Especialista: Reforma em Cuba é tentativa desesperada de burlar bloqueio dos EUA
Professor Maicon Cláudio da Silva avalia que reformas econômicas em Cuba são tentativas "desesperadas" de contornar o bloqueio dos EUA, sem levar a ilha ao capitalismo.
Professor Maicon Cláudio da Silva avalia que reformas econômicas em Cuba são tentativas "desesperadas" de contornar o bloqueio dos EUA, sem levar a ilha ao capitalismo.

Il Partito Comunista di Cuba respinge le critiche alle nuove riforme economiche, affermando che non deviano dal progetto socialista. Le misure, ispirate a Fidel Castro, Raúl Castro e Miguel Díaz-Canel, mirano a perfezionare il sistema economico e includono meccanismi di mercato, incentivi agli investimenti esteri e un ruolo ampliato per il settore privato.
Cuba propõe reformas fiscais, cambiais e de comércio exterior para reativar a economia, com inspiração no 'socialismo de mercado' da China e Vietnã. O objetivo é descentralizar o Estado e liberalizar a economia, mantendo a justiça social, diante do endurecimento do bloqueio econômico dos EUA.

El PP planea centrarse en los escándalos de corrupción que afectan al Gobierno de Pedro Sánchez, denominando la próxima semana como "el armagedón del socialismo" para desgastar al PSOE y a sus socios.

Salvador Illa, presidente de la Generalitat, ha instado a los socialistas a mantener el ánimo frente a recientes casos de presunta corrupción y encuestas electorales adversas. "A los socialistas ni nos doblegan ni nos callan", afirmó, defendiendo la presunción de inocencia y la honorabilidad de personas e instituciones.

Papa Leão 14 lança "Magnifica Humanitas", encíclica sobre dignidade humana e IA. O documento, com 105 páginas, alerta para riscos da tecnologia, defende o bem comum e a ética, e se inspira na "Rerum Novarum" de Leão 13.

Brasileiros enfrentam dificuldades de locomoção e escassez na Bolívia devido a protestos contra o governo. Turistas como Gabriel Medeiros e Fabiane Gerotti Mendes relatam bloqueios de estradas, aumento de preços e dificuldade em sair do país.
Miles de personas se manifestaron en Madrid convocadas por Sociedad Civil Española para exigir la dimisión del presidente Pedro Sánchez. La protesta, impulsada por la imputación de Zapatero, reunió a la derecha y ultraderecha con consignas contra el PSOE, el matrimonio homosexual, la ley de violencia machista y la inmigración.

La imputación del expresidente José Luis Rodríguez Zapatero por corrupción sacude al socialismo español, poniendo fin a "la política sentimental" y al "talante" que representaba. La noticia surge en un momento delicado para el PSOE, mientras Gabriel Rufián critica la situación.
Google co-founder Sergey Brin has donated $500,000 to a San Francisco political committee opposing the "Overpaid CEO Tax" (Measure D). He also supports a competing business-friendly tax proposal (Measure C). Brin recently relocated to Nevada, outside California's tax jurisdiction.
Google co-founder Sergey Brin has donated $500,000 to oppose San Francisco's "Overpaid CEO Tax" (Measure D) and support a competing business-friendly proposal (Measure C). Brin, who recently moved to Nevada, cited fleeing socialism as motivation for his opposition to wealth redistribution taxes.

Protests in Bolivia enter second week, with four deaths and dozens of injuries, as president Rodrigo Paz Pereira faces diplomatic crisis and economic turmoil

The judicial investigation of former Spanish Prime Minister Zapatero for alleged money laundering and ties to international dictatorships has sent shockwaves through the Spanish socialist party, particularly impacting Pedro Sánchez's political trajectory. Zapatero's role in Sánchez's 2023 election campaign and his subsequent influence on domestic and foreign policy are now under scrutiny.

El PP gana en Dos Hermanas, histórico feudo socialista y cuna política de Pedro Sánchez, confirmando el vuelco electoral iniciado en 2022. El PSOE cae significativamente, mientras Adelante Andalucía supera a Vox.
Aleida Guevara, filha de Che Guevara, expressa preocupação com a imprevisibilidade de Donald Trump, afirmando que Cuba se sente ameaçada de invasão pelos EUA. Ela também discute o bloqueio econômico, a democracia na ilha e a solidariedade internacional.

Em meio a guerra no Irã, os Estados Unidos (EUA) voltaram a aumentar a pressão econômica contra Cuba por meio de sanções econômicas contra a empresa estatal Gaesa, administrada pelas Forças Armadas cubanas, e contra a joint venture Moa Nickel (MNSA), formada pela Companhia Geral de Níquel de Cuba e a empresa canadense Sherritt International. Devido à decisão da Casa Branca, a corporação do Canadá anunciou a suspensão das atividades em Cuba, com efeito imediato, tendo comunicado o rompimento do contrato aos parceiros cubanos. Notícias relacionadas:Trump anuncia cessar-fogo de três dias entre Ucrânia e Rússia.OMS: hantavírus só é transmitido em contato muito próximo com doentes .Papa Leão XIV completa um ano de pontificado.“[A decisão dos EUA] cria condições que alteram substancialmente a capacidade da empresa de operar no curso normal dos negócios, incluindo as atividades relacionadas às operações da joint venture da Sherritt em Cuba”, disse a companhia. A outra entidade sancionada é o Grupo de Administración Empresarial S.A (Gaesa), que atuava como um conglomerado de empresas estatais cubanas em diferentes setores, entre eles, os de energia e turismo. A Casa Branca ainda sancionou a presidente da Gaesa, Ania Guillermina Lastres Morera. General de brigada, Ania Lastres é economista e deputada da Assembleia Nacional de Cuba desde 2018. Ele preside a corporação sancionada desde 2022. A historiadora cubana Caridade Massón Sena, professora visitante na Universidade Federal de Uberlândia (UFB), avalia que a nova onda de sanções pode afetar o setor do níquel. “A indústria do níquel é uma das poucas que ainda estava funcionando. E esta empresa do Canadá era muito importante para a indústria do níquel. E era uma entrada, pelo menos, de divisas [dólares]. Então, isso vai afetar”, afirmou à Agência Brasil. Ainda segundo a especialista, a Gaesa já vinha sofrendo com as sanções. “Agora, os empresários que têm negócios em Cuba podem se assustar e retirar-se do país”, completou. Os EUA acusam a Gaesa de “corrupção”. A historiadora Massón pondera que casos de corrupção podem ocorrem em qualquer companhia, de qualquer país, mas que não há provas. “Eles usam esse pretexto de que os dirigentes da Gaesa roubam Cuba por meio do turismo porque o turismo é um dos setores que mais dinheiro gera no país. E não apresentaram nunca provas disso”, comentou. Capital de Cuba - Havana - afroangelll/Pixabay Bloqueio agrava crise A sanção publicada nessa quinta-feira (8) se soma ao bloqueio naval contra Venezuela a partir do final de 2025, impedindo a venda de petróleo para Cuba, e a ameaça de tarifas contra países que vendam petróleo a Havana, iniciada em janeiro, que levou a ilha ficar três meses sem receber uma gota de petróleo. O bloqueio energético tem causado aumento dos apagões, a elevação dos preços de produtos básicos, a redução do transporte público e da oferta da cesta básica alimentar subsidiada pelo Estado. Para moradores de Havana consultados pela Agência Brasil, esse é o pior momento do país. A professora Caridad Massón destaca que a situação econômica está muito difícil, com falta de eletricidade, combustível e medicamentos, mas critica que o mundo está permitindo que os EUA interfiram em qualquer país quando acha conveniente. “O objetivo é afogar os cidadãos cubanos pela fome e pela necessidade. Apenas os cubanos têm o direito de mudar nosso sistema econômico e político. E hoje o presidente Trump, que é acusado de múltiplos crimes em seu próprio país, acredita no direito de impor seus interesses e de envolver o mundo em múltiplos conflitos para evitar ser julgado por sua colaboração com Jeffrey Epstein”, disse Caridad. Epstein foi o financista estadunidense condenado por abuso e exploração sexual de mulheres e crianças, e que foi amigo de Donald Trump nas décadas de 1990 e 2000. EUA alegam que Cuba é ameaça Em comunicado, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que as medidas são para “proteger a segurança nacional dos Estados Unidos”. “Essas sanções fazem parte da campanha abrangente do governo Trump visando enfrentar as ameaças urgentes à segurança nacional representadas pelo regime comunista de Cuba e responsabilizar o regime e aqueles que lhe fornecem apoio material ou financeiro”, disse. Em resposta, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou que o povo cubano e o mundo já conhecem a crueldade das ações do governo dos EUA. Miguel Díaz-Canel - Arquivo/Agência EFE/Alejandro Ernesto/direitos reservados “Trata-se de uma agressão unilateral contra uma nação e seu povo cuja única ambição é viver em paz, senhores do próprio destino e livres da interferência perniciosa do imperialismo estadunidense”, disse em uma rede social. Ainda segundo o chefe de Estado de Havana, as sanções anunciadas agravam a já difícil situação que o país enfrenta, “ao mesmo tempo que fortalecem nossa determinação em defender a Pátria, a Revolução e o Socialismo”. As medidas coercitivas unilaterais (MCU) aplicadas pelos EUA têm base em uma nova Ordem Executiva (OE) publicada pelo presidente Donald Trump, no último dia 1º de maio, em que autoriza novas restrições econômicas a ilha caribenha. A justificativa da Casa Branca, entre outras, é que Cuba representa uma ameaça ao país por “abrigar instalações adversárias estrangeiras focadas em identificar e explorar informações sensíveis de segurança nacional dos Estados Unidos”. A professora cubana Caridade Massón Sena questiona as acusações de que Cuba seria uma ameaça aos EUA como “totalmente falsas”. “Agora que Israel e os Estados Unidos estão praticamente derrotados em um beco sem saída no Irã, eles querem desviar a atenção de seus erros e fracassos, apertando ainda mais o bloqueio econômico, com a desculpa de que Cuba representa uma ameaça aos EUA”, completou Direito Internacional A parceria de Havana com China, Rússia o Irã costuma ser evocado para justificar as sanções econômicas. Essas medidas da Casa Branca violam o direito internacional por não contar com autorização do Conselho de Segurança da ONU. A maioria da Assembleia da ONU, incluindo o Brasil, condena o cerco que Washington submete Cuba há mais de seis décadas, com prejuízos econômicos e sociais para as cerca de 11 milhões de pessoas que vivem no país. O aperto do cerco econômico ao país caribenho neste ano reforça a tentativa dos EUA de derrubar o governo liderado pelo Partido Comunista, que desafia a hegemonia política de Washington na América Latina há mais de seis décadas. O embargo dos EUA contra Cuba já dura 66 anos, com as primeiras medidas adotadas logo após a Revolução Cubana, de 1959.

DÉCRYPTAGE - Les 150 pages du programme présenté cette semaine à la presse doivent fonder «un nouveau socialisme pour le 21e siècle». Sur la majeure partie des propositions, la différence est de degré et non de nature avec La France insoumise.

DÉCRYPTAGE - Les 150 pages du programme présenté cette semaine à la presse doivent fonder «un nouveau socialisme pour le 21e siècle». Sur la majeure partie des propositions, la différence est de degré et non de nature avec La France insoumise.