
菲律賓南部外海規模6.2地震 一週前才逢強震釀65死
菲律賓南部外海發生規模6.2地震,震源深度112公里。僅在一週前,該地區才遭遇強震,至少造成65人喪生。

菲律賓南部外海發生規模6.2地震,震源深度112公里。僅在一週前,該地區才遭遇強震,至少造成65人喪生。

A 6.1 magnitude earthquake, the strongest in nearly 150 years for the region, struck off the coast of Cuba on Monday. The tremor was felt in Florida and parts of Mexico, causing minor alarm but no reported injuries or major damage. No tsunami threat was issued.

菲律賓南部發生規模7.8強震,造成至少1人喪生、多棟建築倒塌,隨後發生規模6.1餘震。印尼政府因海嘯警報令北部居民緊急疏散。

菲律賓南部外海發生7.8級強震,造成至少1人死亡、4人受傷,多棟建築倒塌。太平洋海嘯警報中心發布海嘯警報,建議沿海居民撤離。

O vulcão Kīlauea, nos EUA, registrou "lava fountaining", a 48ª fase eruptiva desde dezembro de 2024. O nível de alerta está em "WATCH" e o código de aviação em laranja devido a riscos de cinzas e gases.

Terremoto de magnitude 6,2 em 1955 na Serra do Tombador, MT, foi o mais forte registrado no Brasil, com intensidade VII na Escala Mercalli. Especialistas alertam que um evento semelhante pode ocorrer novamente.

Şili'nin kuzeyinde 6,9 büyüklüğünde bir deprem meydana geldi. Deprem, Calama kentinin 31 km doğusunda, 101 km derinlikte kaydedildi. Yetkililer, can ve mal kaybı olmadığını ve tsunami tehdidinin bulunmadığını bildirdi.

智利北部阿塔卡瑪沙漠今天發生規模6.9地震,震源深度約100公里。目前暫無海嘯風險,也未傳出人員傷亡或嚴重災損,但部分地區感受到震動,超市貨架商品掉落。

智利北部阿塔卡瑪沙漠今天發生規模6.9地震,震源深度約100公里,距離卡拉馬鎮約31公里。

Um terremoto de magnitude 6,9, registrado pela Rede Sismográfica Brasileira, foi sentido em São Paulo nesta segunda-feira (25). O abalo sísmico, com profundidade de 101,3 km, ocorreu às 18h52 no horário de Brasília e foi percebido por moradores em diferentes bairros da capital paulista.

ABD Jeolojik Araştırma Merkezi (USGS), Hawaii eyaletinin Honaunau-Napoopoo bölgesinin 13 kilometre güneyinde 6.0 büyüklüğünde bir deprem meydana geldiğini duyurdu. Yaklaşık 23 kilometre derinlikte gerçekleşen depremde can veya mal kaybı bildirilmedi.

美國地質調查所(USGS)資料指出,夏威夷島(Hawaii Island)於當地時間22日晚間發生規模6.0地震,震源深度22.6公里,震央位於夏威夷島西南部。美國國家海嘯警報中心表示,此地震未引發海嘯的危險。目前尚未傳出人員傷亡或災損的消息。

USGS studies reveal Appalachian Mountains contain 2.3 million tons of lithium, enough for 130 million EVs. Exploiting these deposits could reduce US reliance on imports from China, Argentina, and Chile, though environmental concerns exist.
Conhecidos pelo potencial para impulsionar a transição energética, terras raras, minerais estratégicos e minerais críticos vêm ganhando cada vez mais protagonismo global. Embora frequentemente tratados como sinônimos, os três conceitos cumprem papéis diferentes na geopolítica e na economia global. Segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), órgão do governo federal responsável por avaliar o potencial mineral do país, Elementos Terras Raras (ETR) são um grupo específico de 17 elementos químicos da tabela periódica: 15 lantanídeos (como lantânio, cério, neodímio e disprósio), escândio e ítrio. Notícias relacionadas:Ministro diz que país não quer apenas exportar minerais críticos.STF mantém lei que limita compra de terras por empresas estrangeiras.Brasil e Alemanha firmam acordo sobre minerais críticos e terras raras.Apesar do nome, não são necessariamente raros na natureza, mas costumam estar dispersos, o que dificulta a exploração econômica. São essenciais para tecnologias de ponta, como turbinas eólicas, carros elétricos, baterias, eletrônicos e sistemas de defesa. Minerais estratégicos são aqueles considerados essenciais para o desenvolvimento econômico dos países e que tenham importância pela sua aplicação em produtos e processos de alta tecnologia, defesa e transição energética. Minerais críticos são aqueles cujo suprimento pode envolver diferentes riscos de abastecimento: concentração geográfica da produção, dependência externa, instabilidade geopolítica, limitações tecnológicas, interrupção no fornecimento e dificuldade de substituição. Por isso, a definição de quais minerais são estratégicos ou críticos depende de cada país. A lista também pode mudar conforme o tempo, de acordo com avanços tecnológicos, descobertas geológicas, mudanças geopolíticas e evolução da demanda. Porém, alguns exemplos mais comuns atualmente são: lítio, cobalto, grafita, níquel e nióbio. Terras raras podem ser consideradas minerais críticos ou estratégicos, dependendo do contexto. Ou seja, toda terra rara pode ser estratégica, mas nem todo mineral estratégico é terra rara. Situação no Brasil Segundo o SGB, o Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, com cerca de 21 milhões de toneladas. Isso representa cerca de 23% das reservas globais, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). A maior parte das terras raras no Brasil está concentrada em Minas Gerais, Goiás, Amazonas, Bahia e Sergipe. Esses estados têm os principais tipos de depósitos com potencial econômico. Entre os minerais que costumam ser considerados críticos ou estratégicos na maior parte dos países, o Brasil se destaca por ter as maiores reservas de nióbio do mundo (94%), com 16 milhões de toneladas. Também é o segundo no ranking global de reservas de grafita (26%), com 74 milhões de toneladas, e o terceiro quando se trata de reservas de níquel (12%), com 16 milhões de toneladas. O país tem uma lista de minerais considerados estratégicos para o desenvolvimento interno. Ela foi publicada na Resolução nº 2, de 18 de junho de 2021, do Ministério de Minas e Energia. Esses minerais são divididos em três grupos: Precisam ser importados: enxofre, minério de fosfato, minério de potássio e minério de molibdênio. Usados em produtos e processos de alta tecnologia: minério de cobalto, minério de cobre, minério de estanho, minério de grafita, minérios do grupo da platina, minério de lítio, minério de nióbio, minério de níquel, minério de silício, minério de tálio, minério de terras raras, minério de titânio, minério de tungstênio, minério de urânio e minério de vanádio. Minerais com vantagem comparativa e geração de superávit na balança comercial: minério de alumínio, minério de cobre, minério de ferro, minério de grafita, minério de ouro, minério de manganês, minério de nióbio e minério de urânio. Disputa global Esses recursos se tornaram centrais na disputa geopolítica global. Hoje, a China lidera amplamente o refino e a produção de terras raras, o que gera preocupação em outras potências, como Estados Unidos e União Europeia, que buscam diversificar fornecedores. Nesse cenário, o Brasil aparece como um ator relevante. Especialistas apontam que o desafio brasileiro não está apenas na extração. A cadeia produtiva desses minerais envolve etapas complexas, como beneficiamento e refino, que ainda são pouco desenvolvidas no país. Sem isso, o Brasil tende a continuar importando produtos de maior valor agregado, analisa o professor de Geografia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Luiz Jardim Wanderley, que é especialista na interseção entre política, economia e mineração. “O Brasil mantém o mesmo padrão de dependência que teve ao longo de sua história. Foi assim com o ouro colonial, passando pelo ferro e até o petróleo. Servindo para o mundo como um país primário-exportador. A gente exporta muitos minerais e os consome muito pouco no mercado nacional”, diz Jardim. Além da dimensão econômica, há também questões ambientais e sociais. A exploração desses recursos gera impactos significativos nos lugares onde ocorre. “Não existe mineração sustentável. Toda mineração causa impactos ambientais pesados, como o comprometimento de recursos hídricos. Também causa pressão econômica nos municípios em que ocorre: aumento da pobreza, desigualdade e violência urbana. O que temos hoje é um modelo completamente insustentável de mineração”, avalia o geógrafo. “É possível fazer um modelo um pouco menos degradante. Mas, ainda assim, continuariam sendo feitos grandes buracos para extrair esses minérios. Continuariam a desmontar montanhas e a afetar cursos de água. Precisamos pensar com muita calma se realmente vale a pena, já que perdemos muitos recursos naturais e os efeitos socioambientais são significativos”, complementa.