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Dólar supera R$ 5 e bolsa cai quase 2% em dia de turbulência
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14.05.2026

Dólar supera R$ 5 e bolsa cai quase 2% em dia de turbulência

O mercado financeiro brasileiro teve um dia de forte turbulência nesta quarta-feira (13). O dólar disparou e voltou a fechar acima de R$ 5, enquanto a bolsa recuou quase 2%, após investidores reagirem à divulgação de uma reportagem que vincula o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Além do impacto político, o mercado também demonstrou preocupação com novas medidas anunciadas pelo governo para conter a alta dos combustíveis, consideradas por investidores como um possível risco fiscal por envolver subsídios. Reação do mercado Notícias relacionadas:Deputados pedem investigação sobre relação entre Vorcaro e Flávio .Governo e Câmara fecham acordo para fim da 6x1 e 40 horas semanais.Governo cria subsídio de até R$ 0,89 para segurar preço da gasolina.O dólar comercial encerrou o dia em alta de 2,31%, cotado a R$ 5,009, no maior valor de fechamento desde 10 de abril. Durante a tarde, a moeda norte-americana chegou à máxima de R$ 5,0130, ultrapassando a barreira psicológica de R$ 5 pela primeira vez em três pregões. A cotação operava em R$ 4,91 até por volta das 14h50, quando saiu a reportagem. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caiu 1,8% e fechou aos 177.098 pontos, no menor nível desde 20 de março. O volume financeiro negociado somou R$ 66,39 bilhões. Até o início da tarde, o índice ainda operava acima dos 180 mil pontos, mas perdeu força após a publicação da reportagem. Reportagem e impacto Segundo o site Intercept Brasil, Flávio Bolsonaro teria mantido negociações com Daniel Vorcaro para financiar um filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A reportagem afirma que Vorcaro teria prometido repassar US$ 24 milhões para a produção do longa, chamado Dark Horse. Em mensagens atribuídas ao senador, Flávio teria escrito ao banqueiro: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente.” Daniel Vorcaro está no centro das investigações envolvendo a liquidação do Banco Master. Negativa de Flávio Em nota oficial, Flávio Bolsonaro negou qualquer irregularidade na relação com Vorcaro. O senador afirmou que buscava apenas recursos privados para financiar o filme e declarou que não ofereceu qualquer vantagem em troca. A defesa de Daniel Vorcaro não comentou o caso. * com informações da Reuters

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Agência Brasil Economia
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11.05.2026

Bolsa cai 1,19%, e dólar fecha estável com tensão no Oriente Médio

O dólar fechou praticamente estável, e a bolsa brasileira encerrou em queda nesta segunda-feira (11), em um pregão marcado pela cautela dos investidores diante do agravamento das tensões entre Estados Unidos e Irã. A moeda estadunidense resistiu e manteve-se abaixo de R$ 4,90, mas o Ibovespa foi pressionado pelo avanço do petróleo e pelo aumento das preocupações com inflação e juros. O índice Ibovespa, da B3, caiu 1,19%, aos 181.908 pontos, registrando o menor fechamento desde 27 de março. O índice foi pressionado principalmente por ações sensíveis aos juros, diante do temor de que a alta do petróleo possa dificultar cortes na taxa Selic. Notícias relacionadas:Rússia lidera venda de diesel ao Brasil durante guerra no Irã.Entenda como funciona investir no Tesouro Reserva.Óleo diesel cai pela 4ª vez em cinco semanas e acumula recuo de 4,5%.O mercado também acompanhou a temporada de balanços corporativos, mas nem resultados considerados robustos impediram perdas em papéis de grandes empresas. Investidores seguem atentos à saída de recursos estrangeiros da bolsa brasileira nos primeiros pregões de maio. A piora nas perspectivas inflacionárias reduziu o otimismo com o mercado acionário local. A continuidade da guerra no Oriente Médio e a possibilidade de manutenção de juros elevados nos Estados Unidos também contribuíram para o movimento de aversão ao risco. Câmbio cauteloso O dólar à vista encerrou o dia cotado a R$ 4,891, com leve baixa de 0,10%, no menor valor desde 15 janeiro de 2024. Apesar da estabilidade no mercado doméstico, a moeda estadunidense sustentou ganhos frente a outras divisas emergentes no exterior após os Estados Unidos rejeitarem a proposta iraniana para encerrar a guerra no Oriente Médio. Durante a sessão, o câmbio oscilou em faixa estreita. A moeda chegou à máxima de R$ 4,9059 pela manhã e à mínima de R$ 4,8858 antes de voltar para perto da estabilidade. O dólar futuro para junho fechou praticamente estável na B3. A reação moderada do mercado brasileiro foi atribuída ao diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, que continua favorecendo a entrada de capital estrangeiro. O Boletim Focus , pesquisa semanal do Banco Central com instituições financeiras, mostrou redução da projeção para o dólar no fim do ano, de R$ 5,25 para R$ 5,20. Analistas também destacaram a baixa liquidez do pregão e a ausência de apostas mais fortes em meio à incerteza geopolítica. No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, operou próximo da estabilidade. Petróleo sobe Com o impasse diplomático, o petróleo voltou a subir no mercado internacional. O barril do Brent, referência para a Petrobras, avançou 2,88% e fechou cotado a US$ 104,21. O WTI, do Texas, subiu 2,78%, para US$ 98,07. A valorização do petróleo reforçou a percepção de pressão inflacionária global e ampliou as dúvidas sobre o ritmo de cortes de juros em diversos países, incluindo o Brasil. Guerra no radar As tensões internacionais voltaram ao centro das atenções após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificar como “totalmente inaceitável” a proposta apresentada pelo Irã para encerrar o conflito. Trump afirmou ainda que o cessar-fogo está “respirando por aparelhos”, enquanto autoridades iranianas disseram que o país está preparado para responder a novos ataques. O cenário aumentou as preocupações com inflação global e possíveis impactos sobre a economia mundial. * com informações da Reuters

A
Agência Brasil Economia
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08.05.2026

Dólar fecha abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez em 28 meses

O mercado financeiro teve um dia de euforia nesta sexta-feira (8). O dólar fechou abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez desde janeiro de 2024, e a bolsa recuperou parte das perdas da véspera. Os mercados reagiram a dados do mercado de trabalho estadunidense e à redução dos temores de escalada no conflito entre Estados Unidos e Irã. Notícias relacionadas:Gás do Povo: governo fixa data de pagamento no dia 10 de cada mês.Governo renova contratos com distribuidoras de energia em 13 estados.Produção de veículos cresce 2,4% em abril, diz Anfavea.O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 4,894, em baixa de R$ 0,029 (-0,60%). Esse é menor valor de encerramento desde 15 de janeiro de 2024. No acumulado do ano, a moeda norte-americana registra queda de 10,84% frente ao real. O movimento foi impulsionado pela divulgação das estatísticas de emprego dos Estados Unidos, que mostrou criação de empregos acima do esperado e reduziu temores de desaceleração econômica e inflação mais forte no país. Além disso, investidores acompanharam sinais de continuidade do cessar-fogo no Oriente Médio após declarações do presidente Donald Trump. Bolsa avança O Ibovespa subiu 0,49%, aos 184.108 pontos, com apoio de ações de bancos e mineradoras. Apesar da recuperação nesta sexta-feira, o principal índice da B3 acumulou queda de 1,71% na semana. No ano, porém, ainda apresenta valorização de 14,26%. O ambiente externo mais favorável também ajudou a sustentar o pregão brasileiro. Em Wall Street, o índice S&P 500, das 500 maiores empresas, avançou 0,84%, refletindo o alívio com os dados econômicos dos EUA e a percepção de menor risco de recessão na maior economia do mundo. Petróleo sobe Mesmo com a diminuição das tensões no Oriente Médio, os preços do petróleo fecharam em alta, embora tenham desacelerado perto do fim das negociações. O barril do Brent, referência nas negociações internacionais, avançou 1,23%, a US$ 101,29. O barril WTI, do Texas, subiu 0,64%, para US$ 95,42. Mesmo com a alta desta sexta, os contratos encerraram a semana com perdas superiores a 6%. Os investidores continuam monitorando os riscos envolvendo o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo. O Comando Central dos Estados Unidos informou que dezenas de navios-tanque seguem impedidos de circular nos portos iranianos devido às tensões na região. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou que Washington aguardava uma resposta do Irã à proposta de encerramento do conflito.  Embora tenha reforçado a continuidade do cessar-fogo, Donald Trump voltou a pressionar o Irã nesta sexta-feira e renovou o ultimato para que Teerã abandone seu programa nuclear. * com informações da Reuters

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Agência Brasil Economia
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07.05.2026

Bolsa cai mais de 2% e atinge menor nível desde o fim de março

O mercado financeiro brasileiro encerrou a quinta-feira (7) em clima de aversão ao risco, pressionado pela forte queda do petróleo no exterior, pela repercussão de balanços de empresas e pelas incertezas em torno das negociações entre Estados Unidos e Irã. O Ibovespa recuou mais de 2%, atingindo o menor nível desde o fim de março, e o dólar fechou perto da estabilidade. Notícias relacionadas:EUA e Irã estão perto de fechar memorando para pôr fim à guerra.A perspectiva de um acordo temporário entre Washington e Teerã para interromper o conflito no Oriente Médio reduziu os temores sobre o abastecimento global do petróleo e derrubou os preços do produto, afetando ações de petroleiras e influenciando os mercados globais. Principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa caiu 2,38%, aos 183.218 pontos, menor nível desde 30 de março. Na mínima do dia, o indicador chegou a 182.868 pontos. O volume financeiro negociado somou R$ 32,08 bilhões. A queda foi intensificada pela queda nos lucros de grandes empresas do setor financeiro e de energia. O recuo do petróleo no mercado internacional também pressionou papéis da Petrobras, com o maior peso na composição do Ibovespa, e de outras petrolíferas. Em Nova York, o índice S&P 500 fechou em queda de 0,38%. Dólar oscila O dólar comercial apresentou volatilidade moderada e encerrou o pregão praticamente estável diante da alternância de notícias sobre a guerra no Oriente Médio e as negociações diplomáticas envolvendo EUA e Irã. A moeda estadunidense fechou com leve alta de 0,05%, cotada a R$ 4,923. No acumulado de 2026, porém, registra queda de 10,31% em relação ao real. Durante a manhã, o mercado reagiu positivamente à possibilidade de um acordo temporário para interromper os combates entre iranianos e estadunidenses. Nesse cenário, o dólar perdeu força frente a diversas moedas emergentes. No Brasil, a divisa chegou à mínima de R$ 4,89 pouco antes das 10h, mas voltou a oscilar perto da estabilidade ao longo do dia. À tarde, novas informações envolvendo o Estreito de Ormuz aumentaram a cautela dos investidores. Reportagem do The Wall Street Journal indicou que o governo norte-americano pretende retomar operações de escolta a navios comerciais na região. O movimento elevou dúvidas sobre a possibilidade de um acordo definitivo entre Washington e Teerã, levando o dólar a R$ 4,93 por volta das 14h30, antes de a cotação desacelerar novamente. Investidores também acompanharam a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos e o encontro com Donald Trump. Segundo Trump, a reunião foi “muito boa” e incluiu discussões sobre comércio e tarifas. Petróleo recua Os contratos internacionais de petróleo fecharam em queda após um pregão marcado por forte volatilidade. O barril do tipo Brent, usado como referência pela Petrobras, recuou 1,19%, para US$ 100,06. O petróleo tipo WTI, do Texas, usado nas negociações nos Estados Unidos, caiu 0,28%, encerrando a US$ 94,81. Os preços chegaram a cair menos após a reportagem do Wall Street Journal. Mais tarde, a emissora de televisão Al Jazeera, citando fontes militares estadunidenses, informou que a notícia da retomada das escoltas estava incorreta. O governo iraniano afirmou que ainda avalia as propostas apresentadas pelos Estados Unidos para encerrar o conflito. Paralelamente, Teerã intensificou o controle sobre embarcações que atravessam o Estreito de Ormuz, principal rota marítima para exportação global de petróleo.

A
Agência Brasil Economia
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06.05.2026

Dólar sobe para R$ 4,92, e bolsa avança por segundo dia consecutivo

Em um dia marcado pela queda acentuada do petróleo e da melhora no cenário externo, o dólar fechou em leve alta, motivado pela intervenção do Banco Central (BC). A bolsa subiu pela segunda vez seguida e superou os 187 mil pontos O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (6) vendido a R$ 4,921, com alta de R$ 0,009 (+0,17%). A cotação chegou a R$ 4,93 na máxima do dia, por volta das 11h30, mas perdeu força ao longo da tarde com a melhora do apetite global por risco. Notícias relacionadas:Quase 30% dos microempreendedores individuais estão no Cadastro Único.Mdic define regras para crédito de R$ 21,2 bi do Move Brasil.Produtividade permite reduzir jornada sem cortar salário, diz Durigan.Apesar da queda do dólar em relação a outras moedas, o câmbio foi pressionado por fatores internos. Um deles foi a atuação do Banco Central, que realizou uma intervenção no mercado ao vender US$ 500 milhões em contratos de swap cambial reverso, equivalentes a uma compra de dólares no mercado futuro. A operação empurra o dólar para cima. Segundo analistas, o BC aproveitou a cotação baixa da moeda estadunidense para fazer swaps reversos e reduzir o estoque de operações cambiais, composto em maior parte por swaps cambiais tradicionais (venda de dólares no mercado futuro). Outro fator foi a queda do petróleo, que afetou o desempenho recente do real. Nos últimos dias, a moeda brasileira vinha sendo beneficiada pela alta da commodity (bem primário com cotação internacional), importante para a balança comercial do país. Mesmo com a alta no dia, o dólar ainda acumula: Queda de 0,63% na semana; Recuo de 10,34% no ano. Bolsa Na bolsa de valores, o Ibovespa registrou a segunda alta consecutiva, acompanhando o movimento positivo dos mercados internacionais. O principal índice da B3 fechou com avanço de 0,50%, aos 187.690 pontos, após oscilar entre mínima de 186.762 e máxima de 188.674 pontos. O volume financeiro somou R$ 29,2 bilhões. O desempenho foi puxado por ações ligadas a mineradoras e a empresas de consumo, que se valorizaram. Na outra ponta, empresas do setor de petróleo recuaram, acompanhando a forte queda da commodity. As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) da Petrobras caíram 3,77%. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) recuaram 2,86%. As ações da estatal são as mais negociadas no Ibovespa. No exterior, bolsas de Nova York tiveram ganhos superiores a 1%, com novos recordes no S&P 500 (índice das 500 maiores empresas) e no Nasdaq (das empresas de tecnologia), reforçando o ambiente favorável a ativos de risco. Petróleo Os preços do petróleo despencaram cerca de 7% no mercado internacional, influenciando diretamente câmbio e bolsa. O barril do tipo Brent, referência global, caiu 7,83%, a US$ 101,27. O WTI, do Texas, recuou 7,03%, a US$ 95,08. A queda foi provocada por sinais de redução das tensões no Oriente Médio. Nesta quarta, o Irã indicou que o Estreito de Ormuz está aberto para navegação segura, enquanto o governo dos Estados Unidos mencionou avanços nas negociações com o país. A diminuição do risco de interrupções no fornecimento global de petróleo reduziu o chamado “prêmio de risco” da commodity, pressionando os preços para baixo. Mesmo com o recuo, o mercado continua atento ao conflito, que ainda pode gerar volatilidade nos preços de energia e impactos sobre a economia global. * com informações da Reuters

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Agência Brasil Economia
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05.05.2026

Dólar cai a R$ 4,91 e fecha no menor valor em 27 meses

O dólar fechou em forte queda, e a bolsa de valores avançou nesta terça-feira (5), em um dia marcado por maior apetite global por risco, apesar das tensões no Oriente Médio. A moeda norte-americana atingiu o menor nível em mais de dois anos, enquanto a bolsa brasileira foi impulsionada por resultados corporativos e pelo ambiente externo. O dólar comercial encerrou esta terça-feira vendido a R$ 4,912, com recuo de R$ 0,056 (-1,12%). A cotação caiu durante toda a sessão. Na mínima do dia, por volta das 15h30, chegou a R$ 4,90. Notícias relacionadas:Copom adota cautela por tensões globais e expectativa da inflação.Mercado eleva previsão da inflação para 4,89% este ano.Banco Central reduz juros básicos para 14,5% ao ano.A moeda estadunidense está no menor valor desde 26 de janeiro de 2024. No acumulado de 2026, a moeda registra recuo de 10,51% frente ao real. O movimento ocorreu em meio à busca por ativos de maior risco no cenário internacional, favorecendo moedas de países emergentes. Mesmo com a continuidade do conflito no Oriente Médio, a manutenção de um cessar-fogo parcial entre Estados Unidos e Irã contribuiu para reduzir a aversão ao risco. No Brasil, a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) indicou preocupação com impactos inflacionários do cenário externo, reforçando a expectativa de juros elevados por mais tempo. Taxas altas tendem a sustentar a entrada de capital estrangeiro no país, pressionando o dólar para baixo. Bolsa em alta O mercado de ações teve um dia de ganhos. O índice Ibovespa, da B3, subiu 0,62%, aos 186.753 pontos. O mercado também reagiu ao cenário internacional e à política monetária doméstica, após a redução da taxa Selic para 14,50% ao ano na última reunião do Copom. Nos Estados Unidos, o índice S&P 500, das 500 maiores empresas, avançou 0,81%, acompanhando o movimento positivo global. Petróleo recua Os preços do petróleo fecharam em queda, pressionados por sinais de manutenção do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, apesar de episódios recentes de tensão na região do Golfo. O barril do tipo Brent, referência nas negociações internacionais, caiu 3,99%, a US$ 109,87. O barril WTI, do Texas, recuou 3,90%, a US$ 102,27. Mesmo com a queda, os preços seguem acima de US$ 100 o barril, refletindo o cenário ainda incerto no Oriente Médio, especialmente em relação ao controle do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo. *Com informações da Reuters

A
Agência Brasil Economia
Mercado financeiro brasileiro encerra abril em alta com dólar em mínima de dois anos
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30.04.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Mercado financeiro brasileiro encerra abril em alta com dólar em mínima de dois anos

O dólar comercial fechou a R$ 4,952, menor nível desde março de 2024, com queda de 0,99% nesta quinta-feira (30). No mês, a moeda acumulou desvalorização de 4,38% frente ao real; no ano, a queda reaches 9,77%. O Ibovespa fechou aos 187.318 pontos, alta de 1,39%, após seis quedas seguidas. O Banco Central reduziu a Selic para 14,50% ao ano, enquanto o Fed manteve juros entre 3,50% e 3,75%, ampliando o diferencial de taxas que favorece o Brasil.

A
Agência Brasil Economia
Dólar fecha acima de R$ 5 e Ibovespa cai 2,05% em dia de cautela global
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Business·29.04.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Dólar fecha acima de R$ 5 e Ibovespa cai 2,05% em dia de cautela global

O dólar fechou a R$ 5,001 (+0,4%) e o Ibovespa caiu 2,05% para 184.750 pontos nesta quarta-feira, menor nível desde 30 de março. Os mercados foram pressionados pelas tensões no Oriente Médio, pela manutenção dos juros pelo Fed nos EUA e pela expectativa pela decisão do Copom no Brasil. O petróleo disparou mais de 5%, com o WTI a US$ 106,88 e o Brent a US$ 110,44, impulsionado pelo risco de interrupções no fornecimento via Estreito de Ormuz.

A
Agência Brasil Economia
Dólar fecha abaixo de R$ 5 com cautela sobre negociações EUA-Irã; Ibovespa cai pela terceira vez
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24.04.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Dólar fecha abaixo de R$ 5 com cautela sobre negociações EUA-Irã; Ibovespa cai pela terceira vez

O dólar comercial fechou a R$ 4,998, em queda de 0,1%, influenciado pela expectativa de negociações entre EUA e Irã e pela melhora no ambiente internacional. O Ibovespa recuou 0,33%, aos 190.745 pontos, pela terceira vez seguida, acumulando queda de 2,55% na semana. O petróleo teve volatilidade, com Brent em queda de 0,22% mas acumulando alta de 16% na semana.

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Agência Brasil Economia
Dólar fecha acima de R$ 5 e bolsa recua em dia de aversão ao risco por tensões no Oriente Médio
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Business·23.04.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Dólar fecha acima de R$ 5 e bolsa recua em dia de aversão ao risco por tensões no Oriente Médio

O dólar fechou a R$ 5,003 (+0,62%) e o Ibovespa caiu 0,78%, aos 191.378 pontos, em dia de aversão ao risco após declarações de Trump e autoridades iranianas colocarem em dúvida um cessar-fogo. O petróleo Brent disparou 3,1%, a US$ 105,07, com preocupações sobre o fornecimento global via Estreito de Ormuz.

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Agência Brasil Economia
Ibovespa cai e dólar fecha estável em dia de tensão externa
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22.04.2026

Ibovespa cai e dólar fecha estável em dia de tensão externa

Num dia marcado por cautela nos mercados diante das tensões no Oriente Médio, a bolsa caiu mais de 1,5%, enquanto o dólar ficou praticamente estável, abaixo de R$ 5. Investidores reagiram à realização de lucros (venda de ações para embolsar ganhos recentes) na bolsa brasileira e às incertezas geopolíticas, que também impulsionaram os preços do petróleo. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira recuou 1,65%, aos 192.888 pontos, no menor nível desde 8 de abril. O movimento reflete ajustes após altas recentes e uma reavaliação de riscos por parte dos investidores. Notícias relacionadas:“Taxa das blusinhas” preservou 135 mil empregos, estima CNI.Acionistas aprovam aumento de capital do BRB em até R$ 8,81 bilhões.Energia solar em Itaipu tem potencial para dobrar capacidade da usina.As ações de bancos e de mineradoras, com grande peso no índice, lideraram as perdas e pressionaram o desempenho geral. Por outro lado, ações ligadas ao setor de energia ajudaram a limitar as perdas, acompanhando a alta do petróleo no mercado internacional. Ainda assim, o saldo do dia foi negativo. Dados recentes também apontam uma redução na entrada de capital estrangeiro na bolsa, o que contribuiu para o enfraquecimento do índice. Dólar estável O dólar à vista encerrou o dia praticamente estável, com leve queda de 0,01%, cotado a R$ 4,974. A cotação está no menor nível desde 25 de março de 2024. Apesar da estabilidade no fim do pregão, a moeda oscilou ao longo do dia, refletindo a cautela dos investidores diante das incertezas externas, especialmente relacionadas ao conflito envolvendo Estados Unidos e Irã. No ano, o dólar acumula queda de 9,39% frente ao real, indicando um movimento de valorização da moeda brasileira em meio ao fluxo de capital e à diferença de juros entre o Brasil e o exterior. Petróleo em alta Os preços do petróleo subiram com força e voltaram a superar o patamar de US$ 100 por barril, impulsionados pelas tensões no Oriente Médio. O barril do tipo Brent, referência para as negociações internacionais, avançou 3,5%, a US$ 101,91. O barril WTI, do Texas, subiu 3,66%, a US$ 92,96. A alta foi motivada por incertezas sobre a continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã, além de novos episódios na região do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de transporte de petróleo. Mesmo com a prorrogação do cessar-fogo anunciada pelo presidente Donald Trump, o cenário permanece instável, sustentando a pressão sobre os preços do petróleo. * com informações da Reuters

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Agência Brasil Economia
Bolsa interrompe sequência de 11 altas e cai 0,46%
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19.04.2026

Bolsa interrompe sequência de 11 altas e cai 0,46%

Num dia de cautela no mercado financeiro, a bolsa de valores interrompeu uma sequência altas e teve leve queda. O dólar ficou praticamente estável, permanecendo abaixo de R$ 5. Na falta de novos sinais no cenário externo, investidores venderam ações para embolsar lucros recentes, enquanto o petróleo teve sessão volátil e fechou perto da estabilidade. Após 11 pregões consecutivos de alta, o Ibovespa caiu 0,46%, aos 197.738 pontos, interrompendo uma sequência de recordes no ano. Ainda assim, o índice conseguiu se manter acima dos 197 mil pontos. Notícias relacionadas:Brasil capta 5 bi de euros em emissão internacional recorde.O movimento foi influenciado por realização de lucros, mas perdas foram limitadas pelo desempenho de ações de grande peso. Na semana, o índice ainda acumula leve alta, de 0,21%. A bolsa brasileira sobe 5,48% no mês e 22,72% em 2026. Entre os fatores domésticos, dados de inflação mais fortes reforçaram a percepção de juros elevados por mais tempo, o que reduz o interesse por ações. Por outro lado, a diferença de juros entre o Brasil e economias avançadas continua atraindo investidores estrangeiros. Dólar estável O dólar à vista fechou praticamente estável, com leve queda de 0,03%, cotado a R$ 4,992, permanecendo abaixo do patamar de R$ 5. A moeda chegou a superar os R$ 5 no início do pregão, mas perdeu força ao longo do dia. Investidores adotaram postura cautelosa diante da ausência de avanços concretos no cenário geopolítico e econômico global. O fluxo cambial negativo no início de abril, divulgado pelo Banco Central também pesou, apesar da entrada recente de recursos estrangeiros em ativos brasileiros. No mês, o dólar acumula queda de 3,6%, refletindo maior interesse por risco dos investidores globais em relação às semanas anteriores. Petróleo volátil Os preços do petróleo oscilaram ao longo do dia e fecharam próximos da estabilidade, em meio a incertezas sobre o conflito no Oriente Médio e à queda nos estoques dos Estados Unidos. O barril do tipo WTI, do Texas, avançou 0,01%, a US$ 91,29. O barril do tipo Brent, referência nas negociações internacionais, subiu 0,15%, a US$ 94,93. O mercado segue atento às negociações envolvendo países da região e à possibilidade de mudanças na oferta global. A redução inesperada dos estoques americanos também contribuiu para limitar perdas, após a forte queda registrada na véspera. *Com informações da Reuters

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Agência Brasil Economia