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GeriMais de 50 escolas municipais aderem à greve da Educação em Rio Branco; veja lista
Mais de 50 escolas municipais aderem à greve da Educação em Rio Branco; veja lista
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G125.05.2026Education3 dk okumaBrazil

Mais de 50 escolas municipais aderem à greve da Educação em Rio Branco; veja lista

Hızlı Bakış

  • Profissionais da educação da rede municipal de Rio Branco iniciaram greve por tempo indeterminado.
  • Pelo menos 51 unidades, incluindo escolas, creches e centros de educação infantil, aderiram ao movimento, que reivindica reposição inflacionária e atualização de gratificações.

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Profissionais da educação da rede municipal de Rio Branco estão em greve por tempo indeterminado desde 20 de maio. A paralisação afeta mais de 50 unidades de ensino, incluindo escolas, creches e centros de educação infantil. A categoria reivindica reposição inflacionária e atualização de gratificações, alegando três anos sem reajuste salarial.

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Mais de 50 escolas municipais aderem à greve da Educação em Rio Branco; veja lista

Paralisação começou na quarta (20) e já dura quase uma semana. Segundo o sindicato, creches e centros de educação infantil estão com atividades suspensas.

Por Jhenyfer de Souza, Richard Lauriano, g1 AC e Rede Amazônica Acre — Rio Branco

Há quase uma semana em greve, os profissionais da educação da rede municipal de Rio Branco ainda estão com as atividades paralisadas nesta segunda (25).

Pelo menos 51 unidades de ensino aderiram ao movimento, entre escolas, creches e centros de educação infantil.

Apesar da paralisação, algumas unidades continuam funcionando parcialmente.

Mais de 50 escolas da educação municipal aderem a greve em Rio Branco — Foto: Aline Pontes/Rede Amazônica

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) e o Sindicato dos Professores da Rede Pública Municipal de Rio Branco, pelo menos51 unidades de ensino aderiram ao movimento, entre escolas, creches e centros de educação infantil. (Veja lista completa mais abaixo)

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Apesar da paralisação, algumas unidades continuam funcionando parcialmente. A categoria informou também que a greve segue por tempo indeterminado até que uma nova proposta seja apresentada pela prefeitura.

O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Rio Branco para solicitar um posicionamento sobre as propostas apresentadas e aguarda retorno.

Segundo o levantamento repassado pelo sindicato, as seguintes unidades aderiram ao movimento:

Creche Sagrado Coração de Maria

Escola Benfica

Anita Jangles

Escola Frei Pelegrino de Lima

Valdívia de Castro

Francisca Aragão Silva

Creche Maria José Bezerra dos Reis

Creche Sorriso de Criança

Padre Peregrino

Escola Mário Lobão

CEI Willy Viana das Neves

Creche Jairo Júnior

Jessé Santiago

CEI Luiz Roberto Pedron

Monteiro Lobato

CEI Prof. Beline Araújo

Creche Bem-Te-Vi

CEI Maria Silvestre

CEI Jorge Luís

Creche Ione Portela da Costa Casas

Eufrosina Silva Oliveira

Escola Boa União

Creche Francisca Silva Maia

Escola Monte Castelo

Escola José Potyguara

Escola Luiza de Lima Cadaxo

Escola Juvenal Antunes

Dr. Zaquel Machado

CEI José Anacleto

CEI Herloizia Almeida

Escola Maria Lúcia Moura Marin

Escola Bom Jesus

Creche Jacamim

CEI Maria Danila Pompeu

CEI José Maria Maciel

CEI Maria Estela Marques

Mestre Irineu Serra

Mariana da Silva Oliveira

Álvaro Vieira da Rocha

Escola Maria Izaliz

Escola Jorge Félix Lavocat

Creche Irmãos Mi e Bino

Escola Irmã Maria Gabriela

Escola Luiza Carneiro Dantas

Mauricila Sant’Ana

Escola Menino Jesus

Teresinha Kalume

Anexo Chico Mendes

Anice Dib Jatene

Djanira Bezerra dos Reis

CEI Prof. Beline Araújo

Entre as principais reivindicações estão a reposição inflacionária dos salários, atualização das gratificações das equipes gestoras, avanço nas discussões sobre o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) e melhorias na estrutura das unidades de ensino.

De acordo com a categoria, os servidores acumulam três anos sem reajuste salarial ou reposição inflacionária.

Impasse

A presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, afirmou que a categoria considera que houve retrocesso nas negociações com a prefeitura desde o início da greve.

Segundo ela, uma proposta discutida anteriormente teria sido alterada pela gestão municipal.

“A prefeitura está nos retalhando, porque nós estávamos avançando em uma proposta e, na quinta-feira [21], mandaram uma proposta pior do que a que estava sendo construída na mesa. Mas nosso movimento está forte. Mais de 70% das escolas estão na greve e seguimos com o cronograma da paralisação”, declarou.

Ainda segundo Rosana, houve apenas uma reunião entre representantes da categoria e a prefeitura desde o início da greve. Ela afirmou que a proposta apresentada pelo Executivo foi rejeitada pelos trabalhadores.

“A proposta é imoral. Depois de três anos sem ganho nenhum, oferecer R$ 75 para um funcionário é inaceitável”, disse.

A presidente do sindicato reforçou que a categoria reivindica a reposição do salário mínimo nas tabelas dos servidores, reajuste de 5% imediato para todas as categorias e mais 5% a partir de novembro.

Os trabalhadores pretendem manter a greve até que uma nova proposta seja apresentada pela prefeitura. “Só depende do prefeito encerrar esta greve”, concluiu.

Profissionais da educação da rede municipal de Rio Branco iniciaram, na última quarta-feira (20), uma greve por tempo indeterminado — Foto: Richard Lauriano / Rede Amazônica

Protesto anterior

Antes da deflagração da greve, os trabalhadores já haviam feito um ato convocatório no dia 11 de maio, em frente à prefeitura, para pressionar a gestão municipal por avanços nas negociações.

Naquela ocasião, representantes da categoria cobraram a reposição inflacionária do piso do magistério referente aos anos de 2024, 2025 e 2026, além da atualização das tabelas salariais dos servidores da educação.

A mobilização foi organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) e reuniu representantes de 56 escolas.

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  • A greve continuará até que uma nova proposta seja apresentada pela prefeitura.

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  • Qual será a próxima proposta da prefeitura?
  • Quando a greve será encerrada?
  • Qual o impacto financeiro exato das reivindicações dos trabalhadores?
  • Quantas unidades de ensino continuam funcionando parcialmente?

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