Mulher é morta a facadas pelo marido, que cometeu suicídio em seguida no Acre
Hızlı Bakış
- Juliana Barbosa Cerqueira, 44 anos, foi assassinada a facadas pelo marido neste domingo (5) em Cruzeiro do Sul, interior do Acre.
- Após o crime, o homem cometeu suicídio.
- O caso ocorreu em uma zona rural do município.
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Uma mulher de 44 anos foi assassinada a facadas pelo marido, que posteriormente cometeu suicídio. O crime ocorreu na zona rural de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre.
Uma mulher identificada como Juliana Barbosa Cerqueira, de 44 anos, foi morta a facadas pelo marido na manhã deste domingo (5). A Polícia Militar (PM-AC) confirmou que, após o crime, o homem cometeu suícidio.
O crime ocorreu por volta das 11h, no Ramal do Japãozinho, zona rural de Cruzeiro do Sul, interior do Acre.
Ao g1, a PM-AC informou que as equipes ainda estão para a localidade pegando informações do ocorrido e aguardando a perícia concluir os trabalhos.
Feminicídio ocorreu neste domingo (5) em Cruzeiro do Sul — Foto: Nino Caré/Pexels
A polícia destacou que mais informações devem ser repassadas quando as equipes retornarem para
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas ao chegar ao local apenas constatou os óbitos.
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Ainda de acordo com o Samu, o local do crime fica a cerca de 19 km do Centro do município. A área foi isolada para os trabalhos da perícia. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil do Acre.
A PM do Acre disponibiliza os seguintes números para denunciar casos de violência contra a mulher:
(68) 99609-3901
(68) 99611-3224
(68) 99610-4372
(68) 99614-2935
Veja outras formas de denunciar:
Polícia Militar - 190: quando a mulher está correndo risco imediato;
Samu - 192: para pedidos de socorro urgentes;
Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres;
Qualquer delegacia de polícia;
Secretaria de Estado da Mulher (Semulher): recebe denúncias de violações de direitos da mulher no Acre. Telefone: (68) 99930-0420. Endereço: Travessa João XXIII, 1137, Village Wilde Maciel.
Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa;
Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia;
WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008;
Ministério Público;
Videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras).
VÍDEOS: g1
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