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GeriICMBio realiza projeto piloto para erradicar búfalos selvagens em Rondônia
ICMBio realiza projeto piloto para erradicar búfalos selvagens em Rondônia
Gelişiyor
G125.05.2026Environment3 dk okumaBrazil

ICMBio realiza projeto piloto para erradicar búfalos selvagens em Rondônia

Hızlı Bakış

  • ICMBio testa métodos de abate de búfalos selvagens em Rondônia em projeto piloto.
  • A ação visa avaliar impactos e subsidiar plano de erradicação, com meta de eliminar 500 animais até o fim do ano.

Yapay zekâ özeti

Neden Önemli?

Búfalos selvagens, não nativos do Brasil, se reproduzem sem controle em Rondônia, causando graves impactos ambientais, como a extinção de espécies nativas e a alteração de ecossistemas. O ICMBio iniciou um projeto piloto para testar métodos de abate e subsidiar um plano de erradicação.

Yazı boyutu

A ação é uma forma do ICMBio testar os métodos mais eficientes e seguros de abate, além de avaliar os possíveis impactos ambientais. Os resultados servirão de base para a elaboração de um plano de erradicação. Até o fim do ano, a previsão é eliminar pelo menos 500 animais, o que corresponde a cerca de 10% do rebanho total.

O projeto foi divido em duas fases, seguindo o cronograma de chuvas. Nesta primeira etapa, período de cheia, os campos da Rebio Guaporé, por exemplo, estão alagados. As lagoas se formam nas áreas mais baixas a partir da água da chuva ou dos rios que atravessam a reserva: uma característica da biodiversidade local.

A operação foi conduzida de três maneiras: terrestre, aquática e aérea, cada uma utilizada para testar diferentes estratégias de controle. A erradicação é feita por controladores de fauna, especializados armados com rifles.

Búfalos são abatidos em projeto piloto do ICMBio em Rondônia — Foto: Vinicius Assis/Rede Amazônica

As primeiras etapas ocorreram em março, antes de a Justiça Federal determinar a suspensão das atividades. A operação foi retomada em 18 de maio, após nova análise do caso, quando o juiz reconheceu que o projeto piloto possui caráter científico e é essencial para responder a questões técnicas que subsidiarão a elaboração de um plano consistente de erradicação.

Atualmente, os animais vivem entre a Reserva Biológica (Rebio) Guaporé, a Reserva Extrativista (Resex) Pedras Negras e a Reserva de Fauna (Refau) Pau D'Óleo, no oeste de Rondônia, uma região de encontro entre três biomas: a Floresta Amazônica, o Pantanal e o Cerrado. As reservas biológicas são a categoria de proteção ambiental mais restritiva em Rondônia.

Segundo o ICMBio, a segunda campanha da pesquisa deve ser realizada no período de seca, entre os meses de agosto e setembro.

Búfalos selvagens em Rondônia — Foto: Arte g1

Embate judicial

O rebanho de búfalos selvagens invasores está no centro de uma ação judicial milionária. Em uma Ação Civil Pública na Justiça, o Ministério Público Federal (MPF) pede que o governo de Rondônia e o ICMBio garantam a erradicação e o controle desses animais na região.

Para elaborar o plano de erradicação ,o instituto desenvolveu uma pesquisa que envolve três frentes:

o próprio instituto como gestores da área e responsáveis pela logística;

a Universidade Federal de Rondônia com os pesquisadores que vão analisar a sanidade dos animais abatidos;

e uma empresa especializada que se voluntariou para fazer o abate.

Os pesquisadores e demais pessoas envolvidas pretendem avaliar a capacidade diária de abate de animais, observar o comportamento dos búfalos e as condições ambientais que interferem na operação e mapear desafios logísticos e operacionais.

Por que os búfalos estão sendo abatidos?

Como não são nativos do Brasil, os búfalos não possuem predadores naturais. Soltos e se reproduzindo sem controle, eles provocam graves impactos ambientais, como a extinção de espécies da fauna e da flora nativas e alteração no curso dos campos naturalmente alagados, que fazem parte da biodiversidade local.

De acordo com o biólogo e analista ambiental do ICMBio, Wilhan Cândido, o abate é, no momento, a única alternativa viável para resolver a questão. Como a região é isolada e de difícil acesso, não existe logística possível para retirar os animais vivos ou mortos. Além disso, como se desenvolveram sem controle sanitário, a carne não pode ser aproveitada.

"É um ambiente único, com várias espécies endêmicas [nativas] e a presença do búfalo vai levar à extinção de várias delas. Algumas espécies que a gente só tem registros aqui, sejam elas residentes ou migratórias", explica o biólogo e analista ambiental do ICMBio, Wilhan Cândido.

Analista do ICMBio mostra onde deveria estar o solo compactado por búfalos em Rondônia — Foto: Vinicius Assis/Rede Amazônica

Abate de búfalos na Amazônia — Foto: ICMBio

Atualmente vivem mais de 4 mil búfalos selvagens na região do Vale do Guaporé — Foto: Acervo NGI Cautário-Guaporé

Mais de 4 mil búfalos selvagens vivem sem monitoramento e degradando Reservas Ambientais há mais de 50 anos em Rondônia — Foto: AFP Photo/Tony Karumba

Búfalos selvagens que vivem sem monitoramento causam alterações em reservas ambientais — Foto: Acervo NGI Cautário-Guaporé

Bundan Sonra Ne Olabilir?

Yapay zekâ öngörüsü — kesinlik taşımaz

  • Eliminação de pelo menos 500 búfalos selvagens até o fim do ano.

    Çok muhtemel · Aylar içinde

  • Realização da segunda campanha de pesquisa no período de seca (agosto-setembro).

    Çok muhtemel · Aylar içinde

Açık Sorular

  • Qual será o custo total do plano de erradicação?
  • Quais serão as consequências a longo prazo para a biodiversidade local após a erradicação?
  • Haverá outras ações judiciais contra o plano de erradicação?
  • Como será feito o monitoramento pós-erradicação para evitar reincidência?

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Bu haber ilk olarak şurada yayınlandı: G1.

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