
Vagas de Emprego no Rio de Janeiro e Bacia de Campos
Mais de 115 vagas de emprego estão abertas em empresas como Drogarias Riofarma, Ocyan & Mota-Engil e Enel Brasil, com oportunidades para diversas funções no Rio de Janeiro e Bacia de Campos.

Mais de 115 vagas de emprego estão abertas em empresas como Drogarias Riofarma, Ocyan & Mota-Engil e Enel Brasil, com oportunidades para diversas funções no Rio de Janeiro e Bacia de Campos.

Um caminhão transportando 61 bovinos tombou na RJ-168, em Macaé, no Norte Fluminense. O acidente, ocorrido sob chuva, resultou na morte de 18 animais e deixou o motorista ferido. Os animais sobreviventes foram resgatados e os mortos serão descartados em aterro sanitário.

Um soldador terceirizado de 43 anos foi encontrado morto em uma plataforma da Bacia de Campos. O caso, ocorrido em 8 de maio na FSO Cidade de Macaé, é investigado pelo Sindipetro-NF, que cobra apuração detalhada das condições de trabalho.

Moradores do Rio de Janeiro reclamam de helicópteros voando baixo na Barra da Tijuca, desrespeitando regras de altitude. Reuniões com Anac e Decea pedem mais fiscalização e punições. Investigação de acidente aéreo segue.

O tráfego de helicópteros no Rio de Janeiro aumentou 18% desde 2023, com 215 mil operações em 2025. Moradores do Recreio reclamam do barulho constante, enquanto especialistas apontam a expansão do setor de petróleo como principal motor.
A Petrobras anunciou um acordo para adquirir 50% do campo exploratório de petróleo Itaimbezinho, localizado no Polígono do Pré-Sal, na Bacia de Campos. A venda foi feita pela Equinor, e o valor do negócio não foi divulgado. A operação reforça a estratégia da Petrobras de recomposição de reservas e a parceria com a Equinor na região.

Preços do petróleo Brent e WTI sobem devido à falta de acordo nas negociações EUA-Irã e tensões no Estreito de Ormuz. Bolsas europeias, asiáticas e futuras de Wall Street operam em alta, com Nikkei 225 atingindo recorde.
A Petrobras alcançou produção recorde de 3,23 milhões de barris de óleo equivalente por dia no Q1 2026, alta de 3,7% ante o Q4 2025 e 16,1% superior ao Q1 2025. O resultado foi impulsionado pela entrada em operação dos FPSOs P-78 (Búzios), Alexandre de Gusmão (Mero), Anna Nery e Anita Garibaldi (Marlim e Voador), além de 10 novos poços produtores.
A Petrobras voltou a produzir ureia – um dos tipos de fertilizantes mais utilizados no mundo – na fábrica da companhia Araucária Nitrogenados S.A. (Ansa), em Araucária, na região metropolitana de Curitiba. A unidade chegou a ficar seis anos sem produzir o insumo agrícola. A volta da produção, iniciada nesta quinta-feira (30), é vista como uma forma de o Brasil diminuir a importação de fertilizantes, dependendo menos do mercado externo, que enfrentou restrição de oferta e aumento de preços com a guerra na Ucrânia, iniciada em 2022. Notícias relacionadas:Petrobras retomará obras de unidade de fertilizantes em MS.Petrobras faz nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos.O Brasil é um dos principais consumidores de fertilizantes do mundo e importa cerca de 80% do volume que utiliza. Com amplo uso na agricultura, os fertilizantes são substâncias que levam nutrientes às plantas e favorecem o crescimento e, por consequência, na ampliação da produção de alimentos. O diretor industrial e presidente interino da Ansa, Marcelo dos Santos Faria, aponta que a produção de fertilizante é uma “operação estratégica”. “A Ansa volta a produzir ureia em um momento em que ampliar a capacidade interna desse insumo é cada vez mais relevante para o Brasil”, diz. Hibernada em 2020 A Ansa é uma subsidiária da Petrobras e estava hibernada, isto é, parada, desde 2020. À época, a justificativa para interrupção das atividades foi a de que a unidade operava com prejuízo. A decisão de reativar a fábrica de Araucária foi anunciada em 2024. Na primeira entrevista após assumir o cargo, em maio de 2024, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, manifestou o interesse da estatal em investir na produção doméstica do insumo agrícola. Para voltar a produzir fertilizantes em Araucária, a Petrobras investiu R$ 870 milhões. A fábrica passou por um ciclo de preparação, com manutenções, inspeções técnicas, testes operacionais e recomposição de equipes. Vizinha de refinaria A ureia é o terceiro produto a ser obtido pela fábrica reativada. A Ansa já produzia outro tipo de fertilizante, a amônia, além de Agente Redutor Líquido Automotivo (Arla 32), utilizado no controle de emissões de veículos a diesel. A unidade tem capacidade de produção de 720 mil toneladas/ano de ureia, o que corresponde a cerca de 8% do mercado nacional; 475 mil toneladas/ano de amônia e 450 mil m³/ano de Arla 32. A Araucária Nitrogenados fica ao lado da Refinaria Presidente Getulio Vargas (Repar), também da Petrobras. O gás natural é uma das matérias-primas para fabricação de ureia. Foco em fertilizantes A retomada da Ansa faz parte de uma ação mais ampla da Petrobras no mercado de fertilizantes no país. Em maio do ano passado, a estatal assinou acordo para reassumir a posse e a produção de duas fábricas de fertilizantes (Fafen), em Camaçari, na Bahia, e em Laranjeiras, em Sergipe, paradas desde 2023. As duas unidades tinham sido arrendadas à empresa privada Proquigel em 2019, mas foram hibernadas em 2023 por causa de dificuldades financeiras. A unidade da Bahia voltou a produzir em janeiro de 2026; a de Sergipe, em dezembro de 2025. Com a produção em Sergipe, Bahia e Paraná, a participação da Petrobras no mercado interno de ureia deve alcançar aproximadamente 20%, segundo estimativa da companhia. Ampliação de produção Além disso, a Petrobras segue com a conclusão da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III), em Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, que deve iniciar operação comercial em 2029. Dessa forma, a participação da Petrobras no mercado nacional de ureia subirá para 35%. O diretor de Processos Industriais da companhia, William França, reforça que o setor de fertilizantes é estratégico para a Petrobras. “Com as Fafens e, agora, a Ansa em pleno funcionamento, reduzimos a dependência externa de ureia e fortalecemos a cadeia produtiva do agronegócio e da indústria nacional”. A retomada da produção de ureia foi celebrada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), que representa 14 sindicatos de trabalhadores da indústria de óleo e gás. Trabalhadores A fase mobilização para retomar a produção gerou mais de 2 mil empregos. Segundo a estatal, cerca de 700 pessoas trabalharão na operação regular da fábrica. A coordenadora-geral da FUP, Cibele Vieira, afirmou, em nota, que “é com muita emoção que comemoramos o início da produção”. Para ela, é o maior símbolo de que “a luta vale a pena”. “Mesmo que no imediato não conseguimos impedir o fechamento da fábrica, a resistência possibilitou a retomada”, completou.