
Diretor de série da Netflix é considerado culpado por desvio de dinheiro
Diretor de série da Netflix é considerado culpado por desvio de dinheiro, série foi cancelada em 2023 devido ao comportamento errático do diretor

Diretor de série da Netflix é considerado culpado por desvio de dinheiro, série foi cancelada em 2023 devido ao comportamento errático do diretor

Thiago Cristiano Boch, 38, investigado por estelionato em Franca (SP) por aplicar o 'golpe do amor', tem histórico criminal em diversos estados. Acusações incluem receptação e moeda falsa.

Alex Leandro Bispo dos Santos, sócio de uma empresa que atuou em contrato da Prefeitura de São Paulo e ligada à produtora do filme 'Dark Horse' sobre Jair Bolsonaro, é apontado pelo MP-SP como integrante do PCC. Ele está preso por feminicídio e tem extensa ficha criminal.

Antônio Pereira do Nascimento, conhecido por devolver R$ 131 milhões depositados por engano, foi alvo de um golpe de falso advogado que pedia taxa para liberação de dinheiro. Ele desconfiou e confirmou a fraude com seu advogado real.

Janaina Ballaris, vereadora em Praia Grande (SP) e esposa do ex-jogador Whelliton Augusto Silva, se envolveu em um acidente de carro. Ela já foi processada pelo padre Júlio Lancellotti por calúnia e difamação e teve outras polêmicas.

Levantamento dos Cartórios de Protesto aponta que dívidas de condomínio somaram mais de R$ 170 mil no interior paulista em 2025, com mais de 300 pendências registradas. São José do Rio Preto liderou com R$ 124,4 mil.

A OAB/MS suspendeu por 23 dias os advogados Lucas Fernandes Nogueira Brandolis e Matheus Pelzl Ferreira por suposto uso de 'prompt injection' para influenciar sistemas de IA em processos judiciais. A defesa alega que as acusações não são reais e que um ex-funcionário é o responsável.

Operação policial prendeu cinco pessoas em Campos e uma no Rio de Janeiro por suspeita de aplicar golpe "falso advogado" em empresário de Arapongas (PR), causando prejuízo de R$ 550 mil. Mandados de busca e prisão foram expedidos.

A Câmara dos Deputados aprovou medida provisória que anistia multas de caminhoneiros por manifestações de 2022. O texto, que também endurece fiscalização de frete mínimo, segue para o Senado.

Golpistas usaram a imagem do advogado João Ivaniel de França Abreu para aplicar golpes via WhatsApp, prometendo liberação de valores judiciais. Um cliente perdeu R$ 45 mil. A OAB-SP já registrou quase 6 mil denúncias desse tipo de fraude.

Operação policial em Ceará e Santa Catarina desarticula organização criminosa que aplicava golpe do falso advogado, movimentando milhões de reais. Sete mandados de prisão e oito de busca e apreensão foram cumpridos.

O MPPB assinou termos de cooperação com 63 prefeituras para implementar o projeto "Voltando a Refletir", visando combater a violência doméstica e familiar contra mulheres através de grupos reflexivos para homens.

O Centro de Memórias da Unifap recebeu mais de 50 anos de documentos da Icomi, empresa que explorou manganês em Serra do Navio. O acervo, transportado em 12 caminhões, inclui registros médicos, contábeis e de funcionários, com potencial para garantir direitos e entender a história social e política do Amapá.

Polícia Civil prendeu homem de 33 anos em Mogi das Cruzes, suspeito de aplicar golpe bancário em idoso em Taguaí. Criminoso usava a tática de 'troca de cartão'.

A cidade de Starbase, no Texas, centrada nas operações da SpaceX, gera empregos e turismo, mas também processos judiciais e preocupações ambientais. Moradores estão divididos entre o progresso impulsionado por Elon Musk e os danos causados pelos lançamentos de foguetes.

O artigo discute como a IA generativa, apesar de seu potencial, representa uma ameaça ao jornalismo original devido ao uso não autorizado e não compensado de propriedade intelectual. A autora alerta para a consolidação de poder pelas empresas de IA e a necessidade de defender a sustentabilidade do jornalismo baseado em fatos.

Investigação do Fantástico revela que associação em São Gonçalo do Piauí obteve liminares para 63 mil endividados, levantando suspeitas de fraude. Entidade, com sede em casa alugada, pode ter comercializado listas de devedores.
Os Correios fecharam o primeiro trimestre de 2026 com prejuízo líquido de R$ 3,16 bilhões, um aumento de 82,3% em relação ao ano anterior. A estatal atribui o resultado à queda nas receitas, aumento das despesas financeiras e provisões para ações judiciais.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que concede diversos benefícios a partidos políticos, incluindo facilidades para comunicação com eleitores e limites para multas. A votação ocorreu com o plenário esvaziado e pouca discussão.

O CNJ determinou que o TJ-GO corrija pagamentos indevidos a juízes e desembargadores, totalizando R$ 35,3 milhões. Auditoria apontou irregularidades no cálculo e desembolso financeiro, fora dos parâmetros do STF. O TJ-GO tem 48 horas para recalcular e 5 dias para enviar relatórios.

Plataformas digitais no Brasil deverão armazenar dados de anunciantes por um ano, conforme novo decreto que atualiza o Marco Civil da Internet. O objetivo é combater fraudes e golpes online, garantindo a identificação de responsáveis e o ressarcimento a vítimas.
O CNJ implementou um projeto-piloto para o Sisbajud, agilizando o bloqueio de bens de devedores. Ordens judiciais agora podem ser executadas em até duas horas, com monitoramento contínuo por até um ano, visando maior eficiência na recuperação de dívidas.
O Brasil alcançou a 52ª posição no Ranking Mundial de Liberdade de Imprensa da RSF, subindo 58 posições desde 2022 e ultrapassando os EUA (64º) pela primeira vez. O país cresceu 11 posições em relação a 2025 e ficou atrás apenas do Uruguai (48º) na América do Sul. O diretor da entidade para América Latina, Artur Romeu, attribute a melhora ao fim dos ataques sistemáticos durante o governo Bolsonaro e à ausência de jornalistas assassinados desde 2022.
Os Correios registraram um prejuízo de R$ 8,5 bilhões em 2025. O valor é mais de três vezes superior ao verificado em 2024, quando a estatal anunciou prejuízo e R$ 2,6 bilhões. De acordo com a empresa, o resultado é influenciado, majoritariamente, pelo provisionamento de obrigações judiciais e o aumento de custos operacionais. Notícias relacionadas:Correios: Plano de Demissão Voluntária tem adesão de 30% da meta.CMN autoriza novo empréstimo aos Correios, no valor de R$ 8 bilhões.Lula descarta privatização dos Correios.A maior parte desse valor advém de processos judiciais, que custaram aos Correios R$ 6,4 bilhões no ano passado (55,12% acima de 2024). O passivo na Justiça é formado especialmente por demandas trabalhistas, como os pagamentos reivindicados pelos empregados para receberem adicionais de periculosidade e adicionais pela atividade de distribuição e coleta externa. No ano passado, a receita bruta dos Correios, não considerados os pagamentos que a empresa deveria fazer, foi de R$ 17,3 bilhões (11,35% abaixo de 2024). O balanço da empresa será publicado no Diário Oficial da União. Diante do acúmulo de prejuízos, a empresa buscou credores e recebeu um aporte que totalizou R$ 12 bilhões em empréstimos de bancos públicos e privados. Ciclo vicioso Desde o último trimestre de 2022, os Correios apresentam resultados parciais negativos. No total, a empresa acumula 14 trimestres de ônus. “É um ciclo vicioso. A dificuldade de caixa gera dificuldade de pagamento ao fornecedor, isso afeta a operação. Ao afetar a operação, a gente macula a capacidade de aumentar o volume [de trabalho] ou de gerar novos contratos”, explicou o presidente dos Correios, Emmanoel Schmidt Rondon, em entrevista coletiva na sede da empresa em Brasília. Segundo ele, a estatal também não consegue compensar imediatamente a baixa nas receitas com cortes de gastos. “A estrutura de custo é muito rígida, e está ancorada em despesas de custos fixos. Quando há uma queda de receita, não se consegue diminuir a despesa no mesmo momento para poder fazer esse equacionamento”, explicou. Desmaterialização da carta O balanço negativo ocorre em anos de mudança estrutural no campo de atividade dos Correios, quando as empresas de comércio eletrônico expandem sua atividade logística - não mais dependendo dos Correios. O fenômeno concorrencial ocorre após a estatal perder nicho do mercado de postagem com as mudanças das formas de comunicação, o que Rondon chama de “desmaterialização” da carta. Economista por formação, o presidente assumiu o cargo em setembro do ano passado, com mandato até agosto de 2027, com objetivo de reestruturar a estatal. Entre medidas saneadoras, a empresa abriu dois planos de demissão voluntária (PDV). Na edição deste ano, 3.181 aderiram ao desligamento. O volume de adesões foi menor que o obtido no PDV 2024/2025, 3.756 empregados, mas o ingresso no plano só foi possível em prazo menor - entre fevereiro e abril deste ano. A perspectiva inicial da estatal era fazer 10 mil desligamentos. Outros processos de demissão voluntária poderão ser abertos no futuro. Privatização fora de pauta Os Correios adotaram medidas para diminuir custos com as operações de recebimento, distribuição e entrega; renegociaram dívidas com fornecedores e estenderam prazos de pagamento. Também começaram a reduzir gastos com a ocupação de imóveis e com a manutenção de agências. Emmanoel Rondon acredita que a empresa apresente resultados econômicos positivos a partir de 2027 e que, conforme a reestruturação, possa captar mais recursos entre financiadores. Ele não considera a possibilidade de privatização, como defendem correntes de economistas pró-mercado. “Esse assunto não está na pauta aqui. Estamos apresentando os resultados. Privatização ou não é uma decisão do controlador [o governo federal]. O que que a gente quer? Aqui estamos trabalhando em um plano de gestão de recuperação, para que a empresa permaneça íntegra, viável, que preste um bom serviço, dê resultado positivo”, afirmou.