Newsgather

poder de compra

مستقر21 خبر3 مصادرآخر تحديث: 2 sa önce

أحدث الأخبار

Novo Desenrola Brasil busca reduzir inadimplência antes das eleições
يتطور
سياسة·22.05.2026ملخص الذكاء الاصطناعي

Novo Desenrola Brasil busca reduzir inadimplência antes das eleições

O Novo Desenrola Brasil (Desenrola 2.0) é relançado em maio de 2026, visando reduzir a inadimplência antes das eleições presidenciais. O programa busca auxiliar famílias de menor renda, com foco em dívidas de até R$ 100 e renegociações com descontos médios de 85%. Especialistas apontam a necessidade de educação financeira e mudanças estruturais para um impacto duradouro.

G
G1
Fim da "taxa das blusinhas" preocupa indústria; plataformas apoiam
خبر
13.05.2026

Fim da "taxa das blusinhas" preocupa indústria; plataformas apoiam

A decisão do governo federal de zerar o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”, provocou reação imediata de entidades da indústria e do varejo e das plataformas de comércio internacional. A medida foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e passa a valer a partir desta quarta-feira (13), mantendo apenas a cobrança de 20% do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, sobre as encomendas. Notícias relacionadas:Lula assina MP e zera "taxa das blusinhas".Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que a medida cria uma vantagem para fabricantes estrangeiros em detrimento da produção nacional. Em nota, a entidade declarou que a decisão representa “uma vantagem concedida a indústrias estrangeiras em detrimento do setor produtivo nacional”. A CNI avalia que o impacto será maior sobre micro e pequenas empresas e poderá provocar perda de empregos. A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) classificou a revogação da cobrança como “extremamente equivocada”. Segundo a entidade, a medida amplia a desigualdade tributária entre empresas brasileiras e plataformas internacionais. “É inadmissível que empresas brasileiras arquem com elevada carga tributária, juros reais altíssimos e custos regulatórios enquanto concorrentes estrangeiros recebem vantagens ainda maiores para acessar o mercado nacional”, afirmou a Abit. A associação também argumentou que a decisão pode afetar a arrecadação pública. Dados da Receita Federal apontam que, entre janeiro e abril de 2026, o imposto arrecadou R$ 1,78 bilhão, alta de 25% em relação ao mesmo período do ano passado. A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) disse “repudiar com veemência” o fim da tributação. Para a entidade, a medida representa “um grave retrocesso econômico e um ataque direto à indústria, ao varejo nacional e aos 18 milhões de empregos gerados no Brasil” e pode "penalizar as empresas brasileiras, especialmente as micros e pequenas, que produzem, empregam e sustentam a arrecadação do país”. A entidade defendeu a criação de medidas compensatórias para evitar fechamento de empresas e perda de postos de trabalho. A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria também criticou a decisão.  “Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, produção nacional e o comércio formal”, declarou o presidente da frente, deputado Júlio Lopes (PP-RJ). Apoio das plataformas Na direção oposta, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) comemorou o fim da cobrança. A entidade, que reúne empresas como Amazon, Alibaba, Shein e 99, afirmou que a tributação era “extremamente regressiva” e reduzia o poder de compra das classes C, D e E. Segundo a Amobitec, a chamada “taxa das blusinhas” aprofundava a desigualdade social no acesso ao consumo e não cumpriu a promessa de fortalecer a competitividade da indústria nacional. Fim da cobrança A cobrança de 20% havia sido criada em 2024 no âmbito do programa Remessa Conforme, voltado a regulamentar compras internacionais em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress. Para compras acima de US$ 50, segue mantida a tributação de 60%. No ato de assinatura da MP que acaba com o imposto, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou que foi possível zerar o imposto após três anos de combate ao contrabando e maior regularização do setor. 

A
Agência Brasil Economia
العالم
12.05.2026

Marcha Universitária protesta contra cortes de Milei

Estudantes, professores, funcionários e reitores de universidades argentinas realizaram a quarta Marcha Nacional Universitária nesta terça-feira (12) em defesa da educação e das pesquisas públicas. A mobilização, organizada com o apoio da Federação Argentina de Universidades (FUA), da Frente Nacional de União Universitária e do Conselho Interuniversitário Nacional (CIN), teve como ponto central a Praça de Maio, em Buenos Aires. Notícias relacionadas:Corrupção, inflação e economia em queda desafiam Milei na Argentina.O protesto é contra o congelamento do orçamento, a perda do poder de compra e no descumprimento da Lei de Financiamento Universitário. Um relatório da associação Justiça Distributiva indica que os gastos reais com o ensino superior caíram 29% entre 2023 e 2025, atingindo o nível mais baixo desde 2006. O orçamento de 2026 agrava essa tendência. Segundo o reitor da Universidade Nacional de Rosário (UNR), Franco Bartolacci, as universidades operam com apenas 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto as transferências nacionais reduziram acima de 45% desde 2023. Em Mendoza, a reitora Esther Sánchez afirmou que um professor em tempo integral ganha 1.500.000 pesos por mês, um valor que "torna praticamente impossível sustentar uma família". Há em curso uma disputa institucional e legal. A Lei 27.795, aprovada em outubro de 2025 após a derrubada do veto presidencial, determina a atualização das dotações orçamentárias e dos reajustes salariais. O Poder Executivo suspendeu a implementação, alegando falta de fontes de financiamento, uma decisão parcialmente revertida por liminares e atualmente sob análise do Supremo Tribunal. Entretanto, a comunidade universitária argumenta que o corte de verbas põe em risco a pesquisa, as atividades de extensão e o funcionamento dos hospitais universitários. * É proibida a reprodução deste conteúdo

A
Agência Brasil Internacional