Irmãos morrem após perseguição policial em Sorocaba; família contesta versão da PM
Hızlı Bakış
- Dois irmãos, Pablo e Diogo, morreram após perseguição policial em Sorocaba.
- A família contesta a versão da PM, que alega que os jovens estavam armados e ameaçaram os policiais.
- Uma prima que estava no carro também questiona o relato oficial.
Yapay zekâ özeti
Neden Önemli?
Dois irmãos morreram após uma perseguição policial em Sorocaba. A família contesta a versão oficial da Polícia Militar sobre o ocorrido.
Pablo Rikman Fernandes Oliveira, de 27 anos, e Diogo Henrique Fernandes Rosa, de 24, estavam em um carro na Avenida Dom Aguirre quando, de acordo com o boletim de ocorrência, teriam desrespeitado uma ordem de parada de uma viatura da Polícia Militar.
O velório dos irmãos teve início ainda pela madrugada, por volta de 2h30, na Ossel Vila Assis. O corpo de Pablo estava previsto para ser sepultado às 9h30, enquanto o de Diogo às 10h30.
Na versão da PM, Pablo fez diversas manobras perigosas, e a fuga terminou quando o jovem perdeu o controle da direção e colidiu o veículo. Ainda segundo a polícia, após a batida, os irmãos permaneceram no carro e se recusaram a se render.
Além dos irmãos, uma jovem de 20 anos, prima de Pablo e Diogo, também estava no veículo na hora da perseguição policial. No relato dos agentes, a jovem teria saído do carro após a batida e, nesse momento, os irmãos fizeram ameaças com armas de fogo em direção à viatura.
Diante disso, os policiais reagiram e atiraram contra o carro. Pablo não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Já Diogo chegou a ser resgatado com vida por uma ambulância, mas morreu pouco depois de dar entrada no Centro Hospitalar de Sorocaba (CHS).
A família de Pablo e Diogo questiona a versão da PM e afirma que os jovens não andavam armados. A prima que estava no momento da ação policial também apresentou questionamento às versões registradas nos depoimentos oficiais.
Segundo o BO, inicialmente a prima dos irmãos disse aos policiais que os jovens costumavam andar armados pelo fato de o pai ter sido vítima de um homicídio. No entanto, em seu depoimento formal na delegacia, ela contesta essa história e a versão apresentada pela polícia, afirmando que eles não tiveram tempo de sair do carro durante a abordagem e que não estavam armados.
Já em uma entrevista à TV TEM, a jovem reforçou a defesa de que Pablo e Diogo não possuíam armas. Segundo a testemunha, inicialmente, o grupo não percebeu que a ordem da polícia era para eles. No entanto, logo depois do primeiro sinal da viatura, os jovens teriam se assustado com os gritos dos policiais os mandando descer do veículo e por isso saíram com o carro em disparada.
"A gente escutou só o barulhinho da sirene, tanto que eu achei que eles estavam querendo ultrapassar. Aí quando escutamos que era com a gente mesmo, para parar, a gente parou no sinal. Mas como eles começaram a gritar 'desce do carro', a gente acabou que acelerou novamente", diz.
"Assim que batemos no poste e com o muro, eu peguei e abri a porta. Esperava que eles fossem sair também, mas abri a porta e me joguei, porque estava meio machucada e atordoada. Nisso os disparos já estavam acontecendo e achei que iam parar. Gritei, pedi, falei 'parem, por favor! eles não estão com nada', mas não ouviram. Só pediram para me afastar no momento, para eu não ver o que estava acontecendo. Não tiveram chance de nada", afirma.
A perícia da Polícia Civil deve ajudar a esclarecer se houve troca de tiros durante a perseguição. O g1 questionou a Polícia Militar para saber se haverá uma investigação interna para apurar a conduta dos policiais militares, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
Bundan Sonra Ne Olabilir?
Yapay zekâ öngörüsü — kesinlik taşımaz
Investigação interna da conduta dos policiais será aberta.
Olası · Haftalar içinde
Perícia da Polícia Civil esclarecerá se houve troca de tiros.
Muhtemel · Haftalar içinde
Açık Sorular
- Houve troca de tiros?
- Haverá investigação interna da conduta dos policiais?






