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Delegacia de Homicídios da Capital

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Policial militar é morto a tiros em frente a condomínio no Rio de Janeiro
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Crime·قبل 5 أيامملخص الذكاء الاصطناعي

Policial militar é morto a tiros em frente a condomínio no Rio de Janeiro

Um policial militar foi morto a tiros na madrugada de domingo (12) em frente ao condomínio onde morava no Pechincha, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. O sargento Yuri Luiz Desiderati Ribeiro chegava em casa quando uma dupla de moto abriu fogo contra ele. A polícia investiga o caso e aponta que o policial já havia sido preso em 2023 por envolvimento com tráfico de drogas.

G
G1
Motorista de aplicativo é encontrado morto com mais de 20 marcas de tiros na Penha Circular
مُلِح
Crime·17‏/6‏/2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Motorista de aplicativo é encontrado morto com mais de 20 marcas de tiros na Penha Circular

Sandro, motorista de aplicativo, foi encontrado morto com mais de 20 marcas de tiros na Penha Circular, Rio de Janeiro. Ele desapareceu na noite de segunda após sair de casa em Realengo para trabalhar. A família o procurou após não conseguir contato e a polícia encontrou seu corpo na manhã de terça. A moto foi achada em um valão e nada foi roubado. Familiares suspeitam que ele entrou em área de crime organizado por engano.

G
G1
MPRJ acompanha investigações sobre morte de empresário por policiais
خبر
28‏/4‏/2026

MPRJ acompanha investigações sobre morte de empresário por policiais

O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) acompanha as investigações da morte do empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira, ocorrida na última quarta-feira (22), na Pavuna, zona norte do Rio.  O caso foi comunicado ao plantão de monitoramento, conforme previsto na ADPF 635 [Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental], conhecida como ADPF das Favelas. Notícias relacionadas:"Carinhoso, sorridente, feliz", diz mãe sobre filho morto por PMs .Violência interrompe transportes e afeta acesso à educação no Rio.O GAESP/MPRJ também segue acompanhando o andamento das investigações conduzidas pela Corregedoria da Polícia Militar e pela Delegacia de Homicídios da Capital para esclarecer as circunstâncias da ação policial, identificar eventuais irregularidades em relação aos protocolos operacionais e apurar a responsabilidade de todos os envolvidos, inclusive os que não estavam presentes na cena do crime. Daniel, de 29 anos, foi morto após o carro em que estava com dois amigos ser alvo de cerca de 23 tiros, de acordo com testemunhas, durante uma abordagem policial na Pavuna. Daniel chegou a sinalizar com os faróis do veículo, na tentativa de indicar que se tratavam de moradores da região, mas os disparos não cessaram. O sargento Rafael Assunção Marinho e o cabo PM Rodrigo da Silva Alves foram presos em flagrante pela Corregedoria da corporação por homicídio doloso, quando há intenção de matar. O crime é previsto na Justiça Militar.  O juiz manteve os dois policiais presos,  após passarem por audiência de custódia.  Esclarecimentos A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CDDHC) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro atendeu a viúva de Daniel Patrício Santos de Oliveira, Karina Paes. A comissão vai oficiar a Corregedoria da Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública para solicitar esclarecimentos sobre os protocolos adotados na ação policial e informações sobre o uso das câmeras corporais pelos agentes envolvidos. Para a presidente da CDDHC, deputada Dani Monteiro, o caso evidencia uma lógica recorrente de violações.  “Há indícios graves de uso desproporcional da força e quebra de protocolos, em um contexto que já vitimou outras pessoas, como a médica Andrea Marins, no mês passado. Mais uma vez falamos que isso não é episódio isolado”. 

A
Agência Brasil Geral