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Casa Rosa

Sabit5 haber4 kaynakSon güncelleme: 11.06.2026

Son Haberler

Dünya
06.05.2026

Corrupção, inflação e economia em queda desafiam Milei na Argentina

O governo do ultraliberal Javier Milei enfrenta o pior momento à frente da Argentina em meio a escândalos de corrupção, queda nos índices de popularidade e na atividade econômica e industrial.  A inflação, até então principal vitrine política da Casa Rosada, voltou a acelerar. Após reduzir a inflação mensal de dois dígitos, no final de 2023, para cerca de 2% ao mês, ao longo de 2025, os índices de preços voltaram a subir entre o final do ano passado e o início de 2026, chegando a 3,4% em março deste ano. Notícias relacionadas:Milei proíbe acesso de jornalistas à Casa Rosada: “ataque à imprensa”.Congresso argentino aprova reforma da lei de geleiras.Justiça argentina barra trechos da reforma trabalhista de Milei.A aceleração recente fez Milei reconhecer dificuldades econômicas publicamente. “O dado é ruim”, disse em uma rede social. Ao mesmo tempo, a atividade econômica na Argentina apresentou uma retração de 2,6% em fevereiro, se comparado a janeiro, com uma queda acumulada de 2,1% nos últimos 12 meses. Talvez a situação mais preocupante seja a queda na produção industrial, que registrou baixa de 4% em fevereiro, acumulando uma queda de 8,7% nos últimos 12 meses.   Plano econômico O professor de economia da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP) Paulo Gala comentou que o plano econômico de Milei é “simplista” e não tem dado conta de reverter completamente à situação econômica que herdou. “As pessoas não confiam mais no peso [moeda argentina]. Elas dolarizam [cotam em dólar] os contratos, um pouco parecido com o que aconteceu com o Brasil antes do Plano Real. Com isso, com qualquer coisa a inflação volta a acelerar. Reduzir o tamanho do Estado não resolve nada”, disse. O governo de Milei prega a redução do tamanho do Estado, com corte de gastos e austeridade fiscal, como medidas para conter a inflação e recuperar a economia. O economista Gala avalia que o plano de Milei não deve ir muito longe, argumentando que seriam necessárias outras medidas, como instituir uma nova moeda.  Ele destacou ainda que o peso argentino está sobrevalorizado, o que tem, segundo ele, destruído a indústria do país. “Esse mergulho da atividade manufatureira é fatal para o país porque esse setor é responsável por aumento de produtividade, por ganhos tecnológicos. Esse dado da indústria é muito ruim. Essa abertura comercial violenta que o Milei tem feito também destrói o pouco que restou de indústria na Argentina”, completou. Para o especialista, a tendência é a Argentina se desindustrializar cada vez mais, focando a economia apenas no setor agroexportador de matérias-primas.  “Não está descartado um cenário de recessão e, possivelmente, nova crise cambial com enorme dívida em dólares”, analisa Paulo Gala. A Argentina tem contraído novos empréstimos com bancos internacionais, em dólares, para segurar o valor do peso. Popularidade Além da situação econômica difícil, recentes casos de corrupção têm contribuído para a queda nos índices de popularidade do governo. Um dos exemplos é a investigação sobre suposto enriquecimento ilícito do chefe de gabinete de Milei, Manuel Adorni, que tem tido que se explicar sobre viagens de luxo e compra e reforma de imóveis supostamente incompatíveis com sua renda. As pesquisas de opinião têm registrado índices de desaprovação superiores a 60%, marcando os piores números desde que assumiu a Casa Rosada, em dezembro de 2023.  A da Atlas Intel do final de abril indicou uma reprovação de 63% da figura do Milei, com uma aprovação de 35%. A corrupção e o desempenho econômico são os fatores determinantes para a queda na popularidade.  Segundo a consultoria Zentrix, 66,6% da população avaliam que se “quebrou” a promessa “anti-casta” de combate à corrupção de Milei.   “A corrupção surge como o principal desafio do país, mesmo entre aqueles que votaram no partido governante em 2025, superando o desemprego, a inflação ou os salários”, diz a empresa de pesquisas de opinião. O cientista político argentino Leandro Gabiati explicou à Agência Brasil que Milei foi eleito muito em cima do discurso de combate à corrupção, o que tem sido desconstruído ao longo do mandato. “Esse governo colocou a pauta da corrupção como uma política de Estado. Quando se observa que há casos envolvendo alguns funcionários do governo, como é o caso do chefe de gabinete, que seria uma espécie de primeiro-ministro, isso aí afeta a imagem do governo, desgasta o governo e cria problemas”, explicou. Ao mesmo tempo, Gabiati diz que a população reconhece a conquista do governo de reduzir a inflação, porém, pondera que os preços continuam subindo. “Obviamente, essa inflação, que dá uns 30% a 40% ao ano, é uma inflação importante. Reduzir demandaria mais esforço, tanto da sociedade, quanto do governo”, diz o especialista. Mas o que tem jogado à favor do governo Milei é a desorganização e a desaprovação da população em relação à oposição ao governo da Argentina. “Isso aí quer dizer que o governo terá problemas na eleição presidencial de 2027? Isso é algo que ainda está muito longe no radar. O governo tem alguns problemas que terá que resolver agora, mas a oposição ainda permanece desorganizada e sem ser uma opção política clara para o eleitor argentino”, avalia. Em uma notícia positiva para o governo, a consultoria de riscos Fitch Rating elevou a nota de crédito da Argentina de CCC+ para B-, com perspectiva de estabilidade, ao reconhecer as melhorias na “situação fiscal” e na balança externa do país.  Em consequência, a bolsa de Buenos Aires opera em alta nesta quarta-feira (6). Porém, para o economista Paulo Gala, isso não muda o quadro geral da economia argentina. Imprensa Em meio a esse contexto, o governo Milei tem escolhido a imprensa como um dos seus alvos. No final de abril, o governo proibiu a entrada de jornalistas na Casa Rosada, prejudicando cerca de 60 profissionais que cobriam o Poder Executivo, em Buenos Aires. Algumas emissoras foram acusadas de filmarem áreas do edifício sem autorização, o que foi negado pelas empresas de mídia. Após críticas contra a medida, apontada como uma violação à liberdade de imprensa na Argentina, o governo reabriu a Casa Rosada para imprensa nesta segunda-feira (3), mantendo ainda restrições à circulação na sede do poder do país vizinho.

A
Agência Brasil Internacional
Brasil sobe 58 posições no ranking de liberdade de imprensa e ultrapassa EUA pela primeira vez
Siyaset
30.04.2026AI özeti

Brasil sobe 58 posições no ranking de liberdade de imprensa e ultrapassa EUA pela primeira vez

O Brasil alcançou a 52ª posição no Ranking Mundial de Liberdade de Imprensa da RSF, subindo 58 posições desde 2022 e ultrapassando os EUA (64º) pela primeira vez. O país cresceu 11 posições em relação a 2025 e ficou atrás apenas do Uruguai (48º) na América do Sul. O diretor da entidade para América Latina, Artur Romeu, attribute a melhora ao fim dos ataques sistemáticos durante o governo Bolsonaro e à ausência de jornalistas assassinados desde 2022.

A
Agência Brasil Geral
Milei proíbe acesso de jornalistas à Casa Rosada: “ataque à imprensa”
Dünya
24.04.2026

Milei proíbe acesso de jornalistas à Casa Rosada: “ataque à imprensa”

Na Argentina, o presidente Javier Milei bloqueou a entrada de jornalistas credenciados na Casa Rosada, sede do governo federal em Buenos Aires. De acordo com o governo, a medida foi necessária para garantir a “segurança nacional”, após o episódio em que uma emissora de televisão divulgou imagens da Casa Rosadas gravadas com óculos inteligentes.   O governo classificou o episódio como “espionagem ilegal” e Milei xingou jornalistas da emissora de “lixo nojento”. O presidente argentino tem entrado em conflito repetidamente com profissionais de imprensa, com insultos tanto nas redes sociais, como durante entrevistas.  Notícias relacionadas:EUA: foto do ano do World Press Photo mostra família separada pelo ICE.Soberania em minerais críticos permite emprego verde na América Latina.Chefe eleitoral do Peru renuncia enquanto apuração de votos se arrasta.Os jornalistas credenciados para trabalhar na sede do governo divulgaram uma declaração conjunta, em que chamaram a decisão de injustificada.  "Negar o acesso aos repórteres sugere um ataque explícito à liberdade de imprensa, à prática do jornalismo e ao direito do público de acessar as informações", defenderam os profissionais.   Também em nota, a Associação de Entidades Jornalísticas Argentinas (Adepa) manifestou “máxima preocupação” com a decisão do governo e ressaltou que a medida “não encontra precedentes na vida democrática argentina”. A entidade pede que a proibição seja revista com urgência em defesa do pleno exercício da liberdade de imprensa.  Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil A deputada federal Mónica Frade, que compõe grupo de oposição a Milei, destacou que o acesso de jornalistas à Casa Rosada não foi restringido nem mesmo durante a ditadura militar.   “O fechamento do comitê de imprensa da Casa do governo em um país democrático é o pior símbolo possível da fragilidade da democracia argentina”, afirmou.   * com informações do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

A
Agência Brasil Internacional
Argentinische Regierung schränkt Pressezugang zur Casa Rosada ein – Journalisten erstatteten Anzeige
Gelişiyor
Siyaset·23.04.2026AI özeti

Argentinische Regierung schränkt Pressezugang zur Casa Rosada ein – Journalisten erstatteten Anzeige

Die argentinische Regierung unter Präsident Javier Milei hat den Pressezugang zur Casa Rosada drastisch eingeschränkt. Rund 60 Journalisten dürfen vorerst nicht mehr im Regierungssitz arbeiten. Auslöser war eine Strafanzeige der Sicherheitsbehörde der Präsidentschaft gegen zwei Journalisten des Senders TN, die Videoaufnahmen aus dem Inneren des Regierungssitzes gezeigt hatten. Milei bezeichnete die Journalisten auf X als »widerwärtigen Abschaum«. Laut »La Nación« blieb der Pressebereich selbst während früherer Militärdiktaturen geöffnet.

S
Spiegel Ausland