Policial Civil é morto a tiros após discussão por batidas no portão em Cascavel
Hızlı Bakış
- João Ezequiel Baptista Pereira, 52, policial civil há 15 anos, foi morto a tiros em Cascavel (PR) após discussão com amigo, advogado Jean Oliver Jose Garcia, 45, por batidas no portão.
- O advogado foi preso em flagrante.
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Um policial civil de 52 anos foi morto a tiros após uma discussão com um amigo, um advogado, em Cascavel, no Paraná. A vítima atuava na corporação há 15 anos. O motivo da discussão teria sido a forma como o policial bateu no portão da residência do amigo.
João Ezequiel Baptista Pereira, de 52 anos, morto a tiros após uma discussão por causa de batidas no portão de uma casa em Cascavel, no Oeste do Paraná, atuava na Polícia Civil do Paraná (PCPR) há 15 anos e era lotado na Delegacia de Polícia de Santa Tereza do Oeste.
O agente ingressou na corporação em 2010. Em nota, a Polícia Civil lamentou a morte do servidor e destacou a dedicação, o profissionalismo e o compromisso dele com a segurança pública.
"A PCPR expressa suas condolências e todo o apoio aos familiares e amigos neste momento de dor", afirmou a corporação.
O policial foi morto na noite de domingo (28), após ir até a casa de um amigo para buscar a esposa, que participava de um encontro no local.
Policial é morto por amigo em Cascavel — Foto: Polícia Civil do Paraná
Segundo a investigação, o imóvel estava com o interfone quebrado e havia um aviso orientando visitantes a baterem no portão. O advogado Jean Oliver Jose Garcia, de 45 anos, dono da residência e amigo da vítima, afirmou à polícia que se irritou com a forma como João Ezequiel bateu.
"O proprietário do imóvel alegou que a discussão começou porque o interfone estava quebrado e havia um aviso para bater no portão. Mas ele não gostou da forma como a vítima bateu e disse que o policial chutou o portão", afirmou o delegado Fabiano Moza.
De acordo com a Polícia Civil, Jean saiu da residência e atirou três vezes contra o policial. João Ezequiel foi atingido por três disparos, um deles na cabeça, e morreu no local sem conseguir reagir.
O advogado foi preso em flagrante e indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil. A arma usada no crime, que era registrada, foi apreendida e encaminhada para perícia.
A defesa de Jean informou ao g1 que não vai se manifestar sobre o crime.
A Polícia Civil informou que a investigação continua e que o resultado da perícia e das imagens das câmeras de segurança da residência será fundamental para esclarecer a dinâmica do homicídio.
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- Qual a dinâmica exata da discussão?
- Houve outras testemunhas?
- Qual o motivo real da irritação do advogado?





