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comitê paralímpico brasileiro

Stable7 articles1 sourcesDernière mise à jour: 10.06.2026

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Sport
07.05.2026

Natação: Brasil abre Word Series com recorde mundial e 10 medalhas

A seleção brasileira de natação paralímpica abriu em grande estilo a World Séries em Berlim (Alemanha), com 10 medalhas – nove nas disputas adultas e uma entre jovens – e recorde mundial de Beatriz Flausino na prova dos 100 metros peito da classe SB14 (deficiência intelectual). Campeã mundial ano passado em Singapura, a paulista de Osasco estabeleceu nova marca mundial (1min11s52) durante as eliminatórias, superando a anterior, da espanhola Michelle Morales (1min12s02), registrada nos Jogos de Tóquio 2021. “Estou muito feliz. Agradeço aos meus apoiadores, ao meu técnico e à minha família. Queria fazer esta marca desde o Mundial no ano passado, mas não estava totalmente preparada para isso. Depois da competição, comecei o ano focada neste recorde”, disse a atleta de 22 anos. Notícias relacionadas:Gabriel Araújo conquista Laureus, maior premiação do esporte mundial.Tênis de mesa: Brasil bate Inglaterra e avança às quartas do Mundial .Comitê Olímpico Internacional suspende restrições a bielorrussos.Na final dos 100m peito, Flausino ficou com a prata, ao concluir a prova em 1min12s49. A conterrânea Alessandra Oliveira, da classe SB4 (comprometimento físico-motor) foi bronze, com 1min43s41, o garantiu a ela o ouro na disputa Junior da mesma prova. O ouro ficou com a britânica Aaliyah Richards (1min12s14), da classe S14.   O Brasil também garantiu dobradinha nos 100m livre com o ouro do mineiro Gabriel Araújo, da classe S2 (comprometimento físico-motor), com o tempo de 1min56s01, e prata do conterrâneo Arthur Xavier, da classe S14. O britânico William Ellard, também da classe S14, completou o pódio com o bronze. Gabrielzinho emplacou outra dobradinha nos 50m borboleta, desta vez com Samuel Oliveira, o Samuka, que faturou o ouro ao encerrar a prova em 33s13. Gabrielzinho (53s09) levou a prata e sul-africano Christian Sadie, da classe 7 (comprometimento físico-motor) levou o bronze, como tempo de 30s57. Samuka assegurou o segundo ouro do dia nos 50m costas, com o tempo de 34s66. Em segundo lugar ficou o alemão Josia Tim Alexander (47s22) , da classe S3 (comprometimento físico-motor), e em terceiro o bósnio Ismail Zulfic (36s98). É #BrasilParalímpico NO PÓDIO TODOS OS DIAS! 🇧🇷✨ Pra fechar esta quinta-feira, um dia recheado de conquistas brasileiras mundo afora, vamos com os resultados do World Series de natação. ✨🏊🏻‍♀️ Em Berlim, foram 10 medalhas para a nossa Seleção, com direito a recorde mundial de… pic.twitter.com/vhCSghvD5e — Comitê Paralímpico Brasileiro (@BraParalimpico) May 7, 2026 Na disputa feminina dos 50m costas, a carioca Lídia Cruz faturou a prata na classe S4 (comprometimento físico-motor), com o tempo de 51s83. O topo do pódio ficou com a turca Sevilay Ozturk (44s34) e o bronze com a ucraniana Maryna Verbova (53s34). “Esta é uma das provas mais importantes para mim e caiu logo no primeiro dia. Foi uma forma de quebrar o gelo cheia de emoções. Minha intenção era nadar próximo do meu melhor e isso foi feito. Está comprovado por esta medalha”, festejou Lídia. A catarinense Mayara Petzold fechou o primeiro dia de competições com prata nos 50m borboleta, com o tempo de 35s90. A vencedora da prova foi a irlandesa Dearbhaile Brady (35s82) e a norte-americana Mallory Weggemann, da classe S6 (comprometimento físico-motor) arrematou o bronze com o tempo de 35s22. A World Series Berlim vai até sábado (9). O Brasil conta com 17 representantes na competição, que são disputadas no formato multiclasses, em que atletas de diferentes classes competem na mesma série.

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Agência Brasil Esportes
Sport
07.05.2026

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A seleção brasileira de natação paralímpica abriu em grande estilo a World Séries em Berlim (Alemanha), com 10 medalhas – nove nas disputas adultas e uma entre jovens – e recorde mundial de Beatriz Flausino na prova dos 100 metros peito da classe SB14 (deficiência intelectual). Campeã mundial ano passado em Singapura, a paulista de Osasco estabeleceu nova marca mundial (1min11s52) durante as eliminatórias, superando a anterior, da espanhola Michelle Morales (1min12s02), registrada nos Jogos de Tóquio 2021. “Estou muito feliz. Agradeço aos meus apoiadores, ao meu técnico e à minha família. Queria fazer esta marca desde o Mundial no ano passado, mas não estava totalmente preparada para isso. Depois da competição, comecei o ano focada neste recorde”, disse a atleta de 22 anos. Notícias relacionadas:Gabriel Araújo conquista Laureus, maior premiação do esporte mundial.Tênis de mesa: Brasil bate Inglaterra e avança às quartas do Mundial .Comitê Olímpico Internacional suspende restrições a bielorrussos.Na final dos 100m peito, Flausino ficou com a prata, ao concluir a prova em 1min12s49. A conterrânea Alessandra Oliveira, da classe SB4 (comprometimento físico-motor) foi bronze, com 1min43s41, o garantiu a ela o ouro na disputa Junior da mesma prova. O ouro ficou com a britânica Aaliyah Richards (1min12s14), da classe S14.   O Brasil também garantiu dobradinha nos 100m livre com o ouro do mineiro Gabriel Araújo, da classe S2 (comprometimento físico-motor), com o tempo de 1min56s01, e prata do conterrâneo Arthur Xavier, da classe S14. O britânico William Ellard, também da classe S14, completou o pódio com o bronze. Gabrielzinho emplacou outra dobradinha nos 50m borboleta, desta vez com Samuel Oliveira, o Samuka, que faturou o ouro ao encerrar a prova em 33s13. Gabrielzinho (53s09) levou a prata e sul-africano Christian Sadie, da classe 7 (comprometimento físico-motor) levou o bronze, como tempo de 30s57. Samuka assegurou o segundo ouro do dia nos 50m costas, com o tempo de 34s66. Em segundo lugar ficou o alemão Josia Tim Alexander (47s22) , da classe S3 (comprometimento físico-motor), e em terceiro o bósnio Ismail Zulfic (36s98). É #BrasilParalímpico NO PÓDIO TODOS OS DIAS! 🇧🇷✨ Pra fechar esta quinta-feira, um dia recheado de conquistas brasileiras mundo afora, vamos com os resultados do World Series de natação. ✨🏊🏻‍♀️ Em Berlim, foram 10 medalhas para a nossa Seleção, com direito a recorde mundial de… pic.twitter.com/vhCSghvD5e — Comitê Paralímpico Brasileiro (@BraParalimpico) May 7, 2026 Na disputa feminina dos 50m costas, a carioca Lídia Cruz faturou a prata na classe S4 (comprometimento físico-motor), com o tempo de 51s83. O topo do pódio ficou com a turca Sevilay Ozturk (44s34) e o bronze com a ucraniana Maryna Verbova (53s34). “Esta é uma das provas mais importantes para mim e caiu logo no primeiro dia. Foi uma forma de quebrar o gelo cheia de emoções. Minha intenção era nadar próximo do meu melhor e isso foi feito. Está comprovado por esta medalha”, festejou Lídia. A catarinense Mayara Petzold fechou o primeiro dia de competições com prata nos 50m borboleta, com o tempo de 35s90. A vencedora da prova foi a irlandesa Dearbhaile Brady (35s82) e a norte-americana Mallory Weggemann, da classe S6 (comprometimento físico-motor) arrematou o bronze com o tempo de 35s22. A World Series Berlim vai até sábado (9). O Brasil conta com 17 representantes na competição, que são disputadas no formato multiclasses, em que atletas de diferentes classes competem na mesma série.

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Agência Brasil Esportes
Corrida Nacional do Sesi supera 60 mil inscritos em segunda edição
Sport
30.04.2026

Corrida Nacional do Sesi supera 60 mil inscritos em segunda edição

A segunda edição da Corrida Nacional do Serviço Social da Indústria (Sesi) ocorre na próxima sexta-feira (1º), o Dia do Trabalhador, em 36 cidades de 25 estados e do Distrito Federal. As provas iniciam em diferentes horários, que podem ser conferidos no site do evento, clicando na aba "Veja as localidades". São quatro categorias: cinco quilômetros, dez quilômetros, caminhada de três quilômetros e a Corrida Kids (novidade desta edição, para crianças até 13 anos). Esta última será realizada no Distrito Federal e mais oito estados: Acre, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina e São Paulo. Os itens e alimentos que forem arrecadados no evento serão destinados a ações sociais para famílias em situação de vulnerabilidade. Notícias relacionadas:Brasileiro vira manchete por ato de empatia na Maratona de Boston.Interesse feminino em esportes tem skate em alta e avanço do futebol.Aprovada na Câmara, lei da Copa Feminina reconhece atletas pioneiras.Segundo o Sesi, são mais de 60 mil participantes na edição 2026 da corrida, que tem o lema “Correr é para todos”. A inscrição foi gratuita para os atletas atendidos nos Centros de Referência do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), projeto que oferece modalidades esportivas a pessoas com deficiência da iniciação ao alto rendimento em todas as regiões do país. Um dos inscritos deste ano é o operador de máquinas Robson Gonçalves de Oliveira, marcado pelo exemplo de solidariedade durante a Maratona de Boston (Estados Unidos), quando auxiliou um atleta norte-americano, que encontrava dificuldades para correr, a concluir a prova. Paulista de São Bernardo do Campo, ele participará da corrida em Sorocaba (SP), que reunirá cerca de quatro mil pessoas. No ano passado, foram 35 mil participantes envolvidos nas atividades, em 23 estados, doando dois quilos de alimentos cada um. Na ocasião, foram arrecadadas 59 toneladas de mantimentos. Além disso, mais de quatro toneladas de resíduos das provas, como copos plásticos, guardanapos e embalagens descartadas, foram direcionados a cooperativas de reciclagem. “No ano em que o Sesi completa 80 anos, essa ação reafirma nosso compromisso com a promoção da saúde, da inclusão e da qualidade de vida dos trabalhadores da indústria, de suas famílias e da comunidade”, afirmou o presidente do Conselho Nacional da entidade, Fausto Augusto Junior, em comunicado à imprensa. “Quando a indústria investe em prevenção e o trabalhador adota hábitos saudáveis, o país ganha em produtividade e qualidade de vida. A Corrida Nacional demonstra esse compromisso. É a saúde ocupando as ruas e mostrando que uma indústria forte também se faz com gente saudável”, afirma Paulo Mól, diretor-superintendente do Departamento Nacional do Sesi, também via assessoria.

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Agência Brasil Esportes
Brasil lidera quadro de medalhas no Grand Prix de atletismo paralímpico de Rabat com 57 conquistas
Sport
26.04.2026Résumé IA

Brasil lidera quadro de medalhas no Grand Prix de atletismo paralímpico de Rabat com 57 conquistas

O Brasil encerrou o Grand Prix de atletismo paralímpico de Rabat, em Marrocos, na primeira posição do quadro medalhas com 57 conquistas (38 ouros, 13 pratas e seis bronzes). A seleção foi representada por 36 atletas, que subiram ao pódio 13 vezes no último dia de competições. Thalita Simplício venceu os 400m classe T11 com 1min01s47, enquanto Lorraine Aguiar ganhou ouro nos 100m classe T12 com 57s69. A próxima etapa será em maio, em Nottwil, na Suíça.

A
Agência Brasil Esportes