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Mulher é espancada e finge de morta após ser acusada de denunciar o tráfico em Cachoeiro de Itapemirim
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G103.06.2026Crime3 dk okumaBrazil

Mulher é espancada e finge de morta após ser acusada de denunciar o tráfico em Cachoeiro de Itapemirim

Hızlı Bakış

  • Mulher foi espancada e teve a perna quebrada em Cachoeiro de Itapemirim, ES, após ser acusada de denunciar o tráfico.
  • Três homens foram presos e um adolescente apreendido.

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Uma mulher foi brutalmente espancada e teve a perna quebrada em Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo, após ser acusada de colaborar com a polícia em uma apreensão de drogas. A vítima fingiu estar morta para sobreviver.

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Mulher é espancada e finge de morta após ser acusada de denunciar o tráfico em Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Segundo a Polícia Civil, a vítima foi agredida com barras de ferro e teve uma perna quebrada no bairro Bela Vista, no dia 29 de abril.

As investigações apontam que a vítima foi abordada por dois homens, de 23 e 24 anos, e um adolescente de 15 anos. Todos os envolvidos já foram identificados e os maiores de idade acabaram presos durante o andamento das investigações, e o menor apreendido.

Segundo o delegado Felipe Vivas, titular da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cachoeiro de Itapemirim, a tortura teria sido motivada por uma apreensão de drogas e dinheiro realizada pela Polícia Militar no dia anterior ao crime.

"Esses indivíduos a agrediram por suspeitaram que ela estava cooperando com as forças de segurança. No dia anterior a tortura, a Polícia militar realizou uma diligência no bairro Bela Vista resultando em uma grande apreensão de drogas e valor de R$ 35 mil em especie. Esses indivíduos que sofreram esse prejuízo, deduziram que essa mulher fosse a responsável por delatar", explicou o delegado.

A prisão foi realizada com o apoio do Centro de Inteligência e Análise Telemática do Sul (Ciat Sul) e da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc).

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Tortura teria sido motivada por uma apreensão de drogas e dinheiro realizada pela Polícia Militar no dia anterior ao crime. — Foto: Reprodução/PCES

Ainda segundo Vivas, a ordem para a agressão partiu de uma liderança do tráfico local conhecida pelo apelido de "Fazendinha".

"Esses indivíduos foram até a casa dela, já chegaram exigindo que entregasse e desbloqueasse o telefone dela para que pudessem verificar se havia algum tipo de mensagem mantendo contato com as forças de segurança. No entanto, não havia, então eles passaram a agredi-la com barras de ferro e exigiram o tempo todo que ela confessasse. Quando viram que ela não confessava, cessaram as agressões. Levaram o telefone dela e ameaçaram que se ela falasse com alguém, sofreria consequências", relatou.

Os nomes dos suspeitos presos por envolvimento na tortura não foram divulgados pela Polícia Civil.

Vítima teve a perna quebrada

Após as agressões, a mulher foi socorrida por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), acionadas por moradores da região.

"Ela é uma pessoa que, infelizmente, está em situação de dependência, de vulnerabilidade e que os criminosos se aproveitam para colaborar de alguma forma", disse o delegado.

Prisões ocorreram após investigação

De acordo com a polícia, os três executores da tortura foram presos em flagrante no dia 30 de abril, um dia após o crime. Já a prisão do suposto mandante ocorreu nesta terça-feira, após trabalhos de inteligência.

“Depois de algumas diligências, a gente consegue identificar o imóvel que o mandante estaria. Conseguimos montar um cerco policial e localizar o mandante e um outro indivíduo, que estava foragido no Rio de Janeiro, envolvido em outro homicídio. Esse indivíduo diz que voltou ao Estado para fazer a segurança desse mandante", afirmou.

Foragido por homicídio também foi encontrado

Durante a operação, os policiais localizaram ainda Lucas Ribeiro, de 25 anos, que estava foragido da Justiça havia cerca de dois anos por envolvimento em um homicídio ocorrido em 3 de fevereiro de 2024. Ele não tem participação no espancamento da mulher em Cachoeiro de Itapemirim.

Segundo o delegado Felipe Vivas, sete pessoas participaram deste crime praticado no ano retrasado, sendo que quatro foram presas, enquanto três, entre elas Lucas, fugiram para o Rio de Janeiro.

Lucas retornou ao Espírito Santo após dois comparsas morrerem em um confronto com a Polícia Civil do Rio de Janeiro em outubro de 2025. Ele conseguiu escapar da operação e, em Cachoeiro, passou a fazer a segurança do mandante da tortura da mulher.

Crimes investigados

Ao final do inquérito, o homem apontado como mandante deverá responder pelos crimes de tortura qualificada, roubo majorado, corrupção de menores, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Já os outros jovens que participaram do crime vão responder por tentativa de homicídio. A mulher que foi torturada está sendo amparada pelo estado.

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  • Os envolvidos responderão por crimes graves como tortura qualificada, roubo majorado, corrupção de menores, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

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  • A vítima receberá amparo do estado.

    Çok muhtemel · Sürüyor

Açık Sorular

  • Qual o apelido da liderança do tráfico local que ordenou a agressão?
  • Quantas pessoas exatamente participaram da tortura?
  • Qual a condição atual da vítima?
  • Haverá mais prisões relacionadas a este caso?

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Bu haber ilk olarak şurada yayınlandı: G1.

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