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Publicações enganosas dizem que 232 empresas fugiram do Brasil para o Paraguai na gestão Haddad
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Publicações enganosas dizem que 232 empresas fugiram do Brasil para o Paraguai na gestão Haddad

Publicações em redes sociais afirmam que mais de 232 empresas brasileiras fugiram para o Paraguai devido à "gestão desastrosa" do ex-ministro Fernando Haddad. No entanto, dados do governo paraguaio indicam que esse número se refere ao total de empresas brasileiras que passaram a produzir no país vizinho desde 2007, e não apenas durante a gestão de Haddad.

G
G1
ACTU
06.05.2026

Durigan diz que Brasil está num bom caminho e prevê superávit este ano

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse, nesta quarta-feira (6), que o papel do seu ministério é manter a estabilidade fina do país. Em entrevista ao programa Alô Alô Brasil, apresentado por José Luiz Datena, ele destacou que  o Brasil está num bom caminho. “Estamos projetando superávit neste ano e no próximo”. Durigan acrescentou que o Ministério da Fazenda já entregou a primeira peça do orçamento para 2027: “É a Lei de Diretrizes Orçamentárias, que já aponta superávit de 0,5% para o próximo ano e vamos seguir nessa toada”. Notícias relacionadas:Governo avalia uso do FGTS para quitar dívidas, diz Durigan.Nova versão do Desenrola será lançada após viagem de Lula, diz Durigan.Durigan fez também uma comparação entre 2026, último ano do atual mandato do presidente Lula, com 2022, que marcou o fim do mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro: “2026 será diferente de 2022. Em 22 também tinha guerra, tinha problemas. O que foi feito em 2022 foi meter os pés pelas mãos. Tomou-se dinheiro dos governadores na mão grande, houve calote em precatórios e as pessoas pararam de receber”. O ministro explicou que naquele ano foi registrado superávit, mas que isso aconteceu porque “empurraram um monte de problemas para a frente”. Na entrevista, Durigan lembrou que o então ministro Fernando Haddad pagou os governadores quase R$ 30 bilhões em 2023, pagou precatório às pessoas, fez a reforma tributária e organizou as contas do país. “Vamos fazer um 2026 com estabilidade na economia”. Risco no abastecimento “Neste ano temos risco no abastecimento [de combustíveis]. É um risco para escoar nossa safra e para os caminhoneiros continuarem trabalhando regularmente”, alertou. “Estamos cuidando para manter o abastecimento firme no país", disse o ministro. Ele informou que, a pedido do presidente, falou com todos os governadores e disse que as coisas não serão feitas como em 2022. "Se tem um problema com todo mundo, vamos dividir a conta, especificamente da importação do diesel. Estamos dividindo a conta e mesmo os [governadores] da oposição toparam, exceto um”. Quem ficou de fora do acordo foi o governo de Rondônia, que não aceitou reduzir o ICMS, imposto estadual que incide sobre o diesel. O ministro explicou que o governo federal tirou o tributo do diesel, mas também do biodiesel “para tratar de maneira paritária o combustível fóssil e o renovável. "Estamos apresentando também ao Congresso a possibilidade de tirar o tributo da gasolina e do etanol, ainda que parcialmente”.

A
Agência Brasil Economia
ACTU
01.05.2026

Ato em São Bernardo mobiliza sindicatos e pede fim da escala 6x1

Alguns milhares de trabalhadores e moradores da região do ABC paulista se reuniram, neste 1° de maio, no Paço Municipal de São Bernardo do Campo, onde acompanharam a festa promovida pelos sindicatos da região, em comemoração ao Dia do Trabalhador. As 26 agremiações, filiadas à Central Única dos Trabalhadores (CUT), se revezaram em discursos e programação musical. Notícias relacionadas:Sindicatos realizam ato pelo direito ao descanso e fim da escala 6x1 .Manifestação em SP pede fim da escala 6x1 e ações contra o feminicídio.As principais pautas pediam o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso (6x1) e a expansão das políticas de combate ao feminicídio, com falas que discutiam a necessidade da participação popular para superar o machismo. O evento contou com a participação de três ministros do governo federal: Luiz Marinho (Ministério do Trabalho e Emprego), Alexandre Padilha (da Saúde) e Leonardo Sarchini (da Educação).  “Toda vez que o presidente Lula governa o país, o 1° de maio costuma ser o dia da celebração mas também é o dia da consciência do trabalhador e da trabalhadora em relação ao que falta fazer. A batalha do ano é fazer o Congresso aprovar, antes das eleições [de outubro], a revisão da jornada 6x1”, discursou Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda. Haddad falou ainda sobre a importância da participação popular para a conquista de outros avanços, como a isenção do Imposto de Renda nas participações de lucros (PLR). Representando o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o presidente da entidade Moisés Selerges comemorou o bom momento para a categoria. “Tivemos conquistas e hoje as taxas de desemprego são as melhores da história. Essas conquistas serão importantes porque somos os trabalhadores e trabalhadoras que produzem a riqueza do nosso país. Agora queremos, precisamos reduzir a jornada de trabalho. A nossa missão é pressionar, lá em Brasília, pra acabar com a jornada 6x1.” Música ao vivo A programação da festa contou com apresentações musicais desde a manhã dessa sexta-feira. Os destaques foram o MC IG e Glória Groove, que se apresentaram no começo da noite.  Segurança  Guarda Civil de São Bernardo durante ato em comemoração ao Dia do Trabalhador - Paulo Pinto/Agência Brasil A Guarda Municipal de São Bernardo fez a segurança do evento, a partir de sua base no próprio Paço. Por volta das 16h interferiu em um confronto localizado, à esquerda do palco, removendo um homem a quem atribuíram ter iniciado uma confusão. No processo afastaram com violência o fotógrafo da Agência Brasil, Paulo Pinto.  

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Agência Brasil Geral