عاجل
BREUA atacam 90 alvos militares do Irã em nova rodada de bombardeiosRUМассовая гибель рыбы произошла в Ленинградской областиCN巴威颱風來襲,台中YouBike晚間10點後暫停營運ARالأنظار تتجه نحو مواجهة المغرب وفرنسا في ربع نهائي كأس العالمJPトランプ大統領、NATO会議を「大成功」と評価、態度一転に周囲驚くARنتنياهو: لن نسمح لإيران بامتلاك أسلحة نووية وسنبقى في جنوب لبنان طالما لزم الأمرDEDAX stabilisiert sich nach Verlusten; Iran-Konflikt und VW-Sparpläne belastenARالبنك المركزي المصري يثبت أسعار الفائدة الرئيسيةCRYPTO-ENSWIFT Pilot Allows Tokenized Deposits Over WeekendsDESachsens Kultusminister Conrad Clemens wegen illegalen Rennens schuldig gesprochenBREUA atacam 90 alvos militares do Irã em nova rodada de bombardeiosRUМассовая гибель рыбы произошла в Ленинградской областиCN巴威颱風來襲,台中YouBike晚間10點後暫停營運ARالأنظار تتجه نحو مواجهة المغرب وفرنسا في ربع نهائي كأس العالمJPトランプ大統領、NATO会議を「大成功」と評価、態度一転に周囲驚くARنتنياهو: لن نسمح لإيران بامتلاك أسلحة نووية وسنبقى في جنوب لبنان طالما لزم الأمرDEDAX stabilisiert sich nach Verlusten; Iran-Konflikt und VW-Sparpläne belastenARالبنك المركزي المصري يثبت أسعار الفائدة الرئيسيةCRYPTO-ENSWIFT Pilot Allows Tokenized Deposits Over WeekendsDESachsens Kultusminister Conrad Clemens wegen illegalen Rennens schuldig gesprochen
Newsgather
BackEstudo da USP revela poluição em águas profundas do Brasil
Estudo da USP revela poluição em águas profundas do Brasil
يتطور
G123.06.2026علوم3 dk okumaBrazil

Estudo da USP revela poluição em águas profundas do Brasil

نظرة سريعة

  • Pesquisadores da USP encontraram microplásticos e poluentes orgânicos persistentes (POPs) em peixes e sedimentos das águas profundas do Brasil, na Bacia de Santos.
  • A poluição, incluindo PCBs e PBDEs, pode ter origem em atividades humanas e na indústria offshore.

ملخص مُنشأ بالذكاء الاصطناعي

لماذا يهم

Um estudo da USP, realizado com amostras coletadas em expedições a bordo do navio oceanográfico Alpha Crucis, revelou a presença de microplásticos e poluentes orgânicos persistentes (POPs) em peixes e sedimentos das águas profundas do Brasil.

حجم الخط

Estudo da USP revela a presença de poluição nas águas profundas do Brasil — Foto: Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

As amostras foram coletadas durante duas expedições a bordo do navio oceanográfico Alpha Crucis. Os pesquisadores usaram equipamentos capazes de retirar porções intactas de sedimentos marinhos e redes de arrasto para capturar peixes e invertebrados.

Em nota divulgada pelo Governo de São Paulo, o orientador do estudo, Paulo Sumida, explicou que o mar profundo tem difícil acesso e exige um custo alto para pesquisa, mas é importante ser monitorado.

"A presença de microplásticos e poluentes persistentes mostra parte do impacto das atividades humanas e como este ambiente não está tão distante das pessoas como se pode pensar", disse o orientador, que também é coordenador do Laboratório de Ecologia e Evolução de Mar Profundo.

Poluentes encontrados

No laboratório, os profissionais analisaram os sedimentos e os peixes em busca de duas categorias de poluentes orgânicos persistentes (POPs): bifenilas policloradas (PCBs), que são isolantes elétricos, e éteres difenílicos polibromados (PBDEs), que atuam como retardantes de chamas, que têm longa duração no ambiente e acumulam-se nos organismos.

Nos sedimentos, os únicos poluentes detectados foram os PCBs. Já no conteúdo digestivo dos peixes, as duas classes de POPs foram encontradas nas seguintes espécies:

🐟Parasudis truculenta;

🐟Coelorinchus marinii;

🐟Hoplostethus occidentalis;

🐟Neoscopelus macrolepidotus.

Fibra plástica de poliacrilonitrila (canto superior esquerdo) ingerida por pepino-do-mar (canto inferior esquerdo). Amostra foi analisada pelo primeiro autor do estudo (à direita), Gabriel Stefanelli-Silva — Foto: Gabriel Stefanelli-Silva e Marcelo Roberto Souto de Melo/Agência Fapesp

Gabriel Stefanelli-Silva é o primeiro autor do estudo, realizado com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Também por meio de nota, ele destacou que a descoberta é importante para entender a ocorrência desses poluentes no mar profundo do Brasil.

"O maior desafio, porém, é determinar a origem dos compostos, já que tanto microplásticos quanto POPs são transportados na atmosfera, e como eles impactam a fauna de profundidade", ressaltou Gabriel.

Microplásticos

Enquanto a análise dos sedimentos e dos peixes buscou os poluentes orgânicos persistentes, o objetivo dos invertebrados foi avaliar a presença de microplásticos, que são fragmentos de plástico com menos de cinco milímetros de comprimento.

"Mesmo quando a origem da poluição plástica é a costa, em algum momento essas partículas chegam ao mar profundo, como é chamado todo o ambiente marinho a partir de 200 metros de profundidade. Organismos detritívoros, que se alimentam de detritos no leito marinho, e filtradores são especialmente propícios a ingerir microplásticos", explicou Stefanelli-Silva.

Áreas em que foram coletados organismos e sedimentos de profundidade, na Bacia de Santos, no litoral de São Paulo — Foto: Gabriel Stefanelli-Silva/Agência Fapesp

Para evitar contaminação das amostras por microplásticos presentes no ambiente de pesquisa, os profissionais seguiram um protocolo que incluía o uso de roupas e instrumentos sem fibras sintéticas. Veja abaixo quais microplásticos foram encontrados nos invertebrados:

👚Poliamida e a poliacrilonitrila, usadas na indústria têxtil;

🗑️Poliariletercetona e o poliestireno, que são plásticos resistentes com diversas aplicações;

🚢Polissulfeto, uma borracha sintética. Neste caso, é levantada a possibilidade de que a fonte da contaminação seja proveniente da indústria offshore (base de apoio para abastecimento em alto-mar) na Bacia de Santos. "Cinco plataformas atuam na área e seis outras estão previstas para 2027", destacou o governo estadual.

Entre as nove espécies de invertebrados analisadas, a que mais continha microplásticos no sistema digestório era o pepino-do-mar (Deima validum). Os nomes dos outros oito animais não foram divulgados.

Publicação

O estudo foi publicado no Marine Pollution Bulletin por pesquisadores do IO-USP e do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen). Ele integra o projeto "Diversidade e evolução de peixes de oceano profundo (Deep-Ocean)", apoiado pela Fapesp no âmbito do Programa Biota e coordenado por Marcelo Roberto Souto de Melo, professor do IO-USP que também assina o trabalho.

VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

Ops!

ما الذي يجب مراقبته

توقعات الذكاء الاصطناعي — احتمالات وليست حقائق

  • Aumento da fiscalização e regulamentação sobre a indústria offshore na Bacia de Santos.

    مرجح · خلال أشهر

أسئلة مفتوحة

  • Qual a origem exata dos compostos?
  • Como os poluentes impactam a fauna de profundidade?
  • Quais outras espécies são afetadas?

مواضيع ذات صلة

This article was originally published by G1.

أخبار ذات صلة

المزيد حول هذا الموضوعpoluição