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GeriVSR impulsiona aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave no Brasil
VSR impulsiona aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave no Brasil
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G102.07.2026Sağlık5 dk okumaBrazil

VSR impulsiona aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave no Brasil

Hızlı Bakış

  • O Brasil registra aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), impulsionado pelo vírus sincicial respiratório (VSR), que lidera infecções.
  • A gripe causa a maioria das mortes.
  • VSR afeta bebês, idosos e pessoas com doenças crônicas.

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O Brasil tem registrado um aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), impulsionado pela circulação do vírus sincicial respiratório (VSR) e pela gripe. O VSR é particularmente perigoso para bebês, idosos e pessoas com doenças crônicas.

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Os principais vírus da síndrome são a Influenza A (H1N1 e H3N2) e o vírus sincicial respiratório (VSR) — Foto: Prefeitura/Divulgação

O Brasil continua registrando aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), impulsionado pela maior circulação do vírus sincicial respiratório (VSR), segundo o novo boletim InfoGripe, da Fiocruz. O VSR lidera casos de infecções respiratórias e a gripe responde pela maior parte das mortes.

O VSR é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e por aproximadamente 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos.

Além de bebês, adultos e idosos também são mais vulneráveis ao VSR, especialmente aqueles com doenças crônicas, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), doenças cardiovasculares e diabetes.

Para adultos de maior risco, uma das vacinas disponíveis na rede privada oferece proteção por pelo menos três anos, explica o infectologista Clóvis Arns ao Bem-Estar.

Em Porto Alegre, o impacto já é sentido na rede de saúde. Em apenas um mês, os atendimentos médicos nas unidades de saúde aumentaram quase 20%, com mais de 33 mil consultas acima do esperado.

VSR avança em várias regiões do país

De acordo com o boletim InfoGripe, os casos de SRAG associados ao VSR continuam aumentando em toda a região Sul — Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul —, em boa parte do Sudeste — Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo — e em alguns estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Também há aumento no Amapá, Pará, Roraima, Alagoas, Ceará, Maranhão e Mato Grosso do Sul.

O cenário reforça a preocupação com a circulação de vírus respiratórios durante o outono e o inverno.

Gestantes podem se vacinar pelo SUS a partir da 28ª semana de gravidez

O SUS oferece a vacina contra o VSR para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez. A estratégia busca proteger os bebês desde o nascimento, por meio da transferência de anticorpos da mãe para a criança durante a gestação.

Segundo Clóvis Arns, essa proteção é especialmente importante nos primeiros meses de vida, período em que o vírus pode causar bronquiolite, pneumonia e necessidade de internação.

Bebês prematuros e com comorbidades também podem receber o nirsevimabe, imunizante que amplia a proteção contra o VSR.

Proteção de vacina pode durar pelo menos três anos

Para adultos, existem duas vacinas contra o VSR disponíveis na rede privada. Elas são indicadas para idosos e para pessoas a partir dos 18 anos com comorbidades, especialmente doenças pulmonares e cardíacas.

Segundo Clóvis Arns, uma dessas vacinas tem adjuvante, substância que potencializa a resposta do organismo, e apresenta proteção por pelo menos três anos.

O infectologista compara o adjuvante a um “alto-falante” da vacina, por ampliar a resposta imunológica. Ele afirma que essa duração é uma novidade entre vacinas contra vírus respiratórios, já que a proteção de imunizantes como os da gripe e da covid costuma durar de quatro a seis meses.

No SUS, a vacina contra o VSR está disponível para gestantes. Para adultos, por enquanto, a vacinação ocorre na rede privada.

Quem já teve VSR também pode se beneficiar da vacina. A infecção natural não confere proteção permanente, e reinfecções são frequentes ao longo da vida. Por isso, pessoas que fazem parte dos grupos com recomendação de vacinação continuam sendo orientadas a se vacinar, mesmo após um episódio anterior da doença.

VSR também pode causar quadros graves em idosos

Embora seja mais conhecido pelo risco em bebês, o VSR também pode levar a quadros graves em adultos vulneráveis.

Segundo o infectologista, três grupos merecem atenção especial:

idosos, principalmente acima de 65 anos;

pessoas com DPOC;

e pacientes com doenças cardíacas.

Nessas populações, a infecção pode evoluir para pneumonia grave, necessidade de oxigênio, internação hospitalar, UTI, ventilação mecânica e até morte.

O risco aumenta com a idade por causa da imunossenescência, processo natural de envelhecimento do sistema imunológico.

Sintomas podem ser confundidos com gripe

Os sintomas do VSR são semelhantes aos de outros vírus respiratórios, como a gripe:

Dor de garganta;

Tosse;

Coriza;

Dor no corpo

Febre

Por isso, a diferenciação só pode ser feita por exames laboratoriais, como testes rápidos com swab nasal ou PCR.

A identificação do vírus pode ser importante especialmente em idosos, porque há tratamento antiviral específico para influenza com o oseltamivir (conhecido como Tamiflu). Mas ainda não há antiviral eficaz e disponível contra o VSR.

VSR lidera casos de infecções respiratórias e gripe responde pela maior parte das mortes

De acordo com o boletim Infogripe, da Fiocruz, nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a proporção entre os casos positivos de infecções respiratórias foi de:

16,4% para influenza A;

7,9% para influenza B

53,1% para vírus sincicial respiratório;

23,9% para rinovírus

e 2% Covid-19 (Sars-CoV-2).

Entre os óbitos, a presença desses mesmos vírus, considerando apenas os casos positivos e o mesmo período, foi de:

38,3% para influenza A;

12,6% para influenza B;

20,9% para vírus sincicial respiratório;

21,6% para rinovírus;

e 7,5% para Covid-19 (Sars-CoV-2).

Medidas simples ajudam a reduzir a transmissão

Especialistas reforçam que medidas de prevenção continuam sendo importantes para diminuir a circulação dos vírus respiratórios.

Pessoas com sintomas como dor de garganta, coriza, obstrução nasal, rouquidão ou tosse devem, se possível, ficar em casa. Quando isso não for possível, o uso de máscara ajuda a evitar a disseminação do vírus.

Segundo Clóvis Arns, um quadro leve em uma pessoa jovem pode se tornar grave em idosos, cardiopatas ou pessoas com doenças pulmonares.

Ops!

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  • Qual a eficácia a longo prazo das vacinas contra VSR?
  • Haverá novas campanhas de vacinação para adultos no SUS?
  • Qual o impacto total do VSR na mortalidade infantil?

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Bu haber ilk olarak şurada yayınlandı: G1.

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