Newsgather

eólica

مستقر12 خبر3 مصادرآخر تحديث: 12 sa önce

أحدث الأخبار

Goiás defende acordo com EUA para exploração de minerais críticos
خبر
27.04.2026

Goiás defende acordo com EUA para exploração de minerais críticos

O governo de Goiás defendeu a legitimidade do memorando de entendimento que assinou com o governo dos Estados Unidos, em março deste ano, para promover a pesquisa e a exploração de minerais críticos no estado. Em nota enviada à Agência Brasil, a secretaria estadual de Comunicação afirmou que o objetivo do acordo com os EUA é buscar agregar valor à matéria-prima, atraindo investimentos e desenvolvimento tecnológico para Goiás. Notícias relacionadas:Ministro diz que país não quer apenas exportar minerais críticos.Empresa dos EUA compra mineradora brasileira de terras raras .Terras raras, minerais estratégicos e críticos: entenda as diferenças.“Tudo dentro do que prevê a legislação nacional”, assegurou a pasta, em resposta aos recentes comentários do ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa. Na última sexta-feira (24), o ministro afirmou que o governo de Goiás avançou sobre temas de competência do governo federal. “O subsolo brasileiro pertence à União. A competência para regulamentar [a exploração mineral] é da União. E quem estabelece relações com outros países é a União", disse Rosa ao participar do programa Bom Dia, Ministro. “Não queremos ser um exportador de matéria-prima”. Serra Verde A declaração ministerial foi feita no contexto da compra da mineradora Serra Verde pela norte-americana USA Rare Earth, por cerca de US$ 2,8 bilhões. A Serra Verde opera, desde 2020, a única mina de argilas iônicas ativa do Brasil, a Pela Ema, em Minaçu (GO). Também é a única produtora, fora da Ásia, de quatro elementos críticos e valiosos - disprósio (Dy), térbio (Tb), neodímio (Nd) e itrío (y) -, essenciais às indústrias de alta tecnologia e defesa e fundamentais à fabricação de imãs permanentes usados em veículos elétricos, drones, semicondutores e turbinas eólicas. Ao anunciar a compra de 100% do Grupo Serra Verde, a USA Rare Earth informou que pagará US$ 300 milhões em dinheiro pela mineradora brasileira. Os US$ 2,5 bi restantes serão pagos com 126,849 milhões de ações ordinárias da companhia estadunidense. Quando a negociação foi concluída, cada ação valia US$ 19,95. Às 13 horas de hoje (horário de Brasília), estavam sendo vendidas a US$ 23,08. Fundada há sete anos como uma startup, a USA Rare Earth obteve, em janeiro deste ano, do Departamento de Comércio dos EUA, um empréstimo de US$ 1,3 bi, mais US$ 277 milhões em financiamento. O empréstimo público bilionário é fruto da chamada Lei dos Chips (Chips and Science Act), que o ex-presidente dos EUA Joe Biden sancionou em agosto de 2022, destinando US$ 52,7 bi para promover a indústria estadunidense de semicondutores e chips eletrônicos. Em fevereiro, a Corporação Financeira dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (DFC), uma agência governamental estadunidense, concedeu um financiamento de US$ 565 milhões (o equivalente a cerca de R$ 3,2 bilhões, segundo o câmbio no dia do anúncio) à brasileira Serra Verde. O valor, segundo a agência, deve ser investido na otimização e expansão da mina Pela Ema, “o que contribuirá para o desenvolvimento de uma fonte de elementos de terras raras alinhada com a produção ocidental, incluindo elementos de terras raras pesadas”. De acordo com o governo de Goiás, o aporte financeiro na Serra Verde foi uma “iniciativa da DFC” e “reforça o interesse do EUA em diversificar fontes de minerais críticos fora da Ásia e reduzir dependência de cadeias de suprimentos dominadas pela China”. Ainda segundo o governo goiano, o aporte financeiro da DFC prevê “uma opção que confere ao governo dos EUA o direito de adquirir participação acionária minoritária” na Serra Verde. A Agência Brasil entrou em contato com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e com a Casa Civil para que comentassem as manifestações goianas e aguarda resposta. “Vergonha” Desde que as negociações entre a Serra Verde e USA Rare Earth se tornaram públicas, no início deste mês, integrantes do governo federal passaram a criticar o acordo que o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado assinou em 18 de março, no Consulado Geral dos EUA, em São Paulo. A venda da empresa brasileira só foi confirmada na semana passada. “É uma vergonha inclusive o que o Caiado fez em Goiás. O Caiado fez um acordo com empresas americanas, fazendo concessão do que ele não pode fazer, porque é da União. Se a gente não tomar cuidado, essa gente vai vender o Brasil [...] Depois de levar nosso ouro, prata, diamante e florestas, o que eles querem mais?”, disse Lula, no último dia 8, em entrevista ao portal ICL Notícias. Na resposta que enviou à Agência Brasil, o governo de Goiás rebate às críticas federais, acusando o Palácio do Planalto de não ter formulado uma “política séria” para regulamentar a exploração e o processamento de terras raras no Brasil. “O governo federal perdeu o bonde da história [...] Goiás não ficou parado e tem buscado trazer tecnologia para separação e processamento dos minerais críticos, firmando acordos com os EUA e com o Japão que visam agregar valor aos minerais extraídos aqui [no estado]”, sustenta a secretaria de comunicação, destacando que, por não dispor da tecnologia para processar elementos como o disprósio (Dy), o térbio (Tb), o neodímio (Nd) e o itrío (y), o Brasil envia para a China os minerais críticos retirados do solo goiano. Na última sexta-feira (24), o ministro Márcio Elias Rosa admitiu que, na semana passada, o governo federal pediu ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que retirasse de pauta o Projeto de Lei 2780/24 que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A solicitação foi feita porque o Palácio do Planalto entende que, apesar da urgência do Congresso Nacional em estabelecer marcos legais claros para a exploração das terras raras, é preciso discutir mais a proposta antes de submetê-la à apreciação dos parlamentares.  "O governo federal quer apresentar propostas e sugestões que, sobretudo, aperfeiçoem o dever de industrialização dos minerais críticos", disse Márcio Elias, antecipando que representantes do governo devem se reunir com o relator do PL, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), nesta semana.  Consultada pela reportagem, a Agência Nacional de Mineração (ANM) informou que a legislação permite a atuação de empresas estrangeiras na mineração, desde que a companhia se instale no território nacional, abrindo uma subsidiária; tornando-se parceira de uma empresa brasileira do setor já existente ou adquirindo-a, total ou parcialmente.  Qualquer que seja o caso, o controle estratégico sobre os recursos minerais compete à União, responsável por regular e autorizar a exploração. Japão O acordo de cooperação internacional que o governo goiano assinou em março deste ano é semelhante a outro firmado com a Japan Oil, Gas and Metals National Corporation (JOGMEC), estatal japonesa vinculada ao Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão e responsável por garantir o abastecimento de petróleo, gás natural e minerais metálicos no Japão. E que começou a ser negociado em julho de 2025. Segundo o governo estadual, a cooperação com o Japão envolve a exploração, mas também a instalação de empresas capazes de separar e processar terras raras em Goiás. Em particular, de óxidos de terras raras (OTR), cujas reservas goianas representam cerca de 25% dos estoques globais destes insumos. “Goiás não quer ser apenas exportador de matéria-prima”, afirmou, em agosto de 2025, o então governador Ronaldo Caiado.

A
Agência Brasil Economia
Terras raras, minerais estratégicos e críticos: entenda as diferenças
خبر
25.04.2026

Terras raras, minerais estratégicos e críticos: entenda as diferenças

Conhecidos pelo potencial para impulsionar a transição energética, terras raras, minerais estratégicos e minerais críticos vêm ganhando cada vez mais protagonismo global. Embora frequentemente tratados como sinônimos, os três conceitos cumprem papéis diferentes na geopolítica e na economia global. Segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), órgão do governo federal responsável por avaliar o potencial mineral do país, Elementos Terras Raras (ETR) são um grupo específico de 17 elementos químicos da tabela periódica: 15 lantanídeos (como lantânio, cério, neodímio e disprósio), escândio e ítrio. Notícias relacionadas:Ministro diz que país não quer apenas exportar minerais críticos.STF mantém lei que limita compra de terras por empresas estrangeiras.Brasil e Alemanha firmam acordo sobre minerais críticos e terras raras.Apesar do nome, não são necessariamente raros na natureza, mas costumam estar dispersos, o que dificulta a exploração econômica. São essenciais para tecnologias de ponta, como turbinas eólicas, carros elétricos, baterias, eletrônicos e sistemas de defesa. Minerais estratégicos são aqueles considerados essenciais para o desenvolvimento econômico dos países e que tenham importância pela sua aplicação em produtos e processos de alta tecnologia, defesa e transição energética. Minerais críticos são aqueles cujo suprimento pode envolver diferentes riscos de abastecimento: concentração geográfica da produção, dependência externa, instabilidade geopolítica, limitações tecnológicas, interrupção no fornecimento e dificuldade de substituição. Por isso, a definição de quais minerais são estratégicos ou críticos depende de cada país. A lista também pode mudar conforme o tempo, de acordo com avanços tecnológicos, descobertas geológicas, mudanças geopolíticas e evolução da demanda. Porém, alguns exemplos mais comuns atualmente são: lítio, cobalto, grafita, níquel e nióbio. Terras raras podem ser consideradas minerais críticos ou estratégicos, dependendo do contexto. Ou seja, toda terra rara pode ser estratégica, mas nem todo mineral estratégico é terra rara. Situação no Brasil Segundo o SGB, o Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, com cerca de 21 milhões de toneladas. Isso representa cerca de 23% das reservas globais, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). A maior parte das terras raras no Brasil está concentrada em Minas Gerais, Goiás, Amazonas, Bahia e Sergipe. Esses estados têm os principais tipos de depósitos com potencial econômico. Entre os minerais que costumam ser considerados críticos ou estratégicos na maior parte dos países, o Brasil se destaca por ter as maiores reservas de nióbio do mundo (94%), com 16 milhões de toneladas. Também é o segundo no ranking global de reservas de grafita (26%), com 74 milhões de toneladas, e o terceiro quando se trata de reservas de níquel (12%), com 16 milhões de toneladas. O país tem uma lista de minerais considerados estratégicos para o desenvolvimento interno. Ela foi publicada na Resolução nº 2, de 18 de junho de 2021, do Ministério de Minas e Energia. Esses minerais são divididos em três grupos: Precisam ser importados: enxofre, minério de fosfato, minério de potássio e minério de molibdênio. Usados em produtos e processos de alta tecnologia: minério de cobalto, minério de cobre, minério de estanho, minério de grafita, minérios do grupo da platina, minério de lítio, minério de nióbio, minério de níquel, minério de silício, minério de tálio, minério de terras raras, minério de titânio, minério de tungstênio, minério de urânio e minério de vanádio. Minerais com vantagem comparativa e geração de superávit na balança comercial: minério de alumínio, minério de cobre, minério de ferro, minério de grafita, minério de ouro, minério de manganês, minério de nióbio e minério de urânio. Disputa global Esses recursos se tornaram centrais na disputa geopolítica global. Hoje, a China lidera amplamente o refino e a produção de terras raras, o que gera preocupação em outras potências, como Estados Unidos e União Europeia, que buscam diversificar fornecedores. Nesse cenário, o Brasil aparece como um ator relevante. Especialistas apontam que o desafio brasileiro não está apenas na extração. A cadeia produtiva desses minerais envolve etapas complexas, como beneficiamento e refino, que ainda são pouco desenvolvidas no país. Sem isso, o Brasil tende a continuar importando produtos de maior valor agregado, analisa o professor de Geografia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Luiz Jardim Wanderley, que é especialista na interseção entre política, economia e mineração. “O Brasil mantém o mesmo padrão de dependência que teve ao longo de sua história. Foi assim com o ouro colonial, passando pelo ferro e até o petróleo. Servindo para o mundo como um país primário-exportador. A gente exporta muitos minerais e os consome muito pouco no mercado nacional”, diz Jardim. Além da dimensão econômica, há também questões ambientais e sociais. A exploração desses recursos gera impactos significativos nos lugares onde ocorre. “Não existe mineração sustentável. Toda mineração causa impactos ambientais pesados, como o comprometimento de recursos hídricos. Também causa pressão econômica nos municípios em que ocorre: aumento da pobreza, desigualdade e violência urbana. O que temos hoje é um modelo completamente insustentável de mineração”, avalia o geógrafo. “É possível fazer um modelo um pouco menos degradante. Mas, ainda assim, continuariam sendo feitos grandes buracos para extrair esses minérios. Continuariam a desmontar montanhas e a afetar cursos de água. Precisamos pensar com muita calma se realmente vale a pena, já que perdemos muitos recursos naturais e os efeitos socioambientais são significativos”, complementa.

A
Agência Brasil Economia
Deputados do PSOL pedem à PGR anulação de venda de terras raras em GO
خبر
23.04.2026

Deputados do PSOL pedem à PGR anulação de venda de terras raras em GO

Parlamentares do PSOL encaminharam à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma representação contra o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), que pede a anulação da venda da mineradora Serra Verde, que fica em Minaçu (GO), para a empresa norte-americana USA Rare Earth (USAR). O documento é assinado pelos deputados federais Sâmia Bomfim (SP), Glauber Braga (RJ) e Fernanda Melchionna (RS). Os três parlamentares requerem a apuração da operação e a adoção de medidas para o cancelamento imediato de todos os atos relacionados à essa negociação. Isso inclui acordos, pagamentos e contratos.  Notícias relacionadas:Brasil tem grande potencial para minerais críticos, aponta Ipea.Lula destaca importância de terras raras do Brasil para América do Sul.Brasil e Alemanha firmam acordo sobre minerais críticos e terras raras.A representação requer ainda instauração de inquérito civil e criminal em vista de observar os “fatos que possam configurar grave ameaça à soberania econômica do Brasil”. O documento também pede a análise da constitucionalidade dos procedimentos do governo de Goiás “que possam ter favorecido a exportação de terras raras, além da investigação da conduta de Caiado por possível extrapolação de competências constitucionais”, aponta o documento. No documento, os deputados solicitam que a PGR avalie enviar ações no Supremo Tribunal Federal (STF) para declarar a nulidade dos atos relacionados à operação em vista de “possível invasão de competência da União em temas como mineração e relações internacionais”. Terras Raras  A compra da empresa brasileira Serra Verde, que atua com mineração de terras raras, foi anunciada no dia 20. A empresa USA Rare Earth (USAR), mineradora norte-americana, fez a negociação em um valor equivalente a cerca de US$ 2,8 bilhões.  A empresa Serra Verde opera a mina de Pela Ema, em Minaçu (GO), a única de argilas iônicas ativa do Brasil, em produção desde 2024. É também a única produtora das quatro terras raras pesadas mais críticas e valiosas fora da Ásia: Disprosio (Dy), Térbio (Tb) e Ítrio (Y). Mais de 90% da extração de terras raras mundiais são realizadas na China.  Os materiais são usados para fabricação de ímãs permanentes utilizados em veículos elétricos, turbinas eólicas, robôs, drones, aparelhos de ar-condicionado de alta eficiência, como nas áreas de semicondutores, defesa, nuclear e aeroespacial. De acordo com a mineradora brasileira, o negócio possibilitará a criação da maior empresa global do ramo. A produção em Goiás está na fase 1, mas a pretensão é dobrar a capacidade até 2030. A reportagem não conseguiu contato com a assessoria de imprensa do governo de Goiás para comentar a representação dos deputados. O espaço está aberto para posicionamento.

A
Agência Brasil Economia
Estudo da WWF Brasil: exploração de petróleo na Foz do Amazonas pode gerar perda de R$ 47 bilhões
يتطور
Environment·23.04.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Estudo da WWF Brasil: exploração de petróleo na Foz do Amazonas pode gerar perda de R$ 47 bilhões

Estudo da WWF Brasil revela que escolher a exploração de petróleo na Foz do Amazonas pode custar ao Brasil R$ 47 bilhões em receita e benefícios perdidos em comparação com investimentos em energia renovável e biocombustíveis. A análise de 40 anos mostra que a rota petrolífera geraria perda líquida de R$ 22 bilhões ao considerar externalidades como emissões de 446 milhões de toneladas de CO₂. Já a eletrificação traria retorno positivo de R$ 25 bilhões e biocombustíveis seriam R$ 29,3 bilhões mais baratos que combustíveis fósseis.

A
Agência Brasil Economia
Empresa brasileira Serra Verde é adquirida por norte-americana USA Rare Earth por US$ 2,8 bilhões
يتطور
Business·20.04.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Empresa brasileira Serra Verde é adquirida por norte-americana USA Rare Earth por US$ 2,8 bilhões

A mineradora brasileira Serra Verde, que opera a única mina de argilas iônicas ativa do Brasil em Minaçu (GO), foi adquirida pela americana USA Rare Earth (USAR) por aproximadamente US$ 2,8 bilhões. O acordo, anunciado em 20 de abril de 2026, inclui contrato de fornecimento de 15 anos para uma empresa de propósito específico capitalizada por agências do governo dos EUA. A Serra Verde é a única produtora das quatro terras raras pesadas mais críticas (Disprósio, Térbio e Ítrio) fora da Ásia, onde mais de 90% da extração mundial é realizada.

A
Agência Brasil Economia
US Rare Earth adquire Serra Verde por US$ 2,8 bi para criar maior empresa global de terras raras
مُلِح
Business·20.04.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

US Rare Earth adquire Serra Verde por US$ 2,8 bi para criar maior empresa global de terras raras

A empresa brasileira Serra Verde, que opera a única mina de argilas iônicas ativa do Brasil em Minaçu (GO), foi adquirida pela norte-americana USA Rare Earth (USAR) por aproximadamente US$ 2,8 bilhões. O acordo inclui contrato de 15 anos para fornecer 100% da produção da Fase I a uma empresa de propósito específico capitalizada por agências do governo dos EUA. A transação criará a maior empresa global de terras raras, com operações no Brasil, EUA, França e Reino Unido.

A
Agência Brasil Economia