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Sítio Arqueológico de Talismã é aberto para visitação pública
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G127.06.2026Other1 dk okumaBrazil

Sítio Arqueológico de Talismã é aberto para visitação pública

L'essentiel

  • O sítio arqueológico de Talismã, com 957 hectares e vestígios da tradição Aratu/Uru, foi aberto para visitação pública.
  • O local, que possui restrições a atividades econômicas, visa promover educação patrimonial, pesquisa e turismo cultural.

Résumé généré par IA

Pourquoi c'est important

O sítio arqueológico de Talismã, com 957,18 hectares, possui restrições a atividades econômicas para favorecer sua preservação. Artefatos como cerâmica da tradição Aratu/Uru e ferramentas de pedra foram descobertos.

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O sítio possui 957,18 hectares e 18,57 km de perímetro e, sob a cautela do Iphan, possui cercas de proteção delimitando a área. O local conta com restrições ao desenvolvimento de atividades econômicas, o que, consequentemente, favorece a sua preservação.

Entre os artefatos descobertos no sítio arqueológico de Talismã, há vestígios de cerâmica da tradição Aratu/Uru, uma mão de pilão lítica e pedras lascadas usadas como ferramentas.

Os itens poderiam comprovar a presença dos Avá-Canoeiro na região até o violento embate na Ilha do Tropeço, em 1740, com tropas coloniais, de acordo com a Prefeitura de Talismã. Após a identificação em acompanhamento técnico realizado pelo Iphan, o município publicou um decreto que reconhece formalmente a relevância cultural da área e estabelece instrumentos de proteção.

O patrimônio cultural é uma homenagem ao patriarca da propriedade em que o sítio está localizado. A descoberta aconteceu em 2025, depois da morte do senhor Furtunato Pinto do Nascimento. Foi ele quem difundiu a existência dos vestígios ligados ao período pré-colonial, segundo o secretário de Meio Ambiente e Defesa Civil, João Carlos.

A abertura oficial para visitação do público busca ampliar ações de educação patrimonial, pesquisa científica e turismo cultural. As visitas podem ser realizadas mediante agendamento com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Defesa Civil ou Instituto Anjos da Selva.

O superintendente do Iphan no Tocantins, Danilo Curado, conta que a abertura oficial do sítio "fortalece a preservação da memória, da história e das referências culturais da região".

Questions ouvertes

  • Quais outros vestígios podem ser encontrados?
  • Qual o impacto do turismo cultural na preservação?

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This article was originally published by G1.

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