Justiça nega habeas corpus a instrutores presos pela morte em salto de rope jump
Hızlı Bakış
- A Justiça negou habeas corpus a dois instrutores presos pela morte de jovem em salto de rope jump em Limeira (SP).
- A vítima, 21 anos, foi lançada sem corda de ponte de 40 metros.
- Três homens foram autuados por homicídio com dolo eventual.
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A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após cair de uma altura de 40 metros em um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, entre Limeira (SP) e Cordeirópolis (SP). O equipamento de segurança não foi preso ao corpo da vítima.
A Justiça negou nesta quinta-feira (18) o pedido de habeas corpus a dois dos três instrutores presos pela morte da jovem lançada sem corda durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, entre Limeira (SP) e Cordeirópolis (SP).
A decisão envolve Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, e Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos. Ao g1, a defesa deles disse que ainda não tomou conhecimento da negativa.
A reportagem também tenta contato com a defesa do outro instrutor preso, Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 anos.
Os homens estão presos desde o dia da tragédia, no sábado (13). Eles foram autuados pela Polícia Civil por homicídio com dolo eventual. Em depoimento, o trio não soube explicar o erro.
Eles fazem parte de um grupo que oferecia os saltos de 40 metros de altura na ponte, ao preço de R$ 180. Um vídeo mostra que a vítima foi carregada pelos instrutores até a beirada da plataforma e arremessada para frente em queda livre — assista acima.
Morte de jovem em rope jump sem corda: três homens serão investigados por homicídio com dolo eventual — Foto: Reprodução
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A tragédia
No último sábado, Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, caiu de uma altura de 40 metros e teve a morte constatada no local. Segundo a Polícia Civil, o equipamento que deveria estar preso ao corpo da vítima para segurar a queda foi esquecido e ficou enrolado no chão da estrutura.
Uma testemunha relatou que os instrutores não realizaram a checagem de segurança no momento do salto da jovem. O grupo responsável pela atividade não possuía empresa formal, segundo a polícia.
Inicialmente, seis pessoas foram detidas, mas apenas os três instrutores seguem presos. No domingo (14), a Justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante deles.
A delegada responsável pelo caso afirmou que os homens se mostraram desnorteados e alegaram não se recordar de quem era a obrigação de colocar a corda, nem por que a fiscalização final não foi feita antes de empurrarem a vítima.
Infográfico - Jovem de 21 anos morre após ser lançada sem corda de ponte de 40 metros em Limeira — Foto: Arte/g1
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- Quem era o responsável pela checagem final de segurança?
- Por que o equipamento de segurança não foi utilizado?
- Qual a responsabilidade exata de cada instrutor?





