e Casemiro/Douglas Santos pendurados, Ancelotti cogita mudanças na Seleção Brasileira contra a Escócia.
- Neymar pode retornar, enquanto o time busca a liderança do grupo para evitar viagens longas.
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Pourquoi c'est important
A Seleção Brasileira enfrenta a Escócia em um jogo crucial, com o técnico Carlo Ancelotti considerando mudanças no time devido a lesões e cartões. O objetivo é garantir a liderança do grupo para otimizar a logística na próxima fase.
Falar em mudanças no time com Ancelotti já é o novo normal da Seleção Brasileira. São 14 escalações diferentes em 14 jogos sob comando do mister - e, agora, o Brasil vai para mais uma novidade. Até porque um titular absoluto, Raphinha, se machucou e ainda não tem previsão de retorno. Candidatos a essa vaga não faltam. Rayan foi o escolhido para entrar contra o Haiti. Mas Luiz Henrique, Endrick e Gabriel Martinelli também podem ser escolhidos.
"Com certeza, todos ali estão dando o seu melhor dentro de campo para estar preparado. Mas a decisão é do mister", diz Gabriel Martinelli, atacante da Seleção.
Mas as alterações podem não estar relacionadas somente ao desenho tático ou à forma de jogar. O receio de perder jogadores importantes para a sequência da Copa seria outro motivo para mexer no time. Dois titulares, Casemiro e Douglas Santos, têm cartão amarelo. Se receberem mais um contra a Escócia, terão que cumprir suspensão na segunda fase.
Alisson foi poupado nesta segunda-feira (22). De acordo com informações da CBF, apenas para um controle na carga de treinamentos. O goleiro teve uma séria lesão muscular na coxa direita em março e ficou dois meses afastado. Por outro lado, Neymar está liberado para atuar e tem chances de jogar alguns minutos pela primeira vez nessa Copa.
Neymar está liberado para enfrentar a Escócia e tem chances de jogar alguns minutos pela primeira vez nessa Copa — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
"Ele está em um nível muito alto. A intensidade também, do jeito que ele voltou, a gente vê que ele está querendo muito, e a gente fica muito feliz de ter um jogador como ele ao nosso lado e disponível e com a vontade que ele está tendo também", diz Gabriel Martinelli.
Nesta terça-feira (23) de manhã, a equipe faz o último treino antes de viajar para Miami, e Ancelotti vai levar esses mistérios todos com ele na bagagem.
Felipe Brisolla conta quem vai apitar Brasil e Escócia:
"Os jogadores descansam nesse momento na concentração. O árbitro do jogo vai ser o mexicano César Ramos. Ele já apitou duas partidas do Brasil no passado - dois empates. Um deles, lá na Copa de 2018, contra a Suíça. Os atletas reclamaram do mexicano naquela partida. Ele tem sido rigoroso esse ano: aplica uma média de cinco cartões amarelos por partida. Os especialistas dizem que é um número alto. Os jogadores vão ter que ficar bem de olho nessa questão. Aliás, a Seleção quer muito passar na primeira colocação porque, além de evitar viagens longas (a partida seria no México), tem uma questão de manter a base. A CBF já informou que a Seleção Brasileira fica aqui na região de Nova Jersey se passar na primeira colocação. Caso contrário, vai ser uma equipe itinerante a partir da segunda fase", conta o repórter Felipe Brisolla.
Escócia
O jogo não vai ser fácil, não. É uma decisão para a Escócia também. O Edgar Alencar traz as informações sobre nosso adversário da quarta-feira (24).
A delegação da Escócia vai ficar hospedada em um hotel em Miami. Pela programação, os jogadores treinaram na manhã desta segunda-feira (22) ainda na base da equipe nos Estados Unidos, que fica em Charlotte, na Carolina do Norte. E a última atividade antes do jogo contra o Brasil será na manhã desta terça-feira (23) em um complexo esportivo de Miami.
Para a torcida brasileira, é bom ficar de olho no Scott McTominay. É um meia-atacante que usa a camisa 4, jogador do Napoli, da Itália, craque do time escocês. A Escócia tem três pontos no Grupo C e precisa de um bom resultado na quarta-feira (24) para tentar um feito inédito: esta é a nona participação da Escócia em Copas do Mundo e, até aqui, nunca passou da fase de grupos.
Comentários
Paulo Nunes e Renata Vasconcellos em Nova York, nos Estados Unidos — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
Renata Vasconcellos: Será que o Ancelotti mexe mesmo no time para o jogo contra a Escócia?
Paulo Nunes, comentarista: Eu não mexeria. Até porque a gente precisa da vitória para mudar a logística da Seleção Brasileira. É um jogo muito difícil. A seleção escocesa é muito forte defensivamente. Eu continuaria com a equipe titular.
Renata Vasconcellos: Mas você acha que ele mexe ou não?
Paulo Nunes: Acho que não porque é um jogo muito importante para a Seleção Brasileira.
Renata Vasconcellos: Qual seria o seu time ideal contra a Escócia?
Paulo Nunes: Eu levaria, de novo, a equipe praticamente que começou o jogo contra o Haiti. Com Alisson, Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Paquetá. Eu mudaria no lado direito. Eu colocaria o Luiz Henrique, porque o Luiz Henrique é um jogador de drible, e essa defesa da seleção escocesa vai jogar muito atrás. Então, a gente precisa quebrar essa linha.
Classificados
Mexico (líder do Grupo A)
Estados Unidos (líder do Grupo D)
Alemanha (líder do Grupo E)
Argentina (líder Grupo J)
Eliminados
Haiti (lanterna do Grupo C)
Turquia (lanterna do Grupo D)
Tunísia (lanterna do Grupo F)
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Ancelotti fará mudanças na escalação contra a Escócia.
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Neymar jogará alguns minutos contra a Escócia.
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Questions ouvertes
- Quais serão as escalações definitivas?
- Como o time reagirá às possíveis mudanças?
- Neymar jogará os minutos esperados?






