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Servidor é preso em flagrante cobrando por exames no HGR
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G102.06.2026Crime2 dk okumaBrazil

Servidor é preso em flagrante cobrando por exames no HGR

L'essentiel

  • Um servidor público foi preso em flagrante dentro do Hospital Geral do Rio (HGR) por cobrar ilegalmente por exames.
  • A secretária de Segurança Pública se disfarçou de médica para realizar a operação, que desarticulou um esquema de cobrança ilegal que já durava seis meses e envolvia pelo menos 30 pacientes.

Résumé généré par IA

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Um servidor público foi preso em flagrante dentro do Hospital Geral do Rio (HGR) por cobrar ilegalmente por exames. A operação foi conduzida pela Secretaria de Segurança Pública (Sesp), que identificou um esquema de cobrança ilegal que já durava seis meses e envolvia pelo menos 30 pacientes.

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O servidor atuava na cobrança ilegal havia seis meses e recebeu dinheiro de ao menos 30 pacientes, segundo a Secretaria de Segurança Pública (Sesp), que conduziu a operação. Um casal também é suspeito de envolvimento, mas não foi localizado.

Ele foi preso dentro do HGR pela delegada e secretária da Sesp, Eliane Gonçalves. A delegada se vestiu de médica para não levantar suspeitas e flagrar a ação do técnico.

"Utilizei uma vestimenta como se eu fosse uma médica para ter acesso a ele sem despertar curiosidade ou alertar o acusado. Os três agentes que me acompanhavam também estavam vestidos à paisana. Nós só o retiramos do local depois de falar com a chefe dele por telefone e aguardar a chegada de um servidor para substituí-lo no guichê dos exames, para que ninguém fosse prejudicado", disse Eliane.

O trabalho teve o apoio do Departamento de Inteligência da Sesp (Deint). Na delegacia, ele foi autuado em flagrante pelos crimes de peculato, que é quando um servidor usa ou desvia recursos do públicos para obter vantagem pessoal, e associação criminosa.

O técnico foi preso após a Secretaria de Saúde (Sesau), responsável pelo HGR, identificar que ele cobrava por exames. Nessa segunda, por volta das 18h, uma paciente chegou à unidade para realizar o procedimento e foi recebida por um intermediário, que recebeu o dinheiro e a orientou a entrar no hospital.

"Ele a buscou, levou para fazer o exame e a paciente só foi liberada após a confirmação do PIX", detalhou a secretária-adjunta da Sesau, Juliana Gomes.

A Sesau reiterou que nenhum serviço do SUS é vendido. “Ainda mais dentro de uma unidade hospitalar de alta complexidade, como o HGR, onde a maioria dos pacientes que realiza ressonância magnética é composta por pessoas que sofreram AVC ou por pacientes oncológicos, que acabam tendo atraso em seus tratamentos por causa dessas interferências", frisou Juliana.

Questions ouvertes

  • Qual a extensão total do esquema de cobrança ilegal?
  • Quantos outros servidores podem estar envolvidos?
  • Qual o valor total desviado?
  • Quais as consequências para os pacientes que pagaram pelos exames?

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This article was originally published by G1.

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