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Novas regras do FGC buscam aumentar segurança bancária após escândalo
En développement
Business·02.06.2026Résumé IA

Novas regras do FGC buscam aumentar segurança bancária após escândalo

Novas regras para o uso do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) por bancos entram em vigor no Brasil. Um novo indicador de qualidade de ativos medirá a solidez dos bancos, exigindo maior aplicação em títulos públicos federais se os recursos garantidos pelo FGC superarem esse indicador. As mudanças visam aumentar a segurança do sistema financeiro após o escândalo do banco Master, que levou à liquidação em novembro de 2025.

G
G1
ACTU
11.05.2026

Entenda como funciona investir no Tesouro Reserva

Aposta do governo para atrair pequenos investidores e estimular a poupança, o Tesouro Reserva, lançado nesta segunda-feira (11), tem como alvo quem busca guardar dinheiro com segurança, liquidez e simplicidade.  A aplicação começa com valor mínimo de R$ 1, rende diariamente conforme a Taxa Selic (juros básicos da economia) e poderá ser movimentada 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana e feriados. Notícias relacionadas:Tesouro Nacional lança título com aplicação a partir de R$ 1 .Vendas do Tesouro Direto batem recorde histórico em março.Como declaro poupança, renda fixa e variável no Imposto de Renda?.A nova modalidade surge como uma tentativa do governo de ampliar o acesso aos investimentos públicos e competir diretamente com produtos populares dos bancos e fintechs, como poupança, Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e as chamadas “caixinhas” digitais. Neste primeiro momento, o Tesouro Reserva estará disponível apenas para os cerca de 80 milhões de correntistas do Banco do Brasil. O Tesouro Nacional informou que negocia a entrada de outras instituições financeiras na nova plataforma. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp O que é O Tesouro Reserva é um título público federal. Na prática, quem investe está emprestando dinheiro ao governo em troca de remuneração. O rendimento acompanha a taxa Selic, atualmente em 14,5% ao ano. Como os juros básicos estão elevados, o novo título tende a render bem mais do que a poupança. A proposta do Tesouro Nacional é que o produto funcione como uma opção simples para reserva de emergência, ou seja, dinheiro guardado para despesas inesperadas, como problemas de saúde, desemprego ou consertos. Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Daniel Leal, a ideia é aproximar o investimento público da experiência já oferecida pelos aplicativos bancários. Como funciona O Tesouro Reserva terá rendimento diário e poderá ser resgatado a qualquer momento. Diferentemente de outros títulos públicos, ele não terá a chamada “marcação a mercado”, mecanismo que faz o valor dos investimentos oscilar diariamente conforme as condições econômicas. Na prática, isso significa que o investidor não verá o saldo cair temporariamente no extrato, algo comum em outros papéis do Tesouro Direto. Nos títulos tradicionais, o preço varia de acordo com juros, inflação e percepção de risco do mercado. Assim, quem resgata antes do vencimento pode ganhar mais ou menos do que imaginava. No Tesouro Reserva, o cálculo seguirá a chamada “marcação na curva”, em que os juros são contabilizados dia após dia, reduzindo oscilações visíveis para o investidor. Rendimento  Com a Selic em 14,5% ao ano, o Tesouro Reserva deve superar com folga a rentabilidade da poupança. Hoje, a caderneta rende 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR) quando os juros básicos estão acima de 8,5% ao ano. Nos últimos 12 meses, a poupança rendeu 7,53%. Segundo simulações do próprio Tesouro Nacional, uma aplicação de R$ 1 mil poderia atingir:    R$ 1.051,23 em seis meses: R$ 20,85 a mais que a poupança;    R$ 1.101,82 em um ano: R$ 40,14 a mais que a poupança;    R$ 1.207,12 em dois anos: R$ 79,96 a mais que a poupança. Aplicação mínima Outro diferencial é o baixo valor de entrada. Enquanto outros títulos do Tesouro exigem aportes maiores, o Tesouro Reserva permitirá aplicações a partir de R$ 1. O limite máximo será de R$ 500 mil por pessoa. Segundo o governo, a medida busca atrair pessoas que ainda não investem ou mantêm dinheiro parado na conta corrente. Negociação 24 horas O Tesouro Reserva é o primeiro título público brasileiro com negociação contínua. Isso significa que aplicações e resgates poderão ser feitos 24 horas por dia, sete dias por semana, sem depender do horário tradicional do mercado financeiro. Hoje, o Tesouro Direto opera apenas em horários específicos dos dias úteis. Em operações de resgate, o dinheiro leva de um a dois dias úteis para cair na conta do investidor. A nova plataforma também permitirá movimentações via Pix. Impostos e taxas O investimento terá cobrança de Imposto de Renda (IR) sobre os rendimentos, seguindo a tabela regressiva da renda fixa:     22,5% para aplicações de até 180 dias;     20% entre 181 e 360 dias;     17,5% entre um e dois anos;     15% acima de dois anos. A tabela é a mesma que incide sobre os demais investimentos em renda fixa. O IR incide sobre os rendimentos, não sobre o total aplicado. Como nos demais títulos do Tesouro Nacional, também haverá cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para resgates realizados nos primeiros 30 dias. Até R$ 10 mil investidos, não haverá taxa de custódia da B3. Acima desse valor, será cobrada taxa de 0,20% ao ano. Poupança Apesar de funcionar como concorrente da poupança, o Tesouro Reserva tem diferenças importantes. A principal está na rentabilidade. Com juros altos, o novo título tende a entregar retorno maior. Além disso, o rendimento será diário, enquanto a poupança só rende no chamado “aniversário” mensal da aplicação. A poupança continua isenta de Imposto de Renda, algo que não ocorre no Tesouro Reserva. Concorrência O novo produto também vai disputar espaço com CDB, Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito ao Agronegócio (LCA) oferecidos por bancos e corretoras. Em muitos casos, esses investimentos privados podem oferecer rentabilidade maior, com mais de 100% do CDI, especialmente em períodos de juros elevados. Os títulos públicos vinculados à Selic rendem 100% do CDI. A diferença é que alguns investimentos privados exigem prazos maiores para resgate ou têm regras mais rígidas de liquidez. Enquanto os produtos bancários contam com proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), os títulos públicos têm garantia do próprio governo federal. Meta O Tesouro Nacional quer ampliar significativamente o número de investidores pessoa física. Hoje, os títulos públicos somam cerca de 3,4 milhões de investidores. A expectativa oficial é superar 10 milhões de aplicadores nos próximos anos com a nova plataforma. O governo aposta principalmente na facilidade de acesso, no baixo valor de entrada e na possibilidade de movimentação instantânea para atrair novos usuários.

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Agência Brasil Economia
ACTU
11.05.2026

Tesouro Nacional lança título com aplicação a partir de R$ 1

A partir de desta segunda-feira (11), investidores que buscam alternativas mais simples e com previsibilidade de rendimento poderão utilizar o Tesouro Reserva, que possibilita investimentos a partir de R$ 1. O novo título do Programa Tesouro Direto foi lançado na manhã de hoje na Arena B3, na capital paulista. O Tesouro Reserva é um lançamento da Secretaria do Tesouro Nacional, da B3 e do Banco do Brasil e prevê rendimento indexado à taxa básica de juros (Selic). Outra novidade desse título é que ele poderá ser negociado em qualquer hora do dia, todos os dias da semana. Notícias relacionadas:Governo amplia Luz para Todos na Amazônia Legal.Mercado eleva previsão da inflação para 4,91% este ano.Nova lei define percentual mínimo de cacau nos chocolates .O foco do Tesouro Reserva é o pequeno investidor ou quem pretende montar uma reserva de emergência. “Na prática, ele é exatamente igual ao investimento de outros títulos. Ele só vai ter um ticket inicial, um investimento mínimo menor, que é de R$ 1. A diferença é que ele funciona 24 horas por dia, sete dias por semana”, explicou Daniel Leal, secretário do Tesouro Nacional.  Inicialmente esse título ficará disponível apenas para a base de 80 milhões de correntistas do Banco do Brasil mas outras instituições também poderão oferecê-lo em breve, após a fase de testes. Nesta etapa, os investimentos e resgates serão realizados por meio do aplicativo Investimentos BB, utilizando transação via PIX. Ao contrário do Tesouro Selic, o Tesouro Reserva não terá marcação a mercado, o que quer dizer que não vai oscilar diariamente com as mudanças nas taxas de juros do mercado. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Tributação Segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, o Tesouro Reserva seguirá as mesmas regras dos demais títulos do Tesouro Direto. Haverá incidência de Imposto de Renda (IR) apenas sobre os rendimentos, no momento do resgaste ou do vencimento, com alíquotas regressivas: quanto mais tempo o investimento permanecer aplicado, menor o imposto. Já para as aplicações que forem resgatadas em até 30 dias, poderá haver cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que também será regressiva e zerada após esse período. A cobrança dos impostos, diz a secretaria, será automática, realizada pela própria instituição financeira, sem necessidade de qualquer pagamento adicional por parte do investidor. O limite para aplicação é R$ 500 mil por investidor ao mês, sem restrição para resgates. Ouça na Radioagência Nacional:

A
Agência Brasil Economia
ACTU
11.05.2026

Tesouro, B3 e BB lançam título com aplicação a partir de R$ 1

A partir de desta segunda-feira (11), investidores que buscam alternativas mais simples e com previsibilidade de rendimento poderão utilizar o Tesouro Reserva, que possibilita investimentos a partir de R$ 1. O novo título do Programa Tesouro Direto foi lançado na manhã de hoje na Arena B3, na capital paulista. O Tesouro Reserva é um lançamento da Secretaria do Tesouro Nacional, da B3 e do Banco do Brasil e prevê rendimento indexado à taxa básica de juros (Selic). Outra novidade desse título é que ele poderá ser negociado em qualquer hora do dia, todos os dias da semana. Notícias relacionadas:Governo amplia Luz para Todos na Amazônia Legal.Mercado eleva previsão da inflação para 4,91% este ano.Nova lei define percentual mínimo de cacau nos chocolates .O foco do Tesouro Reserva é o pequeno investidor ou quem pretende montar uma reserva de emergência. “Na prática, ele é exatamente igual ao investimento de outros títulos. Ele só vai ter um ticket inicial, um investimento mínimo menor, que é de R$ 1. A diferença é que ele funciona 24 horas por dia, sete dias por semana”, explicou Daniel Leal, secretário do Tesouro Nacional.  Inicialmente esse título ficará disponível apenas para a base de 80 milhões de correntistas do Banco do Brasil mas outras instituições também poderão oferecê-lo em breve, após a fase de testes. Nesta etapa, os investimentos e resgates serão realizados por meio do aplicativo Investimentos BB, utilizando transação via PIX. Ao contrário do Tesouro Selic, o Tesouro Reserva não terá marcação a mercado, o que quer dizer que não vai oscilar diariamente com as mudanças nas taxas de juros do mercado. Tributação Segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, o Tesouro Reserva seguirá as mesmas regras dos demais títulos do Tesouro Direto. Haverá incidência de Imposto de Renda (IR) apenas sobre os rendimentos, no momento do resgaste ou do vencimento, com alíquotas regressivas: quanto mais tempo o investimento permanecer aplicado, menor o imposto. Já para as aplicações que forem resgatadas em até 30 dias, poderá haver cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que também será regressiva e zerada após esse período. A cobrança dos impostos, diz a secretaria, será automática, realizada pela própria instituição financeira, sem necessidade de qualquer pagamento adicional por parte do investidor. O limite para aplicação é R$ 500 mil por investidor ao mês, sem restrição para resgates. Ouça na Radioagência Nacional:

A
Agência Brasil Economia
Governo lança 2ª etapa do Move Brasil com R$ 21,2 bilhões para renovação da frota
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Business·30.04.2026Résumé IA

Governo lança 2ª etapa do Move Brasil com R$ 21,2 bilhões para renovação da frota

O governo federal lançou a segunda etapa do Move Brasil com R$ 21,2 bilhões, mais que o dobro dos R$ 10 bilhões da primeira fase. O programa financia renovação de frota de caminhões, ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários. Caminhoneiros autônomos terão até 10 anos para pagar com 12 meses de carência, e taxa de juros caiu para 11,3%. Lula criticou bancos públicos por liberarem apenas R$ 200 milhões dos R$ 1 bilhão destinados a autônomos, preferring grandes empresas.

A
Agência Brasil Economia
Com precatórios, governo tem maior déficit para meses de março
ACTU
29.04.2026

Com precatórios, governo tem maior déficit para meses de março

O pagamento antecipado de precatórios, dívidas da União com sentenças judiciais definitivas, pressionou as contas públicas e levou o governo central a registrar um déficit primário de R$ 73,783 bilhões em março, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta quarta-feira (29).  O resultado é o pior já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1997. Notícias relacionadas:Vendas do Tesouro Direto batem recorde histórico em março.Tesouro muda regras de leilão para projetos sustentáveis.Déficit nas contas externas sobe para R$ 6 bilhões no mês de março.O déficit representa uma forte deterioração frente a março do ano passado, quando houve superávit de R$ 1,527 bilhão. De acordo com o Tesouro, a principal explicação está na mudança do calendário de pagamento dos precatórios, que em 2026 se concentraram em março. Em 2025, a maior parte dessas despesas foi paga em julho. O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo, desconsiderando os juros da dívida pública. Despesas As despesas totais dispararam no período, impulsionadas principalmente pelos gastos com decisões judiciais e seus efeitos indiretos sobre outras rubricas do orçamento. Principais números de março:     Déficit primário: R$ 73,783 bilhões;     Despesas totais: R$ 269,881 bilhões (49,2% acima da inflação em relação a março do ano passado);     Receita líquida: R$ 196,1 bilhões (7,5% acima da inflação). Maiores aumentos de gastos:     Sentenças judiciais e precatórios (custeio e investimento): R$ 34,903 bilhões     Benefícios previdenciários: R$ 28,615 bilhões, dos quais R$ 23,982 bilhões em precatórios;     Pessoal e encargos sociais: R$ 11,258 bilhões, dos quais R$ 8,786 em precatórios. Segundo o Tesouro, os precatórios também influenciaram o aumento de gastos com Previdência e folha de pagamento, já que parte dessas despesas está vinculada a decisões judiciais. Apesar da piora no resultado fiscal, a arrecadação apresentou crescimento, impulsionada pelo desempenho da economia e por medidas tributárias recentes. Entre os destaques:     Imposto sobre Operações Financeiras (IOF): R$ 2,8 bilhões em relação a março do ano passado;     Imposto de Importação: R$ 2,3 bilhões;     Imposto de Renda: R$ 2,3 bilhões;     Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL): R$ 1,4 bilhão;     Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins): R$ 1,5 bilhão. Ainda assim, o avanço das receitas foi insuficiente para compensar o salto das despesas. Resultado do ano No acumulado do primeiro trimestre, as contas públicas registraram déficit de R$ 17,085 bilhões, revertendo o superávit de R$ 54,993 bilhões observado no mesmo período de 2025. Acumulado de janeiro a março: Déficit primário: R$ 17,085 bilhões;  Receita líquida: R$ 626,4 bilhões (4,2% real); Despesas totais: R$ 643,5 bilhões (23,3% real). Assim como em março, o resultado acumulado foi impactado pela antecipação no pagamento de precatórios. No primeiro trimestre, o déficit está baixo por causa do superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro. Tradicionalmente, o primeiro mês do ano é caracterizado por resultados positivos. Investimentos Os investimentos federais registraram crescimento expressivo em março, indicando aumento da execução orçamentária.     Investimentos em março: R$ 14,8 bilhões (323,9% acima da inflação);     Acumulado em 2026: R$ 24,4 bilhões (146,4% acima da inflação). O avanço reflete a aceleração de projetos públicos e execução de despesas discricionárias (não obrigatórias) no início do ano. Meta fiscal A meta fiscal para 2026 prevê superávit de 0,25% do PIB, cerca de R$ 34,3 bilhões, com margem de tolerância que permite resultado entre zero e R$ 68,6 bilhões positivos. No entanto, regras aprovadas permitem excluir até R$ 63,5 bilhões em despesas do cálculo, incluindo precatórios. Mesmo com esses abatimentos, a previsão oficial do governo é de déficit efetivo de R$ 59,8 bilhões no ano. Se confirmada, será mais um ano de contas no vermelho.

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Agência Brasil Economia
Caixa paga novo lote de valores esquecidos do fundo PIS/Pasep para trabalhadores de 1971 a 1988
ACTU
27.04.2026Résumé IA

Caixa paga novo lote de valores esquecidos do fundo PIS/Pasep para trabalhadores de 1971 a 1988

Trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos que contribuíram entre 1971 e 1988 podem sacar valores esquecidos do antigo fundo PIS/Pasep. A Caixa Econômica Federal iniciou o pagamento de novo lote nesta segunda-feira (27) para quem pediu até 31 de março. O valor médio varia de R$ 2,8 mil a R$ 2,9 mil, dependendo do tempo de trabalho e salário da época. O prazo para solicitar o ressarcimento vai até setembro de 2028.

A
Agência Brasil Economia