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Ali Abdollahi

Sabit7 haber4 kaynakSon güncelleme: 02.07.2026

Son Haberler

Dünya
04.05.2026

Irã nega passagem de navios dos EUA por Ormuz e petróleo dispara

A Marinha da Guarda Revolucionária do Irã negou, nesta segunda-feira (4), informação divulgada pelos Estados Unidos (EUA) de que navios comerciais, com bandeira estadunidense, tenham passado pelo Estreito de Ormuz com ajuda de navios de guerra dos EUA. “Nenhum navio comercial ou petroleiro passou pelo Estreito de Ormuz nas últimas horas, e as alegações das autoridades americanas são infundadas e completamente falsas”, informou, em comunicado. Notícias relacionadas:Mísseis atingem navio de guerra dos EUA que tentava entrar em Ormuz.Segundo navio é atacado no Estreito de Ormuz em menos de 24 horas.Proposta rejeitada por EUA abriria Ormuz antes de negociação nuclear.Duas horas antes, o Comando Central dos EUA, que atua na região do Oriente Médio, divulgou que navios de guerra teriam atravessado o estreito escoltando dois navios comerciais estadunidenses como parte do plano de Trump, anunciado nesse domingo (3), para restabelecer o comércio em Ormuz. “Como primeiro passo, dois navios mercantes de bandeira americana atravessaram com sucesso o Estreito de Ormuz e estão a caminho de sua jornada em segurança”, diz comunicado dos militares estadunidenses. Segundo os EUA, a missão inclui navios de guerra de mísseis guiados, mais de 100 aeronaves terrestres e marítimas e 15 mil militares. Em contrapartida, a Guarda Revolucionária do Irã divulgou mapa com nova área de controle marítimo sobre Ormuz com duas linhas de segurança que funcionariam como “novas fronteiras de controle” do Estreito. O novo Estreito de Ormuz controlado pelas Forças Armadas da República Islâmica do Irã. Ao sul, uma linha entre o Monte Mubarak, no Irã, e o sul de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos. A oeste, uma linha entre a ponta da Ilha de Qeshm, no Irã, e Umm Al Quwain, nos Emirados Árabes Unidos - Tasnim News Agency/Divulgação Petróleo  Em meio a essa guerra de narrativas sobre a navegação no Estreito de Ormuz, por onde transitavam até 20% do petróleo do planeta, o preço do barril do petróleo Brent, referência no mercado, subiu 5% nesta segunda-feira, ultrapassando os US$ 114 dólares. Ao anunciar o plano para restabelecer o comércio na região, Donald Trump ameaçou o Irã caso o “processo” de navegação for impedido. “Essa interferência terá, infelizmente, de ser combatida com firmeza”, disse em uma rede social. As autoridades iranianas têm insistido que não é possível reabrir o Estreito de Ormuz por meio das redes sociais, somente por meio de uma negociação que coloque um fim definitivo à guerra, incluindo a frente no Líbano. Um dos mais importantes comandantes do Irã, o major-general Ali Abdollahi, aconselhou os navios comerciais e petroleiros “a se absterem de qualquer tentativa de passar pelo Estreito de Ormuz sem coordenação com as Forças Armadas [do Irã] estacionadas lá para não colocar em risco sua segurança”. Há relatos de dois navios comerciais atacados no Estreito de Ormuz em 24 horas. A Marinha do Irã, por outro lado, diz que impediu a passagem de navios estadunidense-israelenses pelo Estreito, tendo atingido um navio de guerra dos EUA no Golfo do Omã. Os militares dos EUA negam terem sido afetados.  

A
Agência Brasil Internacional
Dünya
04.05.2026

Mísseis atingem navio de guerra dos EUA que tentava entrar em Ormuz

A Marinha do Irã impediu que navios de guerra "americano-sionistas" entrassem no Estreito de Ormuz nesta segunda-feira (4), informou a TV estatal, enquanto a agência de notícias Fars disse que dois mísseis atingiram um navio de guerra dos Estados Unidos (EUA) perto de Jask, no Golfo de Omã, depois que ele ignorou os avisos iranianos. Uma autoridade de alto escalão dos EUA negou que um navio norte-americano tenha sido atingido por mísseis iranianos, segundo um repórter do site Axios. A Reuters não conseguiu verificar os relatos de forma independente. Notícias relacionadas:Trump: Marinha americana vai escoltar navios presos em Ormuz.Segundo navio é atacado no Estreito de Ormuz em menos de 24 horas.Sem acordo, tráfego marítimo em Ormuz segue praticamente parado.O Irã havia alertado hoje as forças norte-americanas para não entrarem na hidrovia estratégica, depois que o presidente Donald Trump disse que os Estados Unidos "guiariam" os navios retidos no Golfo pela guerra contra o Irã. Trump deu poucos detalhes sobre o plano para ajudar os navios e suas tripulações que estão confinados na hidrovia e estão ficando sem alimentos e outros suprimentos com mais de dois meses do conflito. "Dissemos a esses países que guiaremos seus navios com segurança para fora dessas hidrovias restritas, para que possam continuar livremente e habilmente com seus negócios", disse Trump em publicação no seu site Truth Social no domingo. Em resposta, o comando unificado do Irã alertou os navios comerciais e petroleiros para que se abstivessem de qualquer movimento que não fosse coordenado com os militares do Irã. "Dissemos repetidamente que a segurança do Estreito de Ormuz está em nossas mãos e que a passagem segura dos navios precisa ser coordenada com as Forças Armadas", declarou Ali Abdollahi, chefe do comando unificado das forças, em comunicado. "Alertamos que quaisquer Forças Armadas estrangeiras, especialmente o agressivo Exército dos EUA, serão atacadas se tiverem a intenção de se aproximar e entrar no Estreito de Ormuz." Desde o início da guerra, o Irã bloqueou quase todos os navios que entram e saem do Golfo, exceto os seus próprios, cortando cerca de um quinto das remessas de petróleo e gás do mundo e fazendo com que os preços subissem 50% ou mais. O Comando Central  (Centcom) dos EUA, que por sua vez está bloqueando os portos iranianos para pressionar Teerã, disse que apoiaria o esforço de resgate com 15 mil militares e mais de 100 aeronaves, além de navios de guerra e drones. "Nosso apoio a essa missão defensiva é essencial para a segurança regional e a economia global, enquanto também mantemos o bloqueio naval", afirmou o almirante Brad Cooper, comandante do Centcom, em comunicado.

A
Agência Brasil Internacional