Capitão Contar é o escolhido do PL para disputar o Senado em MS
نظرة سريعة
- O PL definiu Capitão Contar como candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul, com base em pesquisas de intenção de voto.
- Reinaldo Azambuja também foi confirmado, enquanto Marcos Pollon e Gianni Nogueira ficaram de fora.
- A decisão visa priorizar a competitividade eleitoral.
ملخص مُنشأ بالذكاء الاصطناعي
لماذا يهم
O Partido Liberal (PL) definiu suas candidaturas ao Senado em Mato Grosso do Sul após divergências internas. A escolha foi baseada em pesquisas de intenção de voto para priorizar a competitividade eleitoral.
Segundo o ex-deputado, a definição da candidatura foi baseada em pesquisas de intenção de voto encomendadas pelo partido. Quatro nomes disputavam a indicação:
De acordo com Contar, os levantamentos realizados pelos institutos Quaest e Paraná Pesquisas mostraram vantagem dele e de Reinaldo Azambuja em relação aos demais concorrentes.
Na avaliação do ex-deputado, o critério adotado pelo partido priorizou a competitividade eleitoral e reduziu o risco de lançar um candidato com menor potencial de votação.
A escolha de Capitão Contar ocorre em um cenário de divergências dentro do próprio partido sobre as candidaturas ao Senado.
Em abril, durante agenda em Campo Grande, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que o ex-governador Reinaldo Azambuja já tinha uma das vagas do PL garantida para a disputa ao Senado em Mato Grosso do Sul. Na ocasião, ele ressaltou que a segunda candidatura seria definida com base em pesquisas eleitorais.
A declaração consolidou o espaço de Azambuja dentro da estratégia eleitoral da legenda e sinalizou um entendimento construído previamente entre a direção nacional do partido e lideranças estaduais.
Antes disso, porém, o deputado federal Marcos Pollon chegou a receber apoio público do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em carta divulgada por Michelle Bolsonaro em fevereiro, Bolsonaro afirmou que Pollon seria seu candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul, destacando a atuação do parlamentar na Câmara dos Deputados.
O gesto evidenciou uma disputa interna entre diferentes correntes do PL no estado. Enquanto Pollon tinha o respaldo direto de Bolsonaro, Reinaldo Azambuja contava com apoio de lideranças nacionais da legenda e aparecia como um dos nomes mais competitivos nas avaliações internas.
Segundo Contar, a direção nacional decidiu adotar as pesquisas como critério para resolver a disputa e reduzir o risco eleitoral. O resultado favoreceu justamente os dois nomes mais bem posicionados nos levantamentos, Capitão Contar e Reinaldo Azambuja, deixando Pollon e Gianni Nogueira fora da composição final.
Ao comentar a definição, Contar afastou qualquer sinal de rivalidade dentro do partido e defendeu que Pollon permaneça na corrida por um novo mandato na Câmara dos Deputados.
Capitão Contar volta a disputar uma eleição majoritária após ter sido o segundo colocado na corrida pelo Governo de Mato Grosso do Sul em 2022.
أسئلة مفتوحة
- Qual será o papel de Marcos Pollon na campanha?
- Como Gianni Nogueira reagirá à decisão?






