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Brasil intensifica laços com a África em busca de diversificação comercial e cultural
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العالم·25.05.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Brasil intensifica laços com a África em busca de diversificação comercial e cultural

O Brasil busca intensificar relações com a África, visando diversificar parceiros comerciais e reforçar laços culturais, diplomáticos e históricos. O governo Lula tem promovido acordos em diversas áreas e recebeu chefes de Estado africanos, enquanto o país se posiciona como parceiro estratégico no continente.

A
Agência Brasil Internacional
Governo brasileiro reage com surpresa à exclusão da UE para exportação de produtos de origem animal
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12.05.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Governo brasileiro reage com surpresa à exclusão da UE para exportação de produtos de origem animal

O governo brasileiro expressou surpresa com a decisão da UE de remover o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para o bloco a partir de setembro de 2026, citando controle de antimicrobianos como motivo. O Brasil planeja tomar medidas para reverter a decisão e manter as vendas.

A
Agência Brasil Economia
União Europeia veta compra de carne brasileira a partir de setembro
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12.05.2026

União Europeia veta compra de carne brasileira a partir de setembro

A União Europeia anunciou nesta terça-feira (12) a exclusão do Brasil da lista de países autorizados a exportar carnes e produtos de origem animal para o bloco europeu. A medida passa a valer em 3 de setembro e foi tomada porque, segundo as autoridades europeias, o Brasil não apresentou garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária. Notícias relacionadas:BNDES pretende investir R$ 50 bilhões no setor de minerais críticos.Sabesp amplia para R$ 5 mil auxílio a famílias atingidas por explosão.Desenrola: bancos devem transferir valores esquecidos a fundo público.Na prática, isso significa que produtos brasileiros como carne bovina, carne de frango, ovos, mel, peixes e animais vivos destinados à alimentação poderão deixar de entrar no mercado europeu caso o governo brasileiro não consiga atender às exigências sanitárias até a data-limite. A decisão foi confirmada pela Comissão Europeia e ainda precisa ser formalizada no diário oficial da União Europeia para produzir efeitos legais definitivos. A União Europeia mantém uma lista de países considerados aptos a exportar produtos de origem animal ao bloco. Para integrar essa relação, cada país precisa comprovar que segue as normas sanitárias europeias. O Brasil estava autorizado até agora, mas acabou retirado da lista após a revisão das regras ligadas ao uso de antimicrobianos na criação animal. Outros países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, permaneceram autorizados a exportar normalmente para o bloco europeu. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Entenda substâncias Antimicrobianos são medicamentos usados para combater microrganismos como bactérias, vírus, fungos e parasitas. Na pecuária, essas substâncias podem servir tanto para tratar doenças quanto para estimular o crescimento dos animais e aumentar a produtividade. A União Europeia proíbe especialmente o uso de antimicrobianos que também são importantes para tratamentos médicos em humanos. O objetivo é evitar a chamada resistência antimicrobiana, situação em que bactérias passam a resistir aos medicamentos. Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina. O bloco europeu considera que o Brasil ainda não demonstrou de forma suficiente que essas substâncias deixaram de ser usadas ao longo de toda a cadeia produtiva animal destinada à exportação. Como afeta o Brasil A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor. Além da carne bovina, a medida pode afetar exportações de aves, ovos, mel, peixes, equinos e produtos derivados de origem animal. O problema não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada. O principal ponto da decisão europeia é regulatório e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos. Para voltar à lista, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados. Caminhos possíveis Em abril, o governo brasileiro publicou uma portaria proibindo parte dos antimicrobianos utilizados como melhoradores de desempenho animal. Mesmo assim, a União Europeia avalia que ainda faltam garantias adicionais. O Brasil tem dois caminhos para reverter a situação: ampliar as restrições legais aos medicamentos restantes ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam essas substâncias. A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos. Setor reage Entidades do agronegócio brasileiro afirmaram que trabalham em conjunto com o Ministério da Agricultura para atender às exigências europeias antes da entrada em vigor da medida. A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou que o Brasil continua habilitado a exportar carne bovina ao mercado europeu até setembro e disse que o setor tem sistemas robustos de controle sanitário e rastreabilidade. Já a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) declarou que o país cumpre as normas internacionais e prestará esclarecimentos técnicos às autoridades europeias. Representantes do setor de mel também criticaram a decisão. Segundo a Associação Brasileira dos Exportadores de Mel, o Brasil é um dos maiores produtores de mel orgânico do mundo e não haveria justificativa técnica para restrições ao produto. Pressão europeia A decisão ocorre poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, tema que enfrenta resistência de agricultores europeus, especialmente na França. Na segunda-feira (11), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) anunciou que o Brasil tinha começado a exportar carnes bovina e de aves ao mercado europeu com alíquota zero, por causa do regime de cotas do acordo. Apesar disso, a medida sanitária não faz parte diretamente do acordo comercial. As regras sobre antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo. O comissário europeu para Agricultura, Christophe Hansen, afirmou nesta terça que os produtores europeus seguem regras sanitárias rigorosas e que os produtos importados precisam obedecer aos mesmos padrões. * com informações da Agência Lusa

A
Agência Brasil Economia
BNDES tem lucro de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre
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12.05.2026

BNDES tem lucro de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre

No primeiro trimestre deste ano, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apresentou um lucro recorrente de R$ 3,1 bilhões, uma alta de 17% frente ao mesmo período do ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses, o lucro recorrente é de R$ 15,6 bilhões.  “No final do ano passado, o resultado foi recorde. Tivemos um lucro recorde que atingiu R$ 15,2 bilhões. No primeiro trimestre deste ano, esse resultado foi recorde novamente, com R$ 15,6 bilhões de lucro recorrente nos últimos 12 meses”, anunciou Alexandre Abreu, diretor Financeiro e de Mercado de Capitais do banco. Notícias relacionadas:BNDES anuncia R$ 500 milhões para obras contra enchentes em BH.BNDES lança plataforma que reunirá dados de operações de crédito.BNDES anuncia R$ 10 bilhões para indústria 4.0 e bens de capital verde.Os ativos totais do banco, neste primeiro trimestre, somaram R$ 995 bilhões, maior valor nominal da história, segundo o BNDES. A carteira de crédito alcançou R$ 678,2 bilhões, alta de 14% em relação a 2025 e maior patamar desde 2016. O patrimônio líquido atingiu R$ 192 bilhões.  Segundo o banco de fomento, o resultado operacional também manteve uma trajetória de crescimento no período, com as aprovações e desembolsos superando as marcas dos últimos anos.  >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp As aprovações de crédito somaram R$ 45,7 bilhões, aumento de 37% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Os desembolsos foram de R$ 36,2 bilhões, alta de 44% em relação ao mesmo período do ano passado. Os números do banco mostraram crescimento de 51% nas aprovações de crédito para o setor de infraestrutura (R$ 13,4 bilhões), de 40% (R$ 9,1 bilhões) para a agropecuária e de 67% (R$ 8 bilhões) para a indústria. As aprovações de crédito para micro, pequenas e médias empresas (MPME) atingiram R$ 29 bilhões, alta de 120% na comparação com o mesmo período de 2025. As garantias prestadas por fundos garantidores em operações realizadas por agentes financeiros chegaram a R$ 20,8 bilhões. “Se olharmos o histórico, o BNDES vem em uma trajetória de crescimento muito forte e muito consistente. Estou falando de um crescimento com qualidade. Crescemos fortemente nas consultas e isso tem a ver com a percepção dos empresários sobre as entregas do BNDES. Cada vez temos mais projetos chegando”, disse Aloizio Mercadante, presidente do BNDES. A inadimplência registrada para 90 dias foi de 0,046%, o que o BNDES considera expressivamente inferior à do Sistema Financeiro Nacional, atualmente em 4,33% no geral e de 0,60% para grandes empresas.

A
Agência Brasil Economia
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06.05.2026

Mdic define regras para crédito de R$ 21,2 bi do Move Brasil

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) detalhou as regras para acesso aos R$ 21,2 bilhões em crédito do programa Move Brasil, voltado à renovação da frota de caminhões, ônibus e implementos rodoviários no país.  A pasta publicou no Diário Oficial da União (DOU) a portaria com as normas que estabelecem quem pode contratar o financiamento e quais veículos são elegíveis. Notícias relacionadas:Anac estabelece restrições para transporte de power banks em aviões.Financiamento de veículos cresce 12,8% no trimestre.CMN regulamenta programa de renovação de ônibus e de caminhões.A medida busca facilitar a compra de veículos com juros mais baixos que os praticados no mercado, ao mesmo tempo em que impõe critérios ambientais e de produção nacional. O crédito está disponível para:     Pessoas físicas, como transportadores autônomos;     Cooperativas;     Empresas do setor de transporte. No caso de caminhões seminovos, a compra é restrita a autônomos vinculados a cooperativas, e os veículos devem ter sido fabricados a partir de 2012. Podem ser financiados:     Caminhões;     Ônibus;     Implementos rodoviários (como reboques e carrocerias). Para serem aceitos no programa, os veículos precisam cumprir duas exigências principais:     Sustentabilidade: respeitar limites de emissão de poluentes;     Origem nacional: atender a índices mínimos de fabricação no Brasil. Esses critérios seguem as diretrizes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), responsável por operar os recursos. Uma das formas de conseguir condições ainda melhores no financiamento é entregar um veículo antigo como parte do processo. Para isso, o veículo usado precisa:     Estar em condições de rodagem;     Ter licenciamento regular (2024 ou posterior);     Ter mais de 20 anos de fabricação;     Após a operação, o proprietário deve comprovar que o veículo foi encaminhado para reciclagem em até 180 dias. Financiamento As condições financeiras das linhas de crédito do programa, como juros, prazos e carência, foram regulamentadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na terça-feira (5). Os prazos variam conforme o perfil:     Até 10 anos (120 meses) para autônomos, com até 12 meses de carência (prazo para pagar a primeira prestação);     Até 5 anos (60 meses) para empresas, com até 6 meses de carência     O valor máximo por financiamento é de R$ 50 milhões por cliente. Com a nova regulamentação, o governo pretende:     Renovar a frota de transporte no país;     Reduzir a emissão de poluentes;     Incentivar a indústria nacional;     Ampliar o acesso ao crédito com juros mais baixos. A ampliação do programa foi autorizada por medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mais que dobrou os recursos disponíveis, que antes eram de R$ 10 bilhões.  A expectativa é que as novas regras acelerem a adesão ao programa e ampliem os investimentos no setor de transporte.

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Agência Brasil Economia
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06.05.2026

BNDES anuncia R$ 500 milhões para obras contra enchentes em BH

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta terça-feira (5) o financiamento de R$ 500 milhões para a prefeitura de Belo Horizonte realizar obras contra enchentes e adaptação climática. As intervenções fazem parte do Plano de Investimentos em Resiliência e Adaptação Climática do município e do programa BH Resiliente (Projeto Transformador Cidade Jardim). Notícias relacionadas:Governo reconhece situação de emergência em mais 22 municípios de PE.Segundo o BNDES, as obras têm o objetivo de reduzir riscos de alagamentos e deslizamentos, ampliar áreas verdes, recuperar recursos hídricos e fortalecer a capacidade de adaptação da capital mineira a eventos climáticos extremos.  De acordo com o governo do Brasil, do total do financiamento, R$ 480 milhões virão do Fundo Clima e R$ 20 milhões do BNDES Invest Impacto, programa voltado a investimentos públicos com foco na redução de vulnerabilidades socioeconômicas e na adaptação e mitigação das mudanças climáticas. “São R$ 500 milhões que estamos financiando só para o BH Resiliente, que é um projeto muito bem concebido: é uma mudança de percepção da cidade que dialoga com o aquecimento global e com os extremos climáticos”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.  Entre as ações previstas estão a implantação da bacia de detenção do Parque Calafate, voltada ao controle de cheias; a implantação de parques; a desimpermeabilização de áreas concretadas e implantação de jardins de chuva na região central da cidade; a contenção de encostas em áreas de risco; a revegetação de encostas; a criação de unidades de conservação; e a recuperação ambiental de rios, nascentes e brejos.  Com cerca de 2,3 milhões de habitantes, a capital mineira tem 389 mil moradores em áreas de risco e cerca de 307 mil, em favelas.

A
Agência Brasil Economia
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05.05.2026

CMN regulamenta programa de renovação de ônibus e de caminhões

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras para ampliar o acesso a crédito destinado à renovação de veículos de transporte no país. A medida regulamenta a segunda etapa do Move Brasil, lançada na semana passada, que busca facilitar a compra de caminhões, ônibus e outros veículos por profissionais e empresas do setor. O programa funciona como uma linha de financiamento com juros reduzidos e condições especiais para quem precisa trocar ou modernizar a frota de veículos profissionais. Quem pode participar Notícias relacionadas:Governo melhora condições e dobra crédito para compra de caminhões.O programa atende diferentes perfis do setor de transporte: Transportadores autônomos (motoristas de carga ou passageiros); Profissionais ligados a cooperativas; Pequenos empresários individuais; Empresas de transporte rodoviário e urbano. Como funciona o crédito O financiamento será oferecido por bancos e instituições financeiras autorizadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que também coordena o programa. Essas instituições são responsáveis por conceder o crédito e avaliar cada operação. O objetivo é permitir que os profissionais adquiram veículos novos ou seminovos com condições mais acessíveis. Juros mais baixos O CMN regulamentou os juros cobrados pelos os fundos que fornecem recursos para o Move Brasil. As taxas variam conforme o tipo de comprador e o impacto ambiental da operação. Quanto mais sustentável for a troca do veículo, menor tende a ser o juro. Veja como funciona: 1% ao ano: autônomos que trocarem veículo antigo por novo/seminovo com sucateamento; 2% ao ano: autônomos sem contrapartida ambiental; 3% ao ano: empresas com troca de veículo antigo por novo; 5,5% ao ano: empresas sem exigência ambiental. Além disso, os agentes operadores aplicam suas taxas, que podem chegar a: Até 8,8% ao ano para autônomos; Até 3% ao ano para empresas; Até 1,25% ao ano para o BNDES. No lançamento do programa, na semana passada, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que os juros médios para os tomadores do Move Brasil caíram de 14% para 11,3% ao ano. Prazo para pagar Outro ponto importante é o tempo para quitar o financiamento: Até 120 meses (10 anos) para autônomos, com até 12 meses de carência; Até 60 meses (5 anos) para empresas, com até 6 meses de carência. O valor máximo por financiamento é de até R$ 50 milhões por cliente. Incentivo à sustentabilidade O programa também busca reduzir a poluição. Para ter acesso às melhores condições, será necessário comprovar a retirada de veículos antigos de circulação, além de atender a regras de emissão de poluentes. Os veículos financiados também deverão seguir padrões ambientais definidos pelo Programa de Controle de Emissões Veiculares (Proconve). Impacto esperado A expectativa do governo é que a medida ajude a: Modernizar a frota de transporte no Brasil; Reduzir custos operacionais para motoristas e empresas; Diminuir a emissão de poluentes; Melhorar a eficiência logística no país. O Move Brasil integra a estratégia federal de fortalecer o setor de transporte, considerado essencial para a economia, e ampliar o acesso ao crédito para trabalhadores e empresas.

A
Agência Brasil Economia
Petrobras reajusta querosene de aviação em 18% e mantém parcelamento
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01.05.2026

Petrobras reajusta querosene de aviação em 18% e mantém parcelamento

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (1º) o reajuste médio de 18% no preço do querosene de aviação (QAV), o que corresponde a um acréscimo de R$ 1 por litro em relação ao valor do mês anterior. Os compradores terão a opção de parcelar o aumento. O QAV é o combustível derivado do petróleo que abastece aviões e helicópteros e representa quase metade dos custos das companhias aéreas. Notícias relacionadas:Petrobras bate novo recorde na produção de barris de petróleo e gás.Petrobras volta a produzir ureia em fábrica de fertilizante no Paraná.Petrobras investe em monitoramento sísmico em subsolo marinho .O preço do QAV é estipulado pela Petrobras mensalmente, sempre no dia 1º. O reajuste acontece no momento em que o mundo ainda enfrenta tendência de alta no preço do barril do petróleo por causa da guerra no Irã, iniciada no último dia de fevereiro.  Parcelamento Assim como no mês passado, quando houve reajuste de 55%, a Petrobras informou que vai permitir que as distribuidoras que atendem à aviação comercial possam parcelar parte do reajuste em seis vezes, com a primeira parcela a ser paga em julho de 2026. Em comunicado emitido pela Petrobras, a companhia assinala que a opção de parcelamento visa preservar a demanda pelo produto e diminuir os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado. “Dentro de um contexto excepcional causado por questões geopolíticas, a Petrobras oferece uma alternativa que contribui para a saúde financeira de seus clientes ao mesmo tempo em que preserva a neutralidade financeira [equilíbrio das contas] para a companhia”, completa a nota. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que representa as principais companhias aéreas do país, antes desse reajuste de maio o combustível respondia por 45% dos custos operacionais das empresas de aviação. Cadeia de comércio A Petrobras comercializa para as distribuidoras o QAV produzido nas refinarias da empresa ou importado. Uma vez comprado pelas distribuidoras, as empresas transportam o combustível e vendem para companhias de transporte e outros consumidores finais nos aeroportos ou ainda para revendedores. A estatal tem participação de cerca de 85% da produção do QAV, mas o mercado é aberto à livre concorrência, sem restrições para outras empresas atuarem como produtoras ou importadoras. Guerra e petróleo A guerra no Irã foi desencadeada em 28 de fevereiro, com ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã. A região concentra países produtores de petróleo e rotas estratégicas, como o Estreito de Ormuz ─ por onde passam 20% da produção mundial ─, o que levou distorções à cadeia de petróleo e escalada de preços no mercado global. Uma das retaliações do Irã tem sido o bloqueio do estreito, prejudicando a logística da produção de óleo cru. Nos últimos dias, o preço do barril tipo Brent (referência internacional de preço) chegou a ser negociado perto de US$ 120 (cerca de R$ 595). Antes da guerra, o óleo era cotado perto de US$ 70. Esse salto representa encarecimento de mais de 70%. Formação de preços A Petrobras esclareceu que o preço de venda do QAV é calculado por meio de uma fórmula vigente há mais de 20 anos, que permite o equilíbrio de preços entre os mercados nacional e internacional, “ao mesmo tempo que atua como um amortecedor de curto prazo, resultando em um reajuste inferior àqueles já praticados nos mercados internacionais”. De acordo com a estatal, nos principais mercados internacionais, onde os preços são ajustados com maior frequência, refletindo de forma imediata as cotações internacionais, os reajustes recentes foram superiores aos observados no Brasil. Ajuda do governo Para tentar frear o impacto da alta de preços nas contas das companhias aéreas ─ e, consequentemente, no custo da passagem de avião ─ o governo federal zerou, no último dia 8, as alíquotas dos dois tributos federais que incidem sobre o QAV, o PIS e a Cofins.  A isenção vale até 31 de maio. Outras medidas em auxílio ao setor são: - adiamento do pagamento de tarifas de navegação aérea, devidas à Força Aérea; - R$ 9 bilhões em crédito para companhias aéreas, com recursos operados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Fundo Nacional de Aviação Civil.  

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Agência Brasil Economia
Brasil e França realizam exercício conjunto na Ilha da Marambaia com 1,7 mil militares
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01.05.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Brasil e França realizam exercício conjunto na Ilha da Marambaia com 1,7 mil militares

Cerca de 1,7 mil militares da Marinha do Brasil, Marinha Nacional da França e 9ª Brigada do Exército Francês participam de exercício anfíbio na Ilha da Marambaia, na Costa Verde do Rio de Janeiro. A Operação Jeanne d'Arc 2026 conta com apoio do porta-helicópteros francês Dixmude, que trouxe equipamentos e militares. As atividades incluem exercícios de tiro, progressão em campo minado simulado e primeiros socorros, promovendo intercâmbio de técnicas e táticas entre as forças.

A
Agência Brasil Internacional
Ministra Márcia Lopes defende fim da escala 6x1 como exigência do nosso tempo
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Labor·01.05.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Ministra Márcia Lopes defende fim da escala 6x1 como exigência do nosso tempo

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, defendeu o fim da escala de trabalho 6x1 como essencial para melhorar a empregabilidade feminina e reduzir a desigualdade de gênero. O governo federal analisa o PL 1838/2026 para reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais, enquanto duas PECs sobre o tema tramitam na Câmara. Estudos da CNI apontam prejuízo de R$ 76 bilhões ao PIB, mas o Ipea defende que impactos seriam absorvíveis.

A
Agência Brasil Economia
Governo lança 2ª etapa do Move Brasil com R$ 21,2 bilhões para renovação da frota
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Business·30.04.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Governo lança 2ª etapa do Move Brasil com R$ 21,2 bilhões para renovação da frota

O governo federal lançou a segunda etapa do Move Brasil com R$ 21,2 bilhões, mais que o dobro dos R$ 10 bilhões da primeira fase. O programa financia renovação de frota de caminhões, ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários. Caminhoneiros autônomos terão até 10 anos para pagar com 12 meses de carência, e taxa de juros caiu para 11,3%. Lula criticou bancos públicos por liberarem apenas R$ 200 milhões dos R$ 1 bilhão destinados a autônomos, preferring grandes empresas.

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Agência Brasil Economia
CMN amplia incentivo à produção nacional em linhas de crédito do FAT para inovação
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Economy·24.04.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

CMN amplia incentivo à produção nacional em linhas de crédito do FAT para inovação

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou mudanças nos critérios de financiamentos à inovação e digitalização com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) indexados pela Taxa Referencial (TR). A nova regra prioriza a compra de equipamentos de informática e automação desenvolvidos com tecnologia nacional, mas também permite financiar bens produzidos no Brasil que sigam o Processo Produtivo Básico. A medida entra em vigor imediatamente após publicação, sem impacto fiscal, segundo o Ministério da Fazenda.

A
Agência Brasil Economia