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GeriMicroscópio de baixo custo pode ampliar diagnóstico de malária na Nigéria
Microscópio de baixo custo pode ampliar diagnóstico de malária na Nigéria
Gelişiyor
G123.05.2026Sağlık3 dk okumaBrazil

Microscópio de baixo custo pode ampliar diagnóstico de malária na Nigéria

Hızlı Bakış

Um microscópio de código aberto, montado localmente na Nigéria por menos de US$ 85, promete expandir o diagnóstico de malária em regiões com pouca infraestrutura de saúde, utilizando peças impressas em 3D e smartphones.

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A região de Yobe, no nordeste da Nigéria, enfrenta alta incidência de malária e carência de infraestrutura de saúde. Um projeto desenvolvido em parceria com universidades do Brasil e do Reino Unido resultou na criação de microscópios de baixo custo, montados localmente.

Yazı boyutu

Segundo o pesquisador da Universidade de Sussex e especialista de Projetos Estratégicos do Manacás da PUC-Campinas, a proposta surgiu a partir de uma demanda do estado de Yobe, no nordeste da Nigéria, região marcada pela alta incidência de malária e pela falta de infraestrutura em saúde.

Ao todo, 30 equipamentos já foram construídos localmente e distribuídos entre hospitais e unidades de atenção primária.

"Os aparelhos não foram enviados prontos do Brasil. As próprias equipes locais compraram os componentes pela internet e realizaram a montagem durante os treinamentos, reduzindo os custos de importação, facilitando a manutenção e gerando independência tecnológica nas regiões atendidas", explica Chagas.

Microscópios sendo construídos localmente na Nigéria para serem distribuídos entre hospitais e unidades de atenção primária — Foto: André Maia Chagas

O microscópio custa cerca de US$ 85 (aproximadamente R$ 430) e pode ser montado em até uma hora após a impressão das peças estruturais em 3D.

Ele foi desenvolvido a partir do conceito de hardware aberto, que disponibiliza gratuitamente os projetos, instruções de montagem e a lista de materiais para que qualquer pessoa reproduza o aparelho.

"O objetivo era criar um equipamento funcional para uma necessidade específica, com o menor custo possível. Pesquisa pública, financiada com dinheiro público, deveria virar bem público", afirma o especialista.

Estrutura simples e funcional

Segundo André, que iniciou o trabalho na Universidade de Sussex, no Reino Unido, em parceria com a Universidade de Yobe, o aparelho possui componentes de fácil aquisição.

O microscópio conta com uma câmera USB de 12 megapixels, lentes disponíveis em plataformas online, parafusos comuns e uma estrutura produzida em impressora 3D.

Como a câmera é conectada ao smartphone, é o próprio celular que fornece energia ao sistema, além de servir como visor para análise das imagens.

Amostras de sangue em lâminas são acopladas ao equipamento e, com a resolução disponível, é possível identificar o parasita causador da malária dentro das células.

⚠️ Ter o equipamento, no entanto, não é suficiente por si só. O diagnóstico é feito por profissionais de saúde treinados, capazes de identificar e interpretar corretamente a presença do parasita nas imagens.

Microscópio de baixo custo pode ajudar a ampliar o diagnóstico da malária em regiões vulneráveis na Nigéria. — Foto: Estevão Mamédio

A iniciativa busca não apenas ampliar o acesso ao diagnóstico, mas também acelerar o início do tratamento da doença.

As unidades de saúde da região atendem a população de forma descentralizada e contam, em muitos casos, com testes rápidos, como os usados para Covid-19, que nem sempre apresentam alta precisão.

Segundo Chagas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a análise microscópica de amostras de sangue o método padrão para o diagnóstico da malária.

Outras aplicações

Além da malária, André Chagas explica que o microscópio pode ser usado para outros exames que utilizam microscopia.

"Microscopia ainda é usada para muitas coisas. O exame de Papanicolau, por exemplo, depende desse tipo de análise. Então a detecção de câncer de colo de útero e de outras doenças também podem ser feitas por um sistema como esse", diz.

Por ser digital, o equipamento também abre caminho para a criação de bancos de dados e sistemas de análise automatizada.

A ideia é que, no futuro, ferramentas tecnológicas ajudem a acelerar a triagem de exames e o monitoramento epidemiológico.

"Com essas imagens, a gente consegue acompanhar a evolução da doença em tempo real, e no futuro, treinar sistemas de detecção automática para ajudar na triagem e monitoramento epidemiológicos", afirma.

Processo de validação

O microscópio já está em uso na Nigéria e passa atualmente por um processo de validação científica, com comparações em relação a equipamentos tradicionais.

“O microscópio ainda está em fase de validação, mas ele já consegue gerar imagens das células vermelhas e visualizar o parasita da malária. Como o projeto foi baseado no OpenFlexure, uma tecnologia de microscópio aberto que já passou por validação científica, a expectativa é validar esse equipamento da mesma forma", completa.

O microscópio conta com uma câmera USB de 12 megapixels, lentes, parafusos comuns e uma estrutura produzida em impressora 3D. — Foto: Estevão Mamédio

*Estagiária sob supervisão de Fernando Evans

Bundan Sonra Ne Olabilir?

Yapay zekâ öngörüsü — kesinlik taşımaz

  • O microscópio será validado cientificamente com sucesso.

    Çok muhtemel · Aylar içinde

  • A tecnologia será expandida para outras regiões da Nigéria.

    Muhtemel · Uzun vadede

  • O microscópio será utilizado para diagnóstico de outras doenças além da malária.

    Muhtemel · Orta vadede

Açık Sorular

  • Qual a taxa de sucesso na validação científica do microscópio em comparação com equipamentos tradicionais?
  • Quais os planos de expansão para outras regiões da Nigéria ou outros países?
  • Como será garantida a sustentabilidade da manutenção e do fornecimento de componentes a longo prazo?
  • Qual o impacto na redução do tempo de diagnóstico e início de tratamento da malária?

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Bu haber ilk olarak şurada yayınlandı: G1.

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