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Sabit12 haber8 kaynakSon güncelleme: 29 dk önce

Son Haberler

The 'Crazy Cat Lady' Stereotype: A Mask for Misogyny and a Celebration of Female Autonomy
HABER
09.06.2026AI özeti

The 'Crazy Cat Lady' Stereotype: A Mask for Misogyny and a Celebration of Female Autonomy

The 'crazy cat lady' stereotype, rooted in centuries of misogyny, reflects societal discomfort with female autonomy. Women like Lynea Lattanzio, who cares for 700 cats at her sanctuary, embody independence and challenge traditional norms, while research highlights the strong, positive bonds between women and cats, contrasting with the more accepted 'cat guy' phenomenon.

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Guardian International
Co-op Uses Invisible Forensic Spray to Track Stolen Items as New Retail Crime Law Takes Effect
Gelişiyor
Business·29.04.2026AI özeti

Co-op Uses Invisible Forensic Spray to Track Stolen Items as New Retail Crime Law Takes Effect

Co-op is secretly marking commonly stolen items including alcohol, laundry detergents and sweets with invisible forensic spray to track where stolen goods are resold. The supermarket has tested the technique in Manchester and London since last year and plans to roll it out nationwide. The measure is part of a £250m security investment that also includes body-worn cameras, security guards and AI-powered CCTV. The rollout coincides with a new crime and policing bill that creates a standalone offence of assaulting retail workers and makes it easier to act on low-value shop theft.

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Guardian UK
Co-op uses invisible forensic spray to track stolen items as new retail crime law takes effect
Gelişiyor
Crime·29.04.2026AI özeti

Co-op uses invisible forensic spray to track stolen items as new retail crime law takes effect

Co-op supermarket is secretly marking stolen items with invisible forensic spray to track where they are resold, having tested the technology in Manchester and London since last year. The spray contains unique codes identifying which store items were stolen from, helping police investigate physical and online resale operations. The move comes as a new crime and policing bill creates a standalone offence of assaulting retail worker and removes the £200 threshold for low-value shop theft. Co-op says its measures cut crime by a fifth last year and reduced physical attacks on staff by almost a third.

G
Guardian Business
Consumo em supermercados cresce 1,92% no primeiro trimestre
HABER
23.04.2026

Consumo em supermercados cresce 1,92% no primeiro trimestre

O consumo dos brasileiros em supermercados registrou alta de 1,92% no primeiro trimestre de 2026, de acordo com balanço divulgado nesta quinta-feira (23) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). No mês de março, o consumo foi 6,21% maior que em fevereiro. Já em relação a março do ano passado, o avanço foi de 3,20%. Notícias relacionadas:Mercado eleva previsão da inflação para 4,71% este ano.Consumo das famílias compensa juros e leva desemprego ao menor nível.Inflação oficial chega a 0,88% em março, diz IBGE .Todos os dados foram deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE) e abrangem todos os formatos de supermercados. “O salto de março evidencia tanto a antecipação de compras para a Páscoa, celebrada no início de abril, quanto o efeito-calendário de fevereiro, mês com menor número de dias", avalia a Abras. A associação descreve que o desempenho também ocorreu devido à entrada de recursos na economia. "Em março, o Bolsa Família contemplou 18,73 milhões de lares, com transferência de R$ 12,77 bilhões. Os recursos do PIS/PASEP injetaram cerca de R$ 2,5 bilhões no segundo lote de pagamento”, diz a entidade. Cesta de compras mais cara O Abrasmercado, indicador que mede a variação de preços de 35 produtos de largo consumo, registrou alta de 2,20% em março. Nos meses anteriores, as variações haviam sido de +0,47%, em fevereiro, e de -0,16%, em janeiro. Com o resultado, o valor médio da cesta passou de R$ 802,88 para R$ 820,54 no mês. Entre os produtos básicos, a principal elevação foi do feijão (+15,40%), seguido pelo leite longa vida (+11,74%). No acumulado do trimestre, o feijão subiu 28,11%, enquanto o leite longa vida avançou 6,80%. Também subiram a massa sêmola de espaguete (+0,91%), a margarina cremosa (+0,84%) e a farinha de mandioca (+0,69%). Em sentido oposto, as principais quedas entre os básicos foram observadas em açúcar refinado (-2,98%), café torrado e moído (-1,28%), óleo de soja (-0,70%), arroz (-0,30%) e farinha de trigo (-0,24%). No grupo das proteínas, houve elevação nos ovos (+6,65%) e na carne bovina, tanto no corte do traseiro (+3,01%) quanto no corte do dianteiro (+1,12%). Já frango congelado (-1,33%) e pernil (-0,85%) registraram queda no mês. No acumulado do trimestre, o corte do traseiro de carne bovina subiu 6,29%. Entre os alimentos in natura, as maiores altas foram do tomate (+20,31%), cebola (+17,25%) e batata (+12,17%). No acumulado do trimestre, as altas chegam a 45,43%, 14,06% e 14,04%, respectivamente, evidenciando o impacto relevante da sazonalidade e da dinâmica de oferta.   Uvas em prateleira de supermercado em Brasília - Valter Campanato/Agência Brasil Limpeza e higiene Nos itens de higiene pessoal, os preços avançaram para o sabonete (+0,43%), xampu (+0,34%), papel higiênico (+0,30%) e creme dental (+0,13%). Já na limpeza doméstica, houve elevação no detergente líquido para louças (+0,90%), desinfetante (+0,74%) e água sanitária (+0,38%). A única queda do grupo foi registrada no sabão em pó (-0,29%). Preços por região Quando analisadas as regiões, a maior alta em março foi registrada no Nordeste (2,49%), com a cesta passando de R$ 720,53 para R$ 738,47. Veja a variação da cesta de compras por região: Nordeste (+2,49%), de R$ 720,53 para R$ 738,47; Sudeste (+2,20%), de R$ 822,76 para R$ 840,86; Sul (+1,92%), de R$ 871,83 para R$ 888,57; Centro-Oeste (+1,83%), de R$ 753,20 para R$ 766,96; Norte (+1,82%), de R$ 875,01 para R$ 890,93. Expectativa para o segundo trimestre Segundo a Abras, o segundo trimestre também pode registrar alta no consumo, devido à antecipação do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS. A expectativa é que sejam pagos R$ 78,2 bilhões, com depósitos a partir de 24 de abril para cerca de 35,2 milhões de segurados. Além desse recurso, também haverá o pagamento do primeiro lote de restituições do Imposto de Renda de 2026, que pode somar cerca de R$ 16 bilhões para 9 milhões de contribuintes ao final de maio. “Mesmo em um cenário favorável para a renda das famílias, o setor mantém foco em competitividade de preços, eficiência operacional e planejamento, diante de eventuais pressões logísticas e de custos no ambiente internacional”, analisou o vice-presidente da Abras, Marcio Milan. Para os próximos meses, a Abras ainda enxerga risco de alta em parte dos alimentos, especialmente nos itens mais sensíveis a frete, clima e oferta. “A alta do petróleo e o encarecimento do transporte elevam o custo de reposição em cadeias mais longas e intensivas em logística, com potencial de repasse para os alimentos”, disse Milan.

A
Agência Brasil Economia