Greve dos servidores de Taubaté entra no 2º dia com protesto e escolas afetadas
Hızlı Bakış
- Servidores municipais de Taubaté entram no segundo dia de greve com protestos e impacto nas escolas.
- A Justiça determinou que 70% dos funcionários mantenham atividades, sob pena de multa.
- A categoria reivindica recomposição salarial, reajuste do vale-alimentação e implantação do vale-transporte.
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Servidores municipais de Taubaté iniciaram uma greve em busca de recomposição salarial de 9,43%, reajuste do vale-alimentação e implantação do vale-transporte. A paralisação entrou no segundo dia, com protestos e impactos no funcionamento de escolas.
Servidores se reuniram na Avenida do Povo na manhã desta quarta-feira (3). Justiça determinou que 70% dos funcionários mantenham as atividades durante a paralisação.
Por g1 Vale do Paraíba e Região
A greve dos servidores municipais de Taubaté entrou no 2º dia nesta quarta-feira, com protestos nas ruas e impactos no funcionamento de escolas.
A Justiça de São Paulo determinou que ao menos 70% do funcionalismo continue trabalhando, sob pena de multa diária de R$ 20 mil.
Iniciada na terça-feira, a paralisação busca recomposição salarial de 9,43%, referente às perdas inflacionárias acumuladas, além do reajuste do vale-alimentação e da implantação do vale-transporte.
Diversas escolas municipais registraram problemas, com unidades totalmente fechadas ou funcionando sem aulas regulares devido à falta de professores grevistas.
Enquanto a oposição tenta derrubar o decreto de serviços essenciais, uma audiência de conciliação foi agendada para o dia 15 de junho.
Greve dos servidores de Taubaté entra no 2º dia com protesto e escolas afetadas — Foto: Laurene Santos/TV Vanguarda
A greve dos servidores municipais de Taubaté entrou no segundo dia nesta quarta-feira (3), com uma nova mobilização organizada pelo sindicato da categoria. Os trabalhadores se reuniram pela manhã na Avenida do Povo e seguiram em caminhada em direção à região central da cidade.
O movimento ocorre um dia após a Justiça de São Paulo determinar que pelo menos 70% dos servidores públicos municipais permaneçam em atividade durante a paralisação. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 20 mil por categoria.
Segundo o sindicato, a manifestação desta quarta tem como objetivo dar visibilidade às reivindicações da categoria e informar a população sobre os motivos da greve.
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Os servidores cobram recomposição salarial de 9,43%, referente às perdas inflacionárias acumuladas, além do reajuste do vale-alimentação e da implantação do vale-transporte. A paralisação teve início na terça-feira (2).
Apesar da decisão judicial que determinou a manutenção de 70% do efetivo em atividade, escolas municipais continuam registrando impactos na rede de ensino.
Na manhã desta quarta-feira, a reportagem da TV Vanguarda percorreu unidades da cidade e encontrou diferentes situações. Na Escola Municipal Dr. Quirino, na região da Estiva, a unidade permanecia fechada com aviso informando sobre a greve.
EMEF Dr. Quirino em Taubaté — Foto: Laurene Santos/TV Vanguarda
Já na Escola Campista, os alunos estavam sendo recebidos, mas sem o quadro completo de professores. Na Escola Simone dos Santos, na região central, estudantes do ensino fundamental foram acolhidos na unidade, porém sem aulas regulares devido à ausência de docentes.
A educação foi um dos setores mais afetados desde o início da paralisação, segundo relatos de servidores e apuração da reportagem.
Escola Prof Simone dos Santos, em Taubaté — Foto: Laurene Santos/TV Vanguarda
Outro desdobramento envolve um decreto publicado pela Prefeitura de Taubaté que definiu os serviços considerados essenciais durante a greve, incluindo a educação infantil.
Segundo informações apuradas pela TV Vanguarda, vereadores da oposição protocolaram um pedido na Câmara Municipal para tentar derrubar o decreto. O argumento é de que o texto precisaria ser adequado à legislação federal. O pedido ainda não foi votado pelos parlamentares.
Servidores municipais entram em greve e fazem ato em frente à Prefeitura de Taubaté — Foto: Laurene Santos/TV Vanguarda
Decisão da Justiça
Na terça-feira (2), o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que ao menos 70% dos servidores municipais permaneçam trabalhando durante a greve. A decisão levou em consideração a necessidade de manutenção dos serviços públicos essenciais, especialmente nas áreas de saúde e educação.
Além disso, foi marcada uma audiência de conciliação entre a Prefeitura de Taubaté e o Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal para o dia 15 de junho.
A Prefeitura de Taubaté afirma que tem adotado medidas para minimizar os impactos da paralisação e manter o funcionamento dos serviços considerados essenciais. O município também informou que mantém diálogo aberto com os representantes da categoria.
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Audiência de conciliação entre Prefeitura e sindicato.
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Açık Sorular
- Qual será o desfecho da audiência de conciliação em 15 de junho?
- Os vereadores de oposição conseguirão derrubar o decreto de serviços essenciais?
- Qual a posição final da Prefeitura sobre as reivindicações salariais?






