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Suzano integra conservação e cultivo florestal em São Paulo
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Suzano integra conservação e cultivo florestal em São Paulo

L'essentiel

  • Suzano destina 40% de sua área em SP (140 mil hectares) para conservação, integrando cultivo florestal e proteção ambiental.
  • Ações incluem restauração de 15 mil hectares e monitoramento de biodiversidade e incêndios.

Résumé généré par IA

Pourquoi c'est important

A base florestal da Suzano em São Paulo abrange mais de 100 municípios, com 140 mil hectares destinados à conservação, integrando cultivo florestal e proteção ambiental.

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A base florestal da companhia no estado abrange mais de 100 municípios, com aproximadamente 140 mil hectares destinados à conservação, o que representa cerca de 40% de toda a área sob gestão no estado. Essas áreas formam uma rede que contribui para o equilíbrio climático, a manutenção da biodiversidade e a proteção de recursos hídricos.

Na prática, isso representa uma área equivalente a um município inteiro conservado, incluindo florestas nativas, nascentes e corredores ecológicos que conectam diferentes fragmentos da Mata Atlântica.

O modelo adotado pela empresa busca integrar cultivo florestal e conservação ambiental, respeitando as características de cada região e promovendo a conectividade entre áreas naturais.

Essa estratégia é complementada pela gestão de Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVCs), que concentram atributos ambientais e sociais relevantes, como habitats de espécies ameaçadas, nascentes estratégicas e regiões com importância para comunidades locais. A Biodiversidade é um dos principais indicadores utilizados para avaliar a qualidade ambiental dessas áreas.

A conservação é acompanhada por ações de restauração ecológica. Até 2025, a empresa iniciou a restauração de aproximadamente 15 mil hectares no estado de São Paulo, sendo 2,6 mil hectares nos últimos três anos, com prioridade para Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reserva Legal (RL).

Esse conjunto de ações contribui diretamente para a segurança hídrica da região, beneficiando o meio ambiente e as comunidades locais.

A presença de fauna silvestre é um dos principais sinais da qualidade ambiental dessas áreas. Programas contínuos de monitoramento registram centenas de espécies, incluindo animais ameaçados de extinção.

Entre eles está o muriqui-do-sul, considerado o maior primata das Américas e fundamental para a regeneração da floresta. Também há registros de aves ameaçadas, como o bicudinho-do-brejo paulista.

Parcerias com universidades e organizações ambientais reforçam esse trabalho, ampliando o conhecimento científico e a proteção da biodiversidade nas áreas onde a empresa atua.

A proteção das florestas também envolve tecnologia e atuação integrada. Em São Paulo, a Suzano participa de iniciativas colaborativas de prevenção e combate a incêndios, contribuindo para a proteção de áreas públicas e privadas.

O monitoramento utiliza câmeras de alta resolução, inteligência artificial e centrais de operação 24 horas por dia, permitindo respostas mais ágeis e maior segurança ambiental.

As ações realizadas no Vale do Paraíba estão conectadas a uma estratégia global de sustentabilidade. A Suzano atua no desenvolvimento de produtos de origem renovável e em iniciativas voltadas à bioeconomia, promovendo o uso sustentável de recursos naturais.

Entre os compromissos da empresa estão a ampliação da conectividade entre áreas naturais, a redução de impactos ambientais e metas sociais voltadas ao desenvolvimento das regiões onde atua.

Além da conservação ambiental, a atuação da companhia contribui para o desenvolvimento local. No estado de São Paulo, iniciativas apoiadas pela Suzano já beneficiaram mais de 8,5 mil pessoas em projetos de geração de renda, economia criativa e inclusão produtiva.

Questions ouvertes

  • Quais os resultados concretos da restauração em termos de biodiversidade?
  • Como a IA impacta a eficiência do combate a incêndios?

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This article was originally published by G1.

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