Dernière minute
ITSpionaggio, due ex 007 italiani arrestati: vendevano segreti a Mosca. Espulsi due diplomatici russiCNTrump Refuses to Sign Bipartisan Housing Bill in ProtestRUIran Warns US Attacks Will Not Go UnansweredITUcraina, raid di droni nel sud della Russia: depositi di petrolio in fiamme. LIVEARتحقيق يكشف عن تلاعب ممنهج بتعليقات وسائل الإعلام الأوروبية على إنستغرام وفيسبوكTRRedmi K100 Serisi Lansman Takvimi Değişiyor: Pro Max Öne ÇıkabilirCN国家科学技术奖揭晓:科技创新支撑中国式现代化INTLCircle Granted Trust Bank Charter by OCC, Shares RiseDEProzess um Wilke-Wurst-Skandal: Angeklagte sollen für elf Todesfälle verantwortlich seinKRSK하이닉스 곽노정 사장, 나스닥 ADR 상장 기념 연설 "생태계 기여 책임 부응"ITSpionaggio, due ex 007 italiani arrestati: vendevano segreti a Mosca. Espulsi due diplomatici russiCNTrump Refuses to Sign Bipartisan Housing Bill in ProtestRUIran Warns US Attacks Will Not Go UnansweredITUcraina, raid di droni nel sud della Russia: depositi di petrolio in fiamme. LIVEARتحقيق يكشف عن تلاعب ممنهج بتعليقات وسائل الإعلام الأوروبية على إنستغرام وفيسبوكTRRedmi K100 Serisi Lansman Takvimi Değişiyor: Pro Max Öne ÇıkabilirCN国家科学技术奖揭晓:科技创新支撑中国式现代化INTLCircle Granted Trust Bank Charter by OCC, Shares RiseDEProzess um Wilke-Wurst-Skandal: Angeklagte sollen für elf Todesfälle verantwortlich seinKRSK하이닉스 곽노정 사장, 나스닥 ADR 상장 기념 연설 "생태계 기여 책임 부응"
Newsgather
BackTJ-SP declara inconstitucional decreto de Ricardo Nunes sobre poluição sonora
TJ-SP declara inconstitucional decreto de Ricardo Nunes sobre poluição sonora
Politique
G115.06.2026Politique4 dk okumaBrazil

TJ-SP declara inconstitucional decreto de Ricardo Nunes sobre poluição sonora

L'essentiel

  • TJ-SP declara inconstitucional decreto de Ricardo Nunes sobre poluição sonora.
  • MP apontou descumprimento ao pacto federativo e ofensa a diretrizes ambientais.
  • Magistrados entenderam que decreto inovava ao fixar limites e criar exceções.

Résumé généré par IA

Pourquoi c'est important

O Ministério Público moveu ação contra um decreto da gestão Ricardo Nunes que flexibilizava limites de poluição sonora para obras. O MP alegou descumprimento ao pacto federativo e a normas ambientais.

Taille de police

A ação movida pelo Ministério Público apontou descumprimento ao pacto federativo e ofensa a diretrizes nacionais sobre poluição sonora, como normas técnicas e resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

O órgão, por meio da Procuradoria-Geral de Justiça, argumentou que a competência municipal para suplementar leis federais não pode regredir no nível de proteção ambiental.

Durante o processo, a gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) alegou que um decreto regulamentar não deveria sofrer controle direto de inconstitucionalidade, por ter caráter secundário e, neste caso, complementar à Lei de Zoneamento de 2016.

Segundo a prefeitura, seria impossível fiscalizar obras em andamento sem o decreto, já que a regulamentação anterior não abarcava ruídos de obras.

O argumento foi rejeitado pelo desembargador Ademir Benedito, relator da ação no TJ-SP, e pelos outros membros do Órgão Especial.

Os magistrados entenderam que o decreto inovou no ordenamento jurídico ao fixar limites e criar exceções, sendo considerada norma de efeito primário e estando sujeita ao controle de constitucionalidade.

"Patente, portanto, a inconstitucionalidade do Decreto [...], na medida em que estabelece padrões máximos de ruídos mais degradantes do que aqueles definidos em normas federais, e, ainda, excepciona certas situações dos níveis estabelecidos de pressão sonora, usurpando, desse modo, a esfera legislativa geral da União em matéria ambiental, e violando o pacto federativo", diz trecho do acórdão, publicado na última quarta-feira (10).

O desembargador Ademir Benedito destacou que "nada justifica que o interesse local na conservação ambiental seja menor do que aquele de outros entes federativos", e que a população de uma megalópole como São Paulo não deve ser submetida a níveis de ruído mais intensos do que os suportados por habitantes de outras cidades.

O decreto questionado permitiu a emissão de ruídos de até 85 decibéis (dB) durante o dia e de 59 dB à noite pela construção civil, enquanto normas federais (como a NBR 10.151, da ABNT) previam limites muito mais rígidos para áreas residenciais: entre 50 e 55 dB de dia e entre 45 e 50 dB à noite.

A regra municipal também criava uma série de exceções que liberavam totalmente o barulho de algumas atividades, como movimentação de terra e carga e descarga.

O g1 solicitou à Prefeitura de São Paulo um posicionamento sobre a decisão do TJ-SP, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

Um projeto de lei proposto por Nunes para alterar as regras do Programa do Silêncio Urbano (Psiu) reproduz parte dos dispositivos derrubados pelo TJ-SP como os limites de ruído para a construção civil durante o dia e à noite e exceções para determinadas fases das obras.

Embora tenha sido anunciada como endurecimento da fiscalização de construções barulhentas, a proposta reduz o valor das multas para reincidentes e dá uma chance extra antes da prefeitura embargar a obra.

A discussão acontece em meio a um crescimento nos acionamentos da população ao Psiu. No ano passado, a capital registrou recorde nas reclamações de barulho, com 50 mil registros no canal 156.

Questions ouvertes

  • Qual será a resposta da Prefeitura de São Paulo à decisão?
  • O projeto de lei de Nunes será alterado?
  • Como a decisão impactará outras cidades?

Sujets liés

This article was originally published by G1.

Articles liés

Plus sur ce sujetpoluição sonora