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Rock in Rio: Roberta Medina fala sobre diversidade de gêneros e planos de expansão
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G101.07.2026ثقافة5 dk okumaBrazil

Rock in Rio: Roberta Medina fala sobre diversidade de gêneros e planos de expansão

نظرة سريعة

Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio, defende a inclusão de pop e outros gêneros no festival, além de planos para fortalecer o "turismo musical" em Portugal e Brasil, negando expansão para outros países.

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لماذا يهم

Roberta Medina, vice-presidente da Rock World, empresa organizadora do Rock in Rio, falou sobre a diversidade de gêneros musicais no festival e os planos de expansão para Portugal e Brasil.

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Os roqueiros falam isso. O povo do pop não reclama", afirma Roberta Medina, vice-presidente da Rock World, empresa organizadora do festival.

"E é muito engraçado porque os roqueiros são barulhentos. Então quando não tem o rock, eles vão nas redes, fazem barulho, mas o primeiro dia que esgota é o pop", afirma Medina.

"A gente ama o rock. Tá na nossa essência, tá na nossa atitude. Mas o que a gente precisa construir são dias que funcionam para essas milhares de pessoas", analisou a VP durante entrevista à imprensa brasileira na edição do festival em Lisboa.

Cerca de 330 mil pessoas passaram pelo evento ao longo dos quatro dias de shows. No palco, estrelas do pop e do rock reuniram multidões, incluindo atrações como Sepultura e Linkin Park.

A empresária reforçou que o festival ama o gênero e o metal — público que ela confessa que tinha medo quando tinha 12 anos, na edição do Maracanã em 1991 —, mas que o line-up depende do mercado e da disponibilidade dos artistas. "A gente é rock, é pop. E a gente aqui até adotou o 'all in Rio'. Porque é isso, é tudo. Sempre foi. Se a gente olhar para 1985, sempre foi sobre todos os estilos. Nunca foi só rock", relembra.

Calema lota Rock in Rio Lisboa — Foto: Divulgação

Planos de crescimento

Ao longo dos quatro dias de Rock in Rio Lisboa, Roberta Medina circulou pelo evento para entender o que estava dando certo ou errado no evento. O festival está pelo segundo ano em um novo espaço, o Parque Tejo, criado em 2023 para acolher a Jornada Mundial da Juventude.

A empresária fez um balanço positivo, destacando que as principais queixas da edição anterior (filas em banheiros e bares provocadas pelo aumento do tempo de permanência do público no evento mesmo após o término da programação musical) foram resolvidas com a duplicação das estruturas.

"As mudanças que a gente fez, de mover alguma estrutura, de alargar mais o espaço, estão trazendo bom resultado. Ainda temos um desafio, que é o fato de as pessoas param na rua [que liga um palco ao outro]. A gente já alargou muito por causa do Palco Mundo, mas eles param ali com a inclinação e fica parecendo que está cheio. Quando lá na frente, do lado do rio [Tejo], ainda tem espaço. E isso foi um desafio na última edição", conta.

Expansão do festival

Rock in Rio Lisboa 2026 — Foto: Divulgação

Medina ainda falou sobre os planos de expansão do festival. "A gente vai crescer trazendo o mercado europeu para Portugal", afirma a empresária, negando que o Rock in Rio vá para outros países.

A ideia é fortalecer os eventos já existentes usando a atual tendência do "turismo musical", no qual as pessoas programam viagens focando em festivais de música e programação cultural.

"O esforço para fazer uma edição em outro país é muito grande, porque o Rock in Rio é um modelo de negócio muito diferente. Com a oferta de infraestrutura que ele faz, trabalha muito com o mercado publicitário."

"Então, a nossa decisão para já é fazer com que o mundo se encontre nesses dois polos que a gente tem [Portugal e Brasil]. Estamos alargando a estratégia internacional dos dois mercados para que o mundo venha a nós."

Não tem milagres

Pedro Sampaio distribuiu leques para o público do Rock In Rio Lisboa. — Foto: Marília Neves/g1

Medina ainda falou sobre o fortalecimento da carreira de artistas que passam pelos palcos do evento.

Ela afirmou que, apesar de trazer cantores menores para palcos secundários, o Rock in Rio não é um evento de “novos talentos”. “Quando você vai para os grandes palcos, tem que ser aqueles que são consagrados, senão também é um grande risco”, diz.

"O festival potencializa o trabalho bem-feito. Mas não é vir tocar no Rock in Rio que vai resolver a vida de ninguém."

O QUE ROLOU NO RO:K IN RIO LISBOA 2026:

أسئلة مفتوحة

  • Quais artistas específicos serão priorizados na expansão?
  • Como o festival lidará com a saturação do mercado de turismo musical?

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This article was originally published by G1.

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