
"Multilateralism in practice, UN authority protected, global governance improved"
중국 외교부장 왕이는 상하이협력기구(SCO) 창립 25주년 기념 리셉션에서 세계 다극화와 포용적 경제 세계화를 강조하며 SCO의 역할론을 부각했다. 이는 미중 전략경쟁 속에서 글로벌 사우스 국가들과의 협력을 통해 국제사회 영향력을 강화하려는 중국의 행보로 풀이된다.

중국 외교부장 왕이는 상하이협력기구(SCO) 창립 25주년 기념 리셉션에서 세계 다극화와 포용적 경제 세계화를 강조하며 SCO의 역할론을 부각했다. 이는 미중 전략경쟁 속에서 글로벌 사우스 국가들과의 협력을 통해 국제사회 영향력을 강화하려는 중국의 행보로 풀이된다.

South Korean President Lee Jae Myung and Italian Prime Minister Giorgia Meloni met in Rome to discuss bilateral cooperation. President Lee expressed hope for joint efforts to promote global free trade and multilateralism, emphasizing the mutual benefits and potential synergy of enhanced cooperation between the two nations.

South Korean President Lee Jae-myung met with Italian Prime Minister Giorgia Meloni in Rome, emphasizing cooperation in free trade, multilateralism, defense, space, and advanced industries. Meloni congratulated South Korea on its World Cup victory, to which Lee expressed regret that the two nations did not face each other in the tournament.

Presidents Lula of Brazil and Sheinbaum of Mexico held a 40-minute video call, reaffirming multilateralism, non-interference, and calling for the lifting of the embargo on Cuba. They also agreed to an energy cooperation deal between Petrobras and Pemex.
O presidente Lula participará da Cúpula do G7 em Évian-les-Bains, França, de 15 a 17 de junho. Ele abordará parcerias internacionais para o desenvolvimento, a reforma da governança global e a regulação da Inteligência Artificial.

Lula e Sheinbaum reafirmaram apoio à candidatura de Michelle Bachelet à ONU e criticaram o embargo a Cuba. O Brasil também defende a rotatividade e a escolha de uma mulher para o cargo. O USTR recomendou tarifas contra o Brasil por práticas econômicas desleais.

O Brasil reagiu com veemência à ameaça dos EUA de novas tarifas, classificando-a como 'protecionista e absurda'. O governo brasileiro lamenta que o tema do trabalho forçado seja usado como justificativa para medidas unilaterais, reafirmando seu compromisso no combate à exploração.

Leaders at Asia's premier defense summit shared perspectives on defense spending, regional stability in the Asia-Pacific, and the importance of multilateralism. Key themes included increased defense budgets, responsible commitment from major powers, and the need for reformed global security governance.

Il Papa visiterà la Spagna dal 6 al 12 del prossimo mese, visitando Madrid, Barcellona e le Canarie, incontrando il premier spagnolo per discutere migrazioni, pace, multilateralismo e intelligenza artificiale.

Chinese Foreign Minister Wang Yi warned that global peace and security are at risk due to disregard for the UN Charter's principles, indirectly criticizing the US without naming it. He urged the UN Security Council to fulfill its responsibilities and hoped for a peaceful resolution between the US and Iran.

A encíclica "Magnifica Humanitas" do Leão XIII alerta sobre os perigos da IA, pedindo regulamentação internacional para frear seu desenvolvimento. O texto destaca riscos como desinformação, guerras, desigualdades e a concentração de poder em entidades privadas.

Javier Solana, ex alto representante de la UE y ex secretario general de la OTAN, lamenta la era Trump y el fin del multilateralismo. Expresa su tristeza por la situación de Zapatero y destaca la importancia de la ciencia y la IA para el futuro.

México y la Unión Europea firman actualización de acuerdo comercial, prometiendo mayor intercambio, inversión y diálogo en temas clave, en un gesto de defensa del multilateralismo global.

Un nuovo accordo commerciale mira a un cauto allineamento strategico, reagendo all'ascesa della Cina e al disimpegno degli Stati Uniti dalle iniziative multilaterali. L'intesa cerca di rafforzare la cooperazione tra le nazioni firmatarie.

G7 Finance Ministers met in Paris, releasing two joint statements. Despite US skepticism towards multilateralism, a common text was negotiated, acknowledging economic uncertainty and risks to growth and inflation due to the conflict in Iran.

Representantes do Parlamento Europeu foram recebidos nesta quarta-feira (6), no Palácio do Planalto, em Brasília, pelo presidente em exercício, Geraldo Alckmin. No encontro, foram discutidos os próximos passos do acordo comercial entre Mercosul e o bloco europeu, que entrou em vigor na semana passada, criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo e reduzindo significativamente tarifas sobre produtos brasileiros exportados ao continente europeu. Notícias relacionadas:Acordo Mercosul-UE entra em vigor nesta sexta após 26 anos.CNI: acordo Mercosul–UE zera tarifas de 80% das exportações a Europa.Os termos do pacto comercial foram assinados no fim de janeiro, em Assunção, no Paraguai, entre representantes dos dois blocos. A aplicação do tratado, no entanto, ocorre de forma provisória por decisão da Comissão Europeia. Em janeiro, o Parlamento Europeu encaminhou o texto para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia, que ainda avaliará sua compatibilidade jurídica com as normas do bloco. O processo pode demorar até dois anos. "Esperamos que a decisão do Tribunal de Justiça e, depois, a aprovação ou ratificação que se seguirá no Parlamento Europeu sejam positivas. Estou crendo que sim", afirmou o deputado português Hélder Sousa Silva, presidente da Delegação para Relações com o Brasil do Parlamento Europeu. Logo no início da implementação, mais de 80% das exportações brasileiras para a Europa passaram a ter tarifa de importação zerada, segundo estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A maior parte dos produtos vendidos pelo Brasil ao continente poderá entrar no mercado europeu sem pagar impostos de entrada. Na prática, a redução de tarifas diminui o preço final dos produtos e aumenta a competitividade frente a concorrentes internacionais. Ao todo, mais de 5 mil produtos brasileiros já terão tarifa zero nesta fase inicial, incluindo bens industriais, alimentos e matérias-primas. Entre os quase 3 mil produtos com tarifa zerada já no início, cerca de 93% são bens industriais. Isso indica que a indústria brasileira tende a ser a principal beneficiada no curto prazo. Durante a reunião, Geraldo Alckmin afirmou que acordo com a União Europeia foi elaborado com equilíbrio e prevê salvaguardas para os setores produtivos. "O multilateralismo é importante e ganha a sociedade, que passa a ter acesso a produtos de melhor qualidade, com preços mais acessíveis, além do estímulo à competitividade. O acordo foi muito bem elaborado e tem salvaguardas. É um ganha-ganha", disse. Na última semana, o Brasil definiu as chamadas tarifárias, que são quantidades máximas de algumas mercadorias que podem ser importadas ou exportadas com imposto reduzido ou até zerado. Segundo o governo, as cotas abrangem cerca de 4% do total das exportações brasileiras e apenas 0,3% das importações. Na prática, os percentuais indicam que a maior parte do comércio entre Mercosul e União Europeia vai acontecer sem limite de quantidade, com redução ou eliminação integral de tarifas. O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia envolve 31 países, com um público consumidor de 720 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) somado de mais de US$ 22 trilhões.
Após 26 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia entra em vigor nesta sexta-feira (1º), criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo e reduzindo significativamente tarifas sobre produtos brasileiros exportados ao continente europeu. A nova etapa marca um avanço histórico na integração comercial entre os dois blocos, com impacto direto na competitividade das empresas brasileiras no exterior. Os termos do acordo foram assinados no fim de janeiro, em Assunção, no Paraguai, entre representantes dos dois blocos. Notícias relacionadas:Acordo Mercosul-UE valerá provisoriamente em maio, confirma governo.Alckmin: governo prepara decreto de salvaguardas no acordo Mercosul-UE.Representação Brasileira do Parlasul aprova acordo Mercosul-UE.A aplicação do tratado, no entanto, ocorre de forma provisória por decisão da Comissão Europeia. Em janeiro, o Parlamento Europeu encaminhou o texto para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia, que ainda avaliará sua compatibilidade jurídica com as normas do bloco. O processo pode demorar até dois anos. Mais exportações com menos custos Logo no início da implementação, mais de 80% das exportações brasileiras para a Europa passam a ter tarifa de importação zerada, segundo estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A maior parte dos produtos vendidos pelo Brasil ao continente poderá entrar no mercado europeu sem pagar impostos de entrada. Na prática, a redução de tarifas diminui o preço final dos produtos e aumenta a competitividade frente a concorrentes internacionais. Ao todo, mais de 5 mil produtos brasileiros já terão tarifa zero nesta fase inicial, incluindo bens industriais, alimentos e matérias-primas. Indústria lidera ganhos imediatos Entre os quase 3 mil produtos com tarifa zerada já no início, cerca de 93% são bens industriais. Isso indica que a indústria brasileira tende a ser a principal beneficiada no curto prazo. Os setores com maior impacto imediato incluem: • Máquinas e equipamentos; • Alimentos; • Metalurgia; • Materiais elétricos; • Produtos químicos. No caso de máquinas e equipamentos, quase todas as exportações brasileiras para a Europa passam a entrar sem tarifas, abrangendo itens como compressores, bombas industriais e peças mecânicas. Mercado ampliado e mais competitivo O acordo conecta mercados que somam mais de 700 milhões de consumidores e um Produto Interno Bruto (PIB) conjunto trilionário. Com isso, o Brasil amplia significativamente seu alcance comercial. Atualmente, países com os quais o Brasil possui acordos representam cerca de 9% das importações globais. Com a entrada da União Europeia, esse percentual pode ultrapassar 37%. Além da redução de tarifas, o tratado estabelece regras comuns para comércio, padrões técnicos e compras governamentais, trazendo mais previsibilidade para empresas. Implementação gradual Apesar dos efeitos imediatos, nem todos os produtos terão tarifas eliminadas de uma vez. Para setores considerados mais sensíveis, a redução será feita de forma progressiva: • Até 10 anos na União Europeia. • Até 15 anos no Mercosul; • Em alguns casos, até 30 anos. Esse cronograma busca permitir adaptação das economias e proteger setores mais vulneráveis à concorrência internacional. Próximos passos A entrada em vigor marca o início da aplicação prática do acordo. Ainda serão definidos detalhes operacionais, como a distribuição de cotas de exportação entre os países do Mercosul. Durante cerimônia de assinatura do decreto de promulgação do acordo, na última terça-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o caráter estratégico do tratado. Segundo ele, o acordo reforça o compromisso com o multilateralismo e a cooperação internacional. Entidades empresariais dos dois blocos também devem acompanhar a implementação para orientar empresas e garantir o aproveitamento das novas oportunidades comerciais.
Após 26 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia entra em vigor nesta sexta-feira (1º), criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo e reduzindo significativamente tarifas sobre produtos brasileiros exportados ao continente europeu. A nova etapa marca um avanço histórico na integração comercial entre os dois blocos, com impacto direto na competitividade das empresas brasileiras no exterior. Os termos do acordo foram assinados no fim de janeiro, em Assunção, no Paraguai, entre representantes dos dois blocos. Notícias relacionadas:Acordo Mercosul-UE valerá provisoriamente em maio, confirma governo.Alckmin: governo prepara decreto de salvaguardas no acordo Mercosul-UE.Representação Brasileira do Parlasul aprova acordo Mercosul-UE.A aplicação do tratado, no entanto, ocorre de forma provisória por decisão da Comissão Europeia. Em janeiro, o Parlamento Europeu encaminhou o texto para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia, que ainda avaliará sua compatibilidade jurídica com as normas do bloco. O processo pode demorar até dois anos. Mais exportações com menos custos Logo no início da implementação, mais de 80% das exportações brasileiras para a Europa passam a ter tarifa de importação zerada, segundo estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A maior parte dos produtos vendidos pelo Brasil ao continente poderá entrar no mercado europeu sem pagar impostos de entrada. Na prática, a redução de tarifas diminui o preço final dos produtos e aumenta a competitividade frente a concorrentes internacionais. Ao todo, mais de 5 mil produtos brasileiros já terão tarifa zero nesta fase inicial, incluindo bens industriais, alimentos e matérias-primas. Indústria lidera ganhos imediatos Entre os quase 3 mil produtos com tarifa zerada já no início, cerca de 93% são bens industriais. Isso indica que a indústria brasileira tende a ser a principal beneficiada no curto prazo. Os setores com maior impacto imediato incluem: • Máquinas e equipamentos; • Alimentos; • Metalurgia; • Materiais elétricos; • Produtos químicos. No caso de máquinas e equipamentos, quase todas as exportações brasileiras para a Europa passam a entrar sem tarifas, abrangendo itens como compressores, bombas industriais e peças mecânicas. Mercado ampliado e mais competitivo O acordo conecta mercados que somam mais de 700 milhões de consumidores e um Produto Interno Bruto (PIB) conjunto trilionário. Com isso, o Brasil amplia significativamente seu alcance comercial. Atualmente, países com os quais o Brasil possui acordos representam cerca de 9% das importações globais. Com a entrada da União Europeia, esse percentual pode ultrapassar 37%. Além da redução de tarifas, o tratado estabelece regras comuns para comércio, padrões técnicos e compras governamentais, trazendo mais previsibilidade para empresas. Implementação gradual Apesar dos efeitos imediatos, nem todos os produtos terão tarifas eliminadas de uma vez. Para setores considerados mais sensíveis, a redução será feita de forma progressiva: • Até 10 anos na União Europeia. • Até 15 anos no Mercosul; • Em alguns casos, até 30 anos. Esse cronograma busca permitir adaptação das economias e proteger setores mais vulneráveis à concorrência internacional. Próximos passos A entrada em vigor marca o início da aplicação prática do acordo. Ainda serão definidos detalhes operacionais, como a distribuição de cotas de exportação entre os países do Mercosul. Durante cerimônia de assinatura do decreto de promulgação do acordo, na última terça-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o caráter estratégico do tratado. Segundo ele, o acordo reforça o compromisso com o multilateralismo e a cooperação internacional. Entidades empresariais dos dois blocos também devem acompanhar a implementação para orientar empresas e garantir o aproveitamento das novas oportunidades comerciais.

China's diplomatic strategy has shifted significantly, with Beijing conducting far fewer overseas state visits while welcoming a steady stream of foreign leaders to the capital. President Xi Jinping hosted an average of 48 foreign leaders annually from 2013 to 2018, and at least 44 annually over the past three years post-Covid. The change reflects Beijing's growing confidence and preference for a 'home-court' model of diplomacy, with greater emphasis on neighbourhood diplomacy and engagement with European middle powers. Analysts say changes in US policy and President Trump's diplomatic approach prompted China's allies to recalibrate their relationships with Beijing.

China has agreed to cooperate with Australian businesses on jet fuel shipments, reaffirming multilateralism in a meeting between top diplomats. Canberra seeks to bolster fuel resilience after Beijing curtailed exports to protect domestic supplies, marking a thaw in bilateral relations after years of diplomatic freeze.

China’s top diplomat Wang Yi called for “unity and the safeguarding of international justice” during a meeting with UN General Assembly President Annalena Baerbock on Wednesday, urging a global front against the “law of the jungle” amid deepening geopolitical tensions. During the talks in Beijing, Wang told Baerbock that multilateralism faced “severe challenges” from unnamed powers prioritising “might over right”, a veiled critique of Washington. “Certain countries pursue a policy of ‘strength...
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (28), em cerimônia no Palácio do Planalto, o decreto que oficializa a validade do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE), que entra em vigor a partir do dia 1º de maio. Com o tratado, o bloco sul-americano, composto por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, vai zerar tarifas sobre 91% dos bens europeus em até 15 anos. Já a UE eliminará tarifas sobre 95% dos bens vendidos pelo Mercosul em até 12 anos. Notícias relacionadas:Congresso Nacional promulga acordo Mercosul-União Europeia.Lula: qualidade do agro é essencial para ampliar exportações.Lula defende que empresas brasileiras atuem em Portugal.Os termos do acordo foram assinados no fim de janeiro, em Assunção, no Paraguai, entre representantes dos dois blocos, após 26 anos de negociações. O pacto cria uma zona de livre comércio envolvendo 31 países, sendo 27 da UE e quatro do Mercosul, com uma população conjunta de 720 milhões de habitantes e cerca de US$ 22 trilhões em Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos). "A resposta que a União Europeia e o Brasil deram ao mundo é que não existe nada melhor do que a gente acreditar no exercício da democracia, no multilateralismo e na relação cordial entre as nações. É este exemplo que nós damos com esse acordo aqui", afirmou Lula ao assinar o decreto. Na mesma linha, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, destacou o significado político do acordo. "Em um mundo conturbado, com forte instabilidade geopolítica e proliferação de medidas unilaterais, inclusive na área comercial, o acordo emite claro sinal de que os dois blocos acreditam na integração econômica, no comércio como promotor do desenvolvimento e na plena compatibilidade da integração comercial com regimes multilaterais nas áreas ambiental, trabalhista e social", afirmou. Após as longas negociações entre representantes diplomáticos, a ratificação do acordo foi concluída pelo Congresso Nacional no início de março, sendo promulgada dias depois. Foi a última etapa para que o acordo, pelo lado brasileiro, entrasse em vigor por meio do decreto presidencial agora assinado por Lula. Os parlamentos de Argentina, Uruguai e Paraguai, demais sócios do Mercosul, também já ratificaram o acordo. Do lado da União Europeia, o Parlamento Europeu pediu, em janeiro, que o Tribunal de Justiça do bloco faça uma avaliação jurídica sobre o acordo, mas a presidente da Comissão Europeia, Usrula von der Leyen, garantiu que o bloco aplicará o tratado de forma provisória a partir de maio, mesmo com a pendência de análise judicial. Outros acordos Na mesma cerimônia em que validou o acordo Mercosul-UE, o presidente Lula também enviou outros dois acordos comerciais para serem analisados pelo Congresso Nacional. Um deles é o acordo Mercosul-Singapura, anunciado em 2023 LINK 5. O país asiático é um dos principais destinos das exportações sul-americanas. O outro acordo envolve o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), integrada por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein. A parceria multilateral vai criar um mercado de 290 milhões de consumidores em economias que somam PIB de US$ 4,39 trilhões, o equivalente a mais de R$ 23 trilhões em 2024. A negociação teve início em 2017 e, depois de 14 rodadas, os termos finais foram acertados em junho de 2025. Nos dois casos, os legislativos dos países do Mercosul precisam aprovar os tratados, para que entrem formalmente em vigor.

UNEP official Inger Andersen stated China has committed US$220 million (1.5 billion yuan) over 10 years for Global South development, describing it as putting "serious money on the table." The landmark biodiversity framework sets out 23 targets to be met by 2030 with the goal of halting and reversing biodiversity loss, aiming for a world living in harmony with nature by 2050.
O governo brasileiro articula a criação de uma rota aérea direta para Dacar, Senegal, visando eliminar conexões longas e fomentar o turismo e o comércio. A medida busca romper o ciclo de falta de escala que limita as relações econômicas entre as duas nações.