
IA transforma a cobrança no Brasil: insights da Neofin no Web Summit Rio
Neofin, no Web Summit Rio, apresentou como IA agentica revoluciona a cobrança no Brasil, combatendo inadimplência e otimizando fluxo de caixa com personalização.

Neofin, no Web Summit Rio, apresentou como IA agentica revoluciona a cobrança no Brasil, combatendo inadimplência e otimizando fluxo de caixa com personalização.
O governo reduziu para 1% o percentual mínimo de impacto no faturamento exigido para empresas acessarem crédito no Programa Brasil Soberano, beneficiando exportadores e fornecedores afetados por tarifas dos EUA e conflitos no Oriente Médio.
Microempresárias do turismo vítimas de violência de gênero podem pedir suspensão de pagamentos de financiamentos do Fungetur e ampliação de prazos de carência.
Microempresárias do setor de turismo vítimas de violência de gênero poderão suspender pagamentos de financiamentos do Fungetur e ter prazos ampliados. A medida visa oferecer suporte econômico e proteger negócios.
O governo brasileiro reduziu de 5% para 1% o impacto mínimo no faturamento exigido para empresas acessarem linhas de crédito do Plano Brasil Soberano, facilitando o acesso para exportadores afetados por tarifas dos EUA e conflitos no Oriente Médio.

A 12ª Semana de Negócios e Empreendedorismo (SNE) em Campinas, organizada pela Prefeitura e ACIC, contou com o "Dia do Crédito", reunindo mais de 12 instituições financeiras para orientar empresários sobre acesso a financiamentos e gestão financeira. O evento também abordou liderança, IA e vendas.

Prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, nega irregularidades em contrato de R$ 157 milhões para Wi-Fi em periferias. Polícia investiga desvio de R$ 26 milhões para filme sobre Jair Bolsonaro. Nunes alega prorrogação de prazos e antecipação de parcelas comum.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma linha de crédito emergencial de até R$ 1 bilhão para companhias aéreas brasileiras. Os recursos visam reforçar o capital de giro diante da alta dos custos, especialmente do querosene de aviação.
O governo federal anunciou, nesta segunda-feira (27), em Andradina, no interior de São Paulo, a destinação de R$ 450 milhões em crédito rural subsidiado para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Mais Leite (Pronaf Mais Leite). O programa é uma linha de crédito especial do governo federal focado no aumento da produtividade da pecuária leiteira familiar. O objetivo é financiar o melhoramento genético, com foco na transferência de embriões, além de infraestrutura, ordenhadeiras e tanques de resfriamento, visando aumentar a produção por animal. Notícias relacionadas:CMN libera linha de capital de giro a cooperativas de leite no Pronaf.Acordo Mercosul-UE beneficiará agricultura familiar, diz ministro.Mapa monitora insumos para reduzir impactos da guerra na agricultura.A previsão é a de financiar até 300 mil embriões e elevar a produção de leite por animal com potencial de 3 a 8 litros por dia para 15 a 30 litros por dia. Devem ser beneficiados cerca de 40 mil produtores familiares que poderão utilizar o recurso para comprar matrizes de alto valor genético, sêmen, óvulos e embriões, serviços de inseminação e FIV (Fertilização in Vitro), ordenhadeiras e tanques de resfriamento, além de investir no manejo, alimentação e infraestrutura produtiva. Para acessar o crédito, o produtor precisa ter o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) ativo, procurar os agentes financeiros Banco do Brasil, Sicredi, Cresol, Sicoob e Banrisul e apresentar um projeto técnico que demonstre a viabilidade do investimento. O programa também inclui apoio da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) para orientar os produtores. Foram disponibilizadas linhas de crédito para as cooperativas da agricultura familiar com taxas de juros de 3% ao ano, e para as demais cooperativas de leite do país, por meio do Programa Renovagro, com juros de 8,5% ao ano. “No país são 1,150 milhão de famílias que vivem da produção de leite no Brasil. Dessas, 950 mil são famílias da agricultura familiar. O leite é uma cadeia que é constituída majoritariamente nas pequenas propriedades, nos assentamentos da reforma agrária, nas propriedades da agricultura familiar. São eles que garantem a produção de leite que se transforma na diversidade de produtos que alimenta e leva nutrição”, disse a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli. A ministra também anunciou a destinação de R$ 15 milhões para a construção da primeira fábrica de leite em pó de cooperados no estado de São Paulo, que também aumentará a produção e a renda para os produtores, e a disponibilização de R$ 28 milhões para a assistência técnica e extensão rural dos produtores com o objetivo de impulsionar a produção de leite. “Além disso, no Programa Terra da Gente mais duas áreas serão desapropriadas pelo governo para o Sítio Boa Vista, em Americana, interior de São Paulo, e a Fazenda Caraúbas, em Santa Quitéria, no Ceará”, anunciou. O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou a importância da agroindústria e do cooperativismo como agregadores de valor. “Temos que ter a agroindústria, pegar o produto da terra e fazer manufatura. Aqui ficam duas lições sobre a importância do associativismo: quando a gente sonha sozinho é só um sonho, mas quando a gente sonha junto é o início de uma nova realidade. A outra é o cooperativismo, quanto mais abelha mais mel”, disse Alckmin.
O Conselho Monetário Nacional aprovou uma linha de crédito de giro para cooperativas da agricultura familiar ligadas ao Pronaf Agroindústria, com prazo total de até 6 anos, carência de 12 meses e juros de 8% ao ano, válida até 30 de junho de 2026. O objetivo é manter abastecimento, processar leite e preservar empregos.
O Conselho Monetário Nacional aprovou linha de crédito para companhias aéreas domésticas com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil. Os empréstimos terão juros de 4% ao ano, prazo de até 5 anos e carência de até 1 ano. A medida visa evitar cancelamentos de voos e repasses de custos aos passageiros, sem garantia do governo.
O governo federal anunciou nesta quinta-feira (16) os setores econômicos que terão prioridade no acesso ao crédito de R$ 15 bilhões criado para atenuar os impactos da guerra no Oriente Médio e das tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos (EUA). A medida também apoia segmentos considerados estratégicos, que têm déficit na balança comercial, como indústria farmacêutica e tecnologia da informação. Os detalhes foram apresentados pelo presidente em exercício, Geraldo Alckmin, em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto. Notícias relacionadas:Exportações para o Oriente Médio caem 26% desde início da guerra.O novo plano de socorro, anunciado no mês passado será operacionalizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), é uma segunda etapa do Programa Brasil Soberano, lançado em meados de 2025, destinado, à época, para as empresas exportadoras impactadas pelo tarifaço dos EUA. As tarifas de 50% impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, acabaram sendo derrubadas por uma decisão da Suprema Corte do país, em outubro do ano passado. Elas acabaram sendo fixadas em 15% para todos os países que vendem aos EUA. “São R$ 15 bilhões para apoiar quem foi afetado pelo tarifaço americano, quem está tendo dificuldade para exportar para o Golfo Pérsico e aqueles setores estratégicos, especialmente aqueles que têm um déficit na balança comercial. Saúde, TI, químico, são os setores que têm um déficit maior na balança comercial”, ressaltou Alckmin. A abertura das linhas será possível após o Conselho Monetário Nacional (CMN) ter aprovado, também nesta quinta-feira, resolução que definiu as condições para a oferta do crédito. Quem tem direito Três grupos de empresas têm direito ao crédito, conforme a Portaria Interministerial publicada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). No primeiro segmento, estão as empresas exportadoras de bem industriais e seus fornecedores afetados pelas medidas tarifárias impostas dos Estados Unidos, cujo faturamento bruto com exportações representou 5% ou mais do valor apurado no período de doze meses entre 1º de agosto de 2024 a 31 de julho de 2025. As empresas mais atingidas são as da indústria do aço, cobre e alumínio, que pagam 50% de tarifas extras, e os setores de peças automotivas e de alguns tipos de móveis, que pagam taxa de 25% para vender aos norte-americanos. No segundo grupo, foram incluídas as empresas de setores considerados estratégicos, pela relevância de uso de tecnologia e impacto da modernização produtiva do país, como os ramo têxtil, químico, farmacêutico, automotivo, máquinas e equipamentos eletrônicos e de informática, além de borracha e minerais críticos. No terceiro grupo, o governo incluiu as empresas exportadoras e seus fornecedores para os países da região do Golfo Pérsico, no Oriente Médio. O grupo inclui empresas brasileiras que vendem para Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Irã, Iraque, Kuwait e Omã, cujo faturamento bruto com exportações represente 5% ou mais do valor apurado no período de doze meses entre 1º de janeiro de 2025 e 31 de dezembro de 2025. Taxas e prazos As linhas de crédito são para financiar capital de giro; capital de giro destinado à produção para exportação; aquisição de bem de capital; e investimentos para ampliação da capacidade produtiva ou o adensamento da cadeia de produção, adaptação de atividade produtiva, e em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos. As taxas variam de 0,94% ao mês, para investimentos, até 1,28%, para capital de giro, no caso das contratações diretas com o BNDES. Nas contratações indiretas, com outras instituições financeiras, essas taxas variam de 1,06% a 1,41%. As carências variam de 1 ano a 4 anos (investimentos), com prazos de 5 a 20 anos para quitação.