Enap divulga nova classificação de aprovados para vagas do CNU 2
A Enap divulgou nova classificação de 702 aprovados no CNU 2, abrangendo vagas remanescentes e adicionais para o MGI e o INSS, publicadas no Diário Oficial da União.
A Enap divulgou nova classificação de 702 aprovados no CNU 2, abrangendo vagas remanescentes e adicionais para o MGI e o INSS, publicadas no Diário Oficial da União.

O g1 lista concursos, processos seletivos e vagas de emprego com inscrições abertas no Ceará, incluindo Prefeituras, Dataprev, Sine e Hospital Cura d'Ars.

O Ceará oferece diversas oportunidades de emprego e concursos públicos. Destaques incluem o encerramento das inscrições para a Alece, 1.777 vagas no Sine de Fortaleza e o concurso da Dataprev com 212 vagas imediatas.

O Ceará inicia a semana com diversas oportunidades de emprego e concursos públicos. Destaques incluem o concurso da Dataprev com 212 vagas imediatas, o Sine Municipal ofertando 2.448 vagas e prorrogação das inscrições para a Alece.
Cerca de 149,5 mil pescadores artesanais no Brasil começarão a receber R$ 874,5 milhões em parcela única do Seguro-Defeso do Pescador Artesanal (SDPA) a partir de 7 de julho. O benefício, pago pelo INSS, cobre períodos de defeso anteriores a 2026, autorizado pela Lei nº 15.399/2026, garantindo renda durante a proibição da pesca.

O programa Gás do Povo, instituído por lei, visa democratizar o acesso ao GLP para 15 milhões de famílias brasileiras, utilizando a infraestrutura de distribuição existente para combater a pobreza energética e promover dignidade básica.

Uma falha de segurança no Meu INSS, plataforma digital do INSS, resultou no vazamento de dados de aproximadamente 2 milhões de segurados. A maioria dos afetados são pessoas falecidas, mas cerca de 50 mil contribuintes vivos tiveram seus dados expostos. Especialistas alertam para o risco de golpes.

INSS confirma vazamento de dados de 2 milhões de segurados após falha de segurança em abril. A maioria dos CPFs expostos (97%) são de cidadãos falecidos. Cerca de 50 mil casos envolvem indivíduos vivos.
O Ministério do Trabalho publicou resolução que cria metodologia para monitorar juros do crédito consignado para trabalhadores CLT. Pela nova regra, o Custo Efetivo Total não poderá ultrapassar em mais de 1 ponto percentual a taxa de juros mensal contratada. Apenas quatro tipos de encargos serão permitidos: juros, multa por atraso, tributos e seguro prestamista. O monitoramento será trimestral com base em dados da Dataprev.
O crédito consignado concedido aos trabalhadores terá regras para reduzir abusos na cobrança de juros e nas taxas embutidas nos empréstimos. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou nesta sexta-feira (24) resolução do Comitê Gestor das Operações de Crédito Consignado, que cria uma metodologia para monitorar os juros e os encargos. A medida já está em vigor. A principal mudança é a criação de um limite indireto para o custo total do empréstimo. Pela nova regra, o chamado Custo Efetivo Total (CET), que inclui juros e demais encargos, não poderá ultrapassar em mais de 1 ponto percentual a taxa de juros mensal contratada. Na prática, isso significa que, se um empréstimo tiver juros de 1,5% ao mês, o custo total máximo permitido será de 2,5% ao mês. Notícias relacionadas:Novas regras de consignado para servidores entram em vigor.Diferentemente do consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que tem teto de juros, os consignados regulados pelo MTE terão esse sistema de acompanhamento. A metodologia atende a pedido dos bancos, que se opunham à limitação de taxas. O que muda na prática O crédito consignado é uma modalidade em que as parcelas são descontadas diretamente do salário do trabalhador, o que reduz o risco para os bancos. No caso do consignado voltado a trabalhadores com carteira assinada (CLT), o empréstimo pode ter como garantia o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Apesar dessa segurança, o governo identificou práticas consideradas abusivas: instituições anunciavam juros baixos, mas incluíam tarifas adicionais no contrato, elevando significativamente o custo final do crédito. Com a nova norma, os bancos passam a ter restrições claras sobre o que podem cobrar. Serão permitidos apenas quatro tipos de encargos: Juros remuneratórios (valor principal cobrado pelo empréstimo); Multa e juros por atraso (mora); Tributos obrigatórios; Seguro prestamista (somente se o cliente autorizar expressamente). Outras cobranças, como taxas de abertura de crédito ou tarifas de cadastro, passam a ser consideradas irregulares. Controle e fiscalização A resolução não estabelece um teto fixo para os juros, como ocorre em outras modalidades, mas cria um sistema de monitoramento contínuo. O governo vai acompanhar as taxas cobradas no mercado e calcular uma média, acrescida de um desvio padrão. Valores que ultrapassarem esse parâmetro poderão ser classificados como abusivos. Esse acompanhamento será feito a cada três meses com base em dados de contratos registrados nos sistemas da Dataprev, empresa pública de tecnologia. Instituições financeiras que insistirem em cobrar taxas consideradas excessivas poderão sofrer punições, incluindo a suspensão da oferta de crédito consignado para trabalhadores. Crédito do Trabalhador As mudanças devem afetar principalmente o chamado Crédito do Trabalhador, modalidade lançada em 2025 para ampliar o acesso ao crédito a profissionais CLT, substituindo modelos anteriores. Desde sua criação, o programa movimentou cerca de R$ 131 bilhões em empréstimos para mais de 9 milhões de trabalhadores. Desse montante, R$ 91 bilhões correspondem a novos contratos. Mesmo com a expansão, os juros continuam sendo um problema. Dados recentes mostram que as taxas do consignado CLT variam de 1,63% a 6,87% ao mês. O custo total médio chega a 4,48% mensais, acima da taxa média de juros de 3,66%. Levantamentos do Banco Central e da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor em São Paulo (Procon-SP) também apontam grande variação entre instituições financeiras. Em alguns casos, as diferenças chegam a ser superiores a 100%. Endividamento em alta A medida ocorre em um cenário de aumento do endividamento no país. Dados do Banco Central de abril de 2026 indicam cenário crítico: 49,7% da renda das famílias está comprometida com dívidas, próximo ao recorde histórico. O comprometimento mensal de renda chegou a 29,3%, com mais de 80% das famílias endividadas. Especialistas alertam que o uso frequente do crédito, especialmente por trabalhadores de baixa renda, pode agravar a inadimplência. Além disso, há críticas de que as taxas praticadas no consignado não refletem o baixo risco da modalidade. Como o pagamento é descontado diretamente do salário, o esperado seria a cobrança de juros menores. Orientação ao consumidor Diante desse cenário, especialistas recomendam que o trabalhador compare diferentes ofertas antes de contratar um empréstimo. Em alguns casos, o crédito pessoal oferecido pelo próprio banco pode apresentar condições mais vantajosas, dependendo do histórico de relacionamento com a instituição. A nova regulamentação busca justamente aumentar a transparência e evitar cobranças ocultas, tornando mais fácil para o consumidor entender quanto realmente pagará pelo crédito.