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Monde
09.05.2026

Ativista Thiago Ávila será solto hoje por Israel, informa organização

O ativista brasileiro Thiago Ávila, preso por Israel no mês passado, foi solto neste sábado (9) e deve ser deportado nos próximos dias. A informação é do Centro de Direitos Humanos Adalah, centro de assistência jurídica que acompanha o caso. Além do ativista brasileiro, deve ser libertado e deportado o espanhol Saif Abu Kashek. Os dois foram presos ilegalmente quando força israelenses atacaram um navio da Global Sumud Flotilla, que levava alimentos e itens básicos de sobrevivência para a população de Gaza. Notícias relacionadas:Morre mãe do ativista brasileiro Thiago Ávila, preso em Israel.Detenção de ativista brasileiro em Israel é injustificável, diz Lula.Justiça de Israel prorroga prisão do ativista brasileiro Thiago Ávila.“Hoje, sábado, 9 de maio, o Shabak (agência de inteligência israelense) informou a equipe jurídica do @adalah.legal.center, uma organização membro da FIDH [Federação Internacional de Direitos Humanos], que os dois líderes da Flotilha Global Sumud serão transferidos para as autoridades de imigração ainda hoje, aguardando deportação para seus países de origem”, diz o comunicado divulgado pelo Adalah.  Ainda de acordo com o comunicado, os interrogatórios contra Thiago Ávila e Saif Abukeshek terminaram, após os dois terem sido mantidos em isolamento total “sob condições punitivas e submetidos a maus-tratos e tortura, apesar de sua missão ser inteiramente civil.” O Adalah disse ainda que está acompanhando de perto a situação. Thiago e Saif estão em greve de fome desde o início da detenção. Na terça-feira (5) o Tribunal de Magistrados de Ashkelon, de Israel, havia prorrogado a prisão dos ativistas até amanhã (10). A decisão é do juiz Yaniv Ben-Haroush.  A extensão da prisão do ativista brasileiro foi criticada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva que a classificou como injustificável. Em publicação nas redes sociais, Lula disse que a ação do governo de Israel causou grande preocupação e que deveria ser condenada por todos. O presidente brasileiro acrescentou que só a detenção dos ativistas da flotilha Global Sumud já havia representado uma séria afronta ao direito internacional. Por isso, os governos do Brasil e da Espanha exigiram que os ativistas recebessem plena garantia de segurança e fossem imediatamente soltos. Entenda O brasileiro estava a bordo de um navio da Global Sumud Flotilla, que levava alimentos e itens básicos de sobrevivência para a população de Gaza. A embarcação navegava por águas internacionais, perto da ilha grega de Creta, no dia 30 de abril, no momento em que foi interceptada pelas forças israelenses.  Ávila foi levado a Israel juntamente com o palestino-espanhol Saif Abukeshek. Enquanto mais de 100 outros ativistas pró-palestinos, a bordo de cerca de 20 barcos, foram levados para a ilha grega de Creta. Ávila e outras seis pessoas compõem a delegação brasileira da flotilha. O grupo partiu de Barcelona, com destino a Gaza, em 12 de abril.  Em outubro do ano passado, os militares israelenses já haviam abordado uma flotilha da organização e prenderam mais de 450 participantes, incluindo a ativista sueca Greta Thunberg.

A
Agência Brasil Internacional
Quatro brasileiros são sequestrados por Israel em águas internacionais próximo a Creta
Urgent
Politique·30.04.2026Résumé IA

Quatro brasileiros são sequestrados por Israel em águas internacionais próximo a Creta

Quatro brasileiros foram sequestrados por forças israelenses em águas internacionais próximo à Ilha de Creta, na Grécia, enquanto participavam de missão humanitária da Global Sumud Flotilla rumo à Faixa de Gaza. Os navios haviam partido de Catania, na Itália, em 26 de abril, e foram interceptados na noite de 29 de abril. O grupo denuncia a ação como pirataria e captura ilegal de seres humanos.

A
Agência Brasil Internacional
Sally Rooney, Greta Thunberg and Brian Eno lead 130+ signatories in letter backing banned Palestine Action
En développement
Politique·24.04.2026Résumé IA

Sally Rooney, Greta Thunberg and Brian Eno lead 130+ signatories in letter backing banned Palestine Action

More than 130 prominent scholars, writers and activists including Sally Rooney, Greta Thunberg and Brian Eno have written a seven-word letter to the Court of Appeal supporting Palestine Action ahead of next week's appeal hearing on the lawfulness of the ban. The letter, stating "We oppose genocide, we support Palestine Action", is the first time high-profile figures have collectively defied the ban. Three senior judges ruled in February that the ban was unlawful but allowed it to remain pending appeal, which begins Tuesday.

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Guardian UK
Sally Rooney, Greta Thunberg and Brian Eno back Palestine Action court appeal
En développement
Politique·24.04.2026Résumé IA

Sally Rooney, Greta Thunberg and Brian Eno back Palestine Action court appeal

Over 130 prominent figures including authors Sally Rooney, musicians Brian Eno and Nadine Shah, philosopher Judith Butler and environmental campaigner Jonathon Porritt have signed a six-word letter backing Palestine Action ahead of a Court of Appeal hearing. The letter states 'We oppose genocide, we support Palestine Action' and marks the first time scholars, writers and activists have collectively defied the ban on the direct action protest group, which was ruled unlawful by the High Court in February but remains in place pending appeal.

G
Guardian UK