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GeriBrasileiro que foi para Ucrânia como médico acaba na infantaria e relata perigos
Brasileiro que foi para Ucrânia como médico acaba na infantaria e relata perigos
Gelişiyor
G111.06.2026Dünya4 dk okumaBrazil

Brasileiro que foi para Ucrânia como médico acaba na infantaria e relata perigos

Hızlı Bakış

  • Marcelo Andrade, 37, foi à Ucrânia para atuar como médico de combate, mas foi enviado para a infantaria em Zaporíjia.
  • Ele relatou escassez de água e comida, ataques de drones e a morte de colegas em um bunker na linha de frente.

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Marcelo Andrade, a former firefighter from Paraná, volunteered to fight in Ukraine believing he would serve as a combat medic. Upon arrival, he was assigned to the infantry in the dangerous Zaporizhzhia region, close to Russian positions.

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O paranaense Marcelo Andrade, de 37 anos, viajou para a guerra na Ucrânia acreditando que atuaria como médico de combate, prestando socorro a soldados feridos. Mas, poucas semanas após chegar ao país, foi enviado para a infantaria e acabou em uma das áreas mais perigosas da guerra.

Ex-bombeiro da Defesa Civil do Paraná, ele passou cerca de 20 dias em um bunker improvisado próximo à linha de frente, onde enfrentou falta de água, escassez de comida e viu colegas morrerem em ataques de drones. Em vídeo enviado ao g1, ele mostra o interior do bunker onde permaneceu durante parte da missão. Assista acima.

"Eu vim para trabalhar na área médica, mas acabei caindo na infantaria", relatou.

Segundo Marcelo, a mudança aconteceu logo após sua chegada à Ucrânia. Cerca de três semanas depois do treinamento, ele foi enviado para a região de Zaporíjia, uma das áreas mais próximas das posições russas.

“A minha primeira missão foi de infantaria. Foram 20 dias num bunker. Eu caí na linha zero, porque depois de nós era só os russos. A gente caiu na pior linha que tem hoje de combate”, contou.

Marcelo passou 20 dias em bunker — Foto: Arquivo pessoal

O combatente diz que sabia dos riscos envolvidos ao se voluntariar para a guerra, mas não esperava ser enviado diretamente para a infantaria.

“Eu estava ciente dos riscos da guerra, mas não que eu cairia na infantaria. Infelizmente, vim para atuar como médico de combate e, no final das contas, caí na defesa territorial”, afirmou.

Durante o período na linha de frente, Marcelo enfrentou escassez de água e alimentos, além de ataques frequentes de drones. Segundo ele, perdeu cerca de 10 quilos durante a missão.

“Passei cerca de 20 dias na posição. Passei três dias sem água e perdi 10 quilos nesse período”, disse.

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Bunker improvisado

Marcelo descreve os bunkers utilizados pelos soldados como estruturas precárias, construídas pelos próprios combatentes.

“É basicamente um buraco no chão. Muitas vezes nós mesmos construímos, cobrindo com madeira, lona e terra. Não há luz nem conforto”, relatou.

No vídeo, ele aparece mostrando um espaço escavado no solo, coberto por lonas e materiais de proteção. No local, Marcelo e outros combatentes aquecem água da chuva misturada com chocolate para se alimentar.

Segundo ele, os soldados passam a maior parte do tempo escondidos nos bunkers e só saem quando é estritamente necessário.

Mortes e ataques de drones

Marcelo afirma que os drones representam hoje a principal ameaça para quem está na linha de frente.

“Eles são responsáveis pela maior parte das mortes na linha de frente”, afirmou.

Ele relata ter presenciado a morte de vários colegas durante ataques aéreos. Em um dos episódios, um grupo de soldados foi localizado pouco antes de chegar a uma posição segura.

“Meus amigos estavam a cerca de 100 metros da posição quando foram encontrados. Em seguida, vários drones atacaram e todos morreram”, contou.

Segundo Marcelo, metade dos combatentes que fizeram treinamento com ele morreu durante o conflito.

Ele afirma ainda que muitos estrangeiros chegam à Ucrânia sem preparo adequado para a guerra.

“No meu grupo tinha um menino de 19 anos. Infelizmente ele morreu em combate. Muitos escondem da família que vão vir para cá. Muitos morrem sem a família saber”, afirmou.

Voluntário quer voltar ao Brasil

Marcelo diz não se arrepender, mas pretende voltar ao Brasil — Foto: Arquivo pessoal

Apesar das dificuldades, Marcelo diz não se arrepender da decisão de participar da guerra. Contudo, seu contrato tem duração mínima de seis meses e ele afirma que pretende retornar ao Brasil após esse período.

“Não me arrependo. Tomei essa decisão consciente dos riscos. Mas quero voltar para o Brasil assim que meu contrato terminar”, declarou.

Hoje, ele aguarda a possibilidade de ser transferido para uma unidade especializada em operações com drones, considerada menos exposta do que a infantaria.

Enquanto isso, ele espera a próxima missão em um local chamado de "casa segura", com estrutura de uma casa, mas sem energia elétrica.

"Tomamos banho quando possível e dependemos bastante de powerbanks para manter os equipamentos funcionando. Como estamos em uma pequena vila no interior, tem um senhor que nos deixa tomar banho quente na casa dele uma vez por semana", diz.

Ministério recomenda que brasileiros recusem propostas de ir para guerras

Em junho do ano passado, o Ministério das Relações Exteriores divulgou um alerta sobre o alistamento voluntário de brasileiros em forças armadas estrangeiras, no contexto de guerras armadas.

Segundo o órgão, tem sido registrado aumento no número de casos de brasileiros que morrem em conflito ou que encontram dificuldades para interromper a participação no serviço militar.

Por isso, o ministério recomendou que propostas de trabalho para fins militares sejam recusadas. De acordo com o órgão, a assistência consular, nesses casos, pode ser "severamente limitada pelos termos dos contratos assinados entre os voluntários e as forças armadas de outros países".

A guerra entre Rússia e Ucrânia

A guerra na Ucrânia começou em fevereiro de 2022, quando o presidente russo Vladimir Putin autorizou uma ofensiva militar contra o território ucraniano. Desde então, a guerra provocou milhares de mortes, milhões de refugiados e intensos combates, especialmente no leste e sul do país.

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Ops!

Bundan Sonra Ne Olabilir?

Yapay zekâ öngörüsü — kesinlik taşımaz

  • Marcelo Andrade will attempt to transfer to a drone unit.

    Olası · Haftalar içinde

  • Marcelo Andrade will return to Brazil after his contract ends.

    Çok muhtemel · Aylar içinde

Açık Sorular

  • What is the exact duration of Marcelo Andrade's contract?
  • What is the process for transferring to a drone unit?
  • How many other Brazilians are in similar situations?
  • What specific support can the Brazilian consulate offer in such cases?

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Bu haber ilk olarak şurada yayınlandı: G1.

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